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quarta-feira, 31 de março de 2010

2 Fase Tema 2 - Natureza 4 elementos Poema 2

PERTO

Não chores aos pés do leito onde morro

Se em Ser (eu fui) chama qu’enlutou

As luas se sucedem

E da Primavera de nascer o Outono ceifou

Ontem fui caule verdejante,

da brisa

Neste grão de areia dou minha folha ao Cais de beber

Se vou findar na praia

Podiam certas, as ondas, me vir empurrar

E arrasta-me, ò Dor do Tempo

Que só partindo Homem te vou perceber

As luas se sucedem

E lento, o compasso, não deixa de mim sair

Em despedir-me corto o fio da Laranja

Que foi o Sol onde ceguei

Da Luz em sangue concebida

Jorram mil perfumes

Do ventre onde, Encarnado, nasci

O solo me engole

Por murmúrios prantos que não sabem desfolhar

Mas antes se dissolvem

Quem chora, quem chora? Porquê preces tecer?

Os braços do amado onde ansiei terminar

Se arqueiam, quebrando ramos

E já mais não tenho repulsa em arrefecer...

Se a Terra sabe Amar (e a Mar)

A maresia que provo não me é estranha

O fim é, sobremaneira, Salgado

E, morrendo, escorro para o Sul

Em finando me devolvo

Trespassando atavismos

A quem, de mim, se fizer

O féretro não guarda memória,

De madrugada doença pareceu se esquecer

Que é salubre a vida

Em ciclos e fins do princípio viver.

Poema de Francisca Soromento http://www.soromenhoontherun.blogspot.com/

2.1.1. Período pré-povoamento: eles preferiram o Sitar ao Cavaquinho


No nosso último post, informamos sob que ótica relataríamos o período colonial ou o Brasil Colônia e vamos seguir nossa série partindo do ponto onde paramos: o Brasil, ainda Terra de Santa Cruz[1], havia sido “descoberto” por Cabral e Caminha escreveu uma carta ao Rei D. Manuel I, informando isso.

D. Manuel, diante da novidade e, principalmente, dos indícios de ouro relatados por Caminha, resolveu enviar uma nova expedição exploratória ao Brasil, já no ano seguinte.

Assim sendo, em maio de 1501[2], a primeira expedição exploratória do Brasil, composta de três naus, saiu de Lisboa.

Existe uma polêmica sobre esta expedição no que tange ao seu comandante, pois há cinco candidatos para ocupar o posto: Gaspar de Lemos, Fernão de Noronha, Andre Gonçalves, D. Nuno Manuel e Gonçalo Coelho.

E levando em consideração as fontes que pesquisei, a grande maioria dos autores entende que o comandante desta expedição foi Gaspar de Lemos, o mesmo que levou a carta de Caminha a Portugal.

Mas, mais importante do que definir quem, de fato, foi o comandante, é informar que Américo Vespúcio participava desta expedição.

Tratava-se de uma expedição de reconhecimento não só do território, mas também das potencialidades econômicas do local, na qual percorreram a costa brasileira.

Identificaram que havia uma grande quantidade de pau-brasil no nosso litoral, que era uma árvore de madeira avermelhada e de grande valor para a produção de tintas.

Além do mais, mapearam a costa e deram nomes aos principais acidentes geográficos que encontraram, de acordo com o santo do dia.

No dia 01 de novembro de 1501, descobriram a Bahia de Todos os Santos, que é o atual Estado da Bahia, terra que adoro demais e que tem o melhor carnaval do mundo, e que futuramente seria a primeira capital do Brasil.

Em 01 de janeiro de 1502, chegaram à Baía de Guanabara, que é um dos cenários mais lindos do mundo e que também tem o carnaval mais famoso do planeta, isto é, o Rio de Janeiro.

Ou seja, Vespúcio não sabia, mas essa expedição visitou os principais cenários do carnaval brasileiro, de uma só vez. Que sortudo, parece que estava adivinhando! Brincadeiras à parte, há versões que dizem que esta expedição chegou até a Patagônia.

Ao voltar para Europa, em 1502, Américo Vespúcio fez uma declaração bombástica: gente isso que vocês descobriram não é as Índias, porque essas terras se estendem muito ao sul, não pode ser o outro lado da Ásia! Esse território é novo e não é uma ilha! É um CONTINENTE!

Contudo, mesmo com a grande constatação de Américo Vespúcio, o Rei D. Manuel não se animou muito com as notícias, porque só encontraram pau-brasil, em vez do ouro que Caminha, ao interpretar erroneamente os índios, relatou em sua carta.

E nesse sentido, por serem as especiarias mais lucrativas que a extração do pau-brasil, o Rei resolveu jogar todas suas fichas no comércio com as Índias, preferindo, assim, o Sitar ao Cavaquinho.

Larissa Bona

Próximo post em
14.04.2010: 2.1.2. Período pré-povoamento: não éramos os preferidos, mas não fomos esquecidos.



[1]
Cabral quando chegou ao Brasil, pôs o nome de Ilha de Vera Cruz, mas depois se deu conta que não era uma ilha e mudou para o nome de Terra de Vera Cruz. Entretanto, D. Manuel I, ciente de que o nome Vera Cruz apenas poderia ser aplicado à relíquia da Cruz de Cristo, mudou o nome para Terra de Santa Cruz.
[2]
Li por aí que saíram em 10 de maio e em 13 maio. Como não tenho certeza qual é data correta, coloco apenas o mês. Mas se alguém souber, por favor, sinta-se a vontade para manifestar-se.

terça-feira, 30 de março de 2010

Qual o desaparecimento mais trágico?

Esta década foi fértil em desaparecimentos trágicos de pessoas que contribuiram de uma forma ou de outra para o Mundo. Seja na arte do espectaculo, politica, desporto ou outra área. Mas foram estes homens e mulheres que desapareceram tragicamente nesta década. Foram deles as mortes mais trágicas:
  1. Benazir Bhutto
  2. Sérgio Vieira de Mello
  3. Saddam Hussein
  4. Yasser Arafat
  5. Nino Vieira
  6. Michael Jackson

O desaparecimento destas figuras proporcionaram desalento, tristeza, amargura, revolta, indignação.

Para quem os amava, foi sem dúvida uma perda enorme. Mas em certos casos, o desaparecimento foi um alívio para a Humanidade.

Qual foi o que teve mais significado e importância? Qual a razão?

A polêmica dos royalties do pré-sal



Hoje falaremos da guerra interna instaurada entre os entes federativos do Brasil por conta da divisão dos royalties do pré-sal.

Mas o que seria o pré-sal?

Trata-se de uma definição geológica que significa a camada de terra que foi depositada no solo terrestre antes do sal e esta camada refere-se a reservatórios, mais antigos que a camada de sal, formados especialmente de halita e anidrita.

Tais formações existem na costa brasileira que vai do nordeste ao sul, no Golfo do México e na costa Oeste da África.

No Brasil, as áreas mais significativas do pré-sal encontram-se na Bacia de Campos, que possui cerca de 2000m de espessura, e na Bacia de Santos, que possui cerca de 200m de espessura.

Em 2006, estudos revelaram que existe uma quantidade astronômica de petróleo na camada pré-sal brasileira, que será explorada pela Petrobrás, juntamente com uma nova empresa estatal a ser criada com apenas este fim: a Petrosal.

Segundo a legislação brasileira, as concessionárias que exploram o petróleo devem pagar royalties ao poder público, que são divididos da seguinte maneira: 40% ficam para a União, 30% para os municípios produtores, 22.5% para os Estados produtores e 7.5% são distribuídos para os demais Estados e municípios da federação.

Entretanto, com a descoberta de petróleo no pré-sal, Lula passou a defender mudanças na distribuição dos royalties e o governo apresentou um projeto de lei que determinava a divisão igualitária dos royalties, retirando a preferência dos Estados e municípios produtores.

Devido a pressões, Lula voltou atrás em sua idéia, no entanto, era tarde demais, porque o projeto já estava no Congresso e a Câmara Federal, com maioria de 369 votos, aprovou a nova divisão dos royalties que seria: 40% para a União, 30% a serem divididos igualitariamente entre os Estados e 30% para os municípios, independentemente de serem produtores ou não de petróleo.

Só que este projeto de lei foi além da camada pré-sal e se estendeu para as bacias tradicionais e, inclusive, já licitadas.

O argumento dos que defendem a divisão igualitária é de que o petróleo não pertence a nenhum Estado ou município, mas sim ao país e, portanto, os royalties devem ser distribuídos de maneira igual.

Além disso, o petróleo está no mar e, como se trata de uma riqueza nacional, deve ser utilizada para fazer justiça social e tentar minimizar os desequilíbrios regionais.

Segundo o deputado Ibsen Pinheiro, cujo nome é emprestado à emenda da distribuição dos royalties, não seria justo privilegiar apenas dois Estados, em detrimento dos 25 restantes, apenas porque o petróleo está na suas costas.

Os dois únicos Estados que são produtores, no caso do pré-sal, são o Rio de Janeiro e o Espírito Santo e alegam que a nova lei diminuiria bastante a sua arrecadação.

Conforme cálculos, com a nova regra de distribuição dos royalties, o Estado do Rio de Janeiro teria a sua arrecadação com o petróleo diminuída de 5 bilhões (2 bilhões de euros) de reais para em torno de 100 milhões (40 milhões de euros).

Muitos reclamam o fato da nova lei ter alterado a divisão dos royalties sobre os campos já licitados e que este debate está baseado em puro apelo eleitoral, já que este ano haverá eleições gerais.

O certo é que a lei ainda não foi aprovada pelo Senado, mas só o fato de haver passado pela Câmara já trouxe bastante combustível para essa briga. Esta sim é uma novela boa de acompanhar!

Larissa Bona

segunda-feira, 29 de março de 2010

História dos Mundiais : México 1970



Em 1970, o México recebeu o primeiro de dois Mundiais que viria a acolher durante toda a sua história.
O Brasil sagrou-se pela terceira vez campeão do Mundo, ficando isolado na tabela dos países com mais titulos Mundiais. Afirmava-se como uma potência....
Este foi o Mundial das novidades
Pela primeira vez um Mundial foi televisionado a cores. Embora este facto tenha criado polémica devido ao horário dos jogos. Como fazia intenso calor no México, a organização quis que os jogos se disputassem à noite. Mas não foi isso que aconteceu.
Foi a primeira vez que se pôde fazer substituições. Apenas duas. A URSS foi a primeira a usufruir desta regalia. Viktor Serebryanikov o homem que ficou para a história.
Também foi a estreia dos cartões. Embora o amarelo já existisse, nesta edição foi acrescentado a cor vermelha.
Na primeira fase passaram todos os favoritos. De realçar a passagem do surpreendente Peru.
Mas o sonho peruano demorou muito. Nos quartos-de-final foram eliminados pelo Brasil. A equipa da casa perdeu com a toda poderosa Itália. O Uruguai bateu os soviéticos. No outro grande desafio, Inglaterra e Alemanha proporcionaram um verdadeiro espectaculo. Os Ingleses venciam por 2-0 ao intervalo. Só que a Alemanha através de Beckenbauer e de Gerd Muller deu a volta ao desafio vencendo por 3-2. Um erro de Alf Ramsey ao tirar Bobby Charlton do campo valeu a derrota no final do jogo.
Nas meias finais, o Brasil venceu o Uruguai desforrando-se da final de 1950. No outro desafio, a Itália ganhou à Alemanha por 4-3 após prolongamento. Com Boninsegna e Gerd Muller a serem verdadeiros artistas da bola.
Na final, Brasil e Italia defrontavam-se pela primeira vez.
Os brasileiros venceram categoricamente por 4-1. Pelé marcou o primeiro golo. Boninsegna ainda empatou. Só que depois Gerson, Jairzinho e Carlos Alberto acabaram com as dúvidas e deram ao Brasil o seu terceiro Mundial. O que lhes garantiu a posse da taça Jules Rimet.
Este foi o Mundial das grandes figuras:
Pelé foi o "obreiro" da conquista do Mundial pelo Brasil. Encerrou a sua participação no México 1970 conquistando três campeonatos do Mundo. Um feito notável.
Gerd Muller foi o artilheiro da prova. Marcando 10 golos.
Foram marcados 95 golos. Quase que se chegou à centésima!
Daí em quatro anos, haveria um vencedor em casa : No Alemanha 1974

A dolorosa profissão de se ser jornalista

Esta dolorosa profissão de se ser jornalista

Pede-me o Francisco, jovem advogado, que escreva aqui alguma coisa sobre a actividade que há 45 anos me preenche a vida; e devo confessar-lhe que é deveras complicado.

Em 3.000 jornalistas que Você pegue, cada um lhe poderá quase que pela certa dar respostas diferentes, sintetizando as suas experiências e os seus anseios.

Por mim, comecei na altura em que Nikita Kruschev era substituído à frente da União Soviética por Leonid Brejnev e em que a China se dotava de uma bomba de hidrogénio.

Aos 20 anos embarcava para Bissau e para a Cidade da Praia, no paquete "Funchal", a fim de fazer a primeira cobertura de uma viagem presidencial, a de Américo de Deus Rodrigues Thomaz, tendo privado nessa missão com a destacada repórter fotográfica Beatriz Ferreira, com o realizador Perdigão Queiroga e com um grande homem da rádio, Artur Agostinho.

Aos 25 anos estava eu em Londres a fazer a cobertura da visita do senhor Professor Marcello Caetano, tendo ficado fascinado com o British Museum.Ano e meio depois as contingências da vida levaram-me a passar quotidianamente por Trafalgar Square e Aldwych, tendo conhecido na Bush House, sede dos serviços externos da BBC, pessoas como o grande melómano António Cartaxo.Quando tinha 30 anos encarregaram-me de abrir nos Açores uma delegação da agência noticiosa portuguesa e 10 meses depois fui fazer o mesmo para Moçambique. Estava a colher o fruto do que durante a minha primeira década de profissão aprendera com pessoas como Francisco de Paula Dutra Faria.

Também me deixara inspirar pelos livros de António Ferro, sonhando ir um dia até Fiúme.Mais tarde, para encurtar conversa, entrevistei Robert Mugabe, Kenneth Kaunda, Sam Nujoma, Joaquim Chissano, Aristides Pereira, Luís Cabral, Ramalho Eanes e Alberto João Jardim. Vivi na Guiné-Bissau e em Angola, fui três vezes em serviço à África do Sul e outras a Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Nigéria.

Para mim, ser jornalista é conhecer o mundo e divulgá-lo. Conhecer não só de experiência feita mas também dos livros, da pesquisa, para relatar da forma mais adequada possível o que vai acontecendo neste nosso planeta, desde a gesta da descolonização às crises contemporâneas. Sem nunca esquecer o longo caminho que ainda há a percorrer para que haja mais justiça.

Muitas vezes esmoreço, mas vou-me aguentando graças à confiança que em mim depositam pessoas de lugares tão diferentes como Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste. Quando elas, o director de uma revista missionária ou um causídico nos primeiros anos de carreira me pedem um depoimento, rejuvenesço e entendo que não foi de todo mau ter-me reservado o destino esta dolorosa carreira de jornalista.

Texto de Jorge Heitor, Jornalista do Público

domingo, 28 de março de 2010

Olhar a Semana - Fim da Guerra Fria

As guerras voltaram a ser notícia durante esta semana. Na faixa de Gaza depois da construção ilegal dos colonatos, o Hamas ou outro grupo radical palestiniano atacou alvos Israelitas. Na Peninsula da Coreia, voltou a existir fricção entre as duas Coreias. A do Sul acusa o sua vizinha do Norte de ter atacado um navio........ Cá em Portugal a guerra no PSD parece ter terminado com a eleição de Passos Coelho para presidente. E com o reconhecimento dos seus adversários. Que não farão oposição interna e que irão colaborar com o "PSD".

Mas esta semana ficou marcado pelo anuncio do acordo entre Estados Unidos e Medvedev sobre a redução de armas nucleares. É um acordo histórico. Primeira grande vitória de Obama a nivel internacional. Depois de também ter conseguido um feito a nível interno : ter conseguido que a sua legislação sobre a Saúde ter passado no Congresso.

Este acordo entre Obama e Medvedev vem confirmar que novos tempos de união e pacificação no mundo estão para vir. Tirando alguns pessimistas que acham que estamos na iminência de uma III Grande Guerra, este é um passo de gigante rumo a um futuro mais tranquilo.

Razões deste sucesso? Sem duvida a astúcia e visão dos dois governantes. Sem o fanatismo de Putin e a teimosia de W.Bush foi possível chegar a um consenso que trará benefícios para o mundo. E pode ser que países como o Irão sigam este exemplo.

Obama conseguiu um feito histórico. Medvedev também, mas é no Presidente Norte-Americano que recaem as "esperanças" de um Mundo Novo. Depois de tantas críticas e de não ter mostrado nada que justificasse o Nobel da Paz; o Presidente de todos os Americanos esta semana ficou na história.

Que seja para continuar.....

sexta-feira, 26 de março de 2010

Especial Eleições: Um Coelho a liderar

Pedro Passos Coelho é o novo Presidente do PSD.
Vitória da Mudança.
Daqueles que não querem o partido nas mãos dos "habitues".
De há dois anos para cá com Menezes, apareceram novos intervenientes na política do PSD. São eles os "desalinhados" com a direcção do partido. Aquela que teve com Barroso, Ferreira Leite e agora Rangel.
Os militantes deram uma resposta : Quem manda no partido são eles. E não três ou quatro. É que desde a introdução das directas que existiu esta variação de lideres. Ora ganha a máquina, ora ganham as bases.
Pedro Passos Coelho veio de fora. Apareceu há dois anos. Já tinha estado na JSD. Desapareceu e chegou com um novo discurso. Veremos se com ideias novas. Hà primeira vista sim!
A partir de hoje o PSD tem que definir o que quer. Para onde vai. Porque vai. Já escolheu com quem vai! Falta o resto.......
Por hoje é tempo de falar dos resultados e das suas incidências....
Cá estaremos para falar da liderança......
E que liderança vai ter o PSD de Coelho?

Mulheres XXV

Karoline Wozniacki

Linda de morrer!!

What About South Africa?

Questions about South Africa:

Do you think South Africa have an important role in the development of Continent? If yes, in what circunstances?

Karin Van Rhyn: Yeah, South Africa is one of the African country’s that are most westernized, but if our government don’t lay there cards right we are heading in the same direction as the rest of Africa.

Is Nelson Mandela a hero for you? If yes, why?

Karin Van Rhyn: Yes, of course he gave a big part of his live, so that many of my black can have the same opportunities as the rest of the whites, but then again these day things just flipped with the black empowerment.

What are the main characteristics of the South African people?

Karin Van Rhyn : I cant say There’s so many culture’s and one can´t generalize.

Do you think the World Cup is a big opportunity to improve the image that SA is not a unsafe place to visit?

Karin Van Rhyn : If your scared your scared… just don’t go to dangerous please (suburbs) or walk down dangerous roads. Nothing has happened to me, and I use public transport and walk around allow. I guess just be save in your attitude. Keep your eyes and ears to the ground. People are still people and I guess nobody is not accident prone.

What are the main challenge that SA will be face after the World Cup?

Karin Van Rhyn : World cup is not the be all and end all… we have problems now and we will still have it afterwards, no need to ignored it now. Infustracture, Transport I guess.

Do you agree with the World Cup? Or you think that SA have more needs to spend money?

Karin Van Rhyn: We’ll I think thy spent to much money on the world cup all ready. The cud have worried about housing for the poor or education ( by the way SA’s Education sector is of the worst in the World) or Health care. Why “sport”?? If you really look at it its absurd. The only people that are capitalizing out of this hall venture are FIFA.

Thanks to Karin, we can have more knowledge about South Africa. It is a honour for us to have the statement of a person like Karin. If you want ask more questions, use the commentary box....

quinta-feira, 25 de março de 2010

Especial Eleições : o futuro com Branco.....

O futuro com Aguiar Branco seria bem melhor do que com os outros dois candidatos reais que amanhâ disputam as eleições. Aguiar Branco teve um papel fundamental no Parlamento. Conseguiu acordos na Educação, propos alternativa ao casamento gay, viabilizou o Orçamento e o PEC de uma maneira responsavel em nome do interesse nacional.

Sempre ao lado de Ferreira Leite. Assumindo que estava de acordo com as politicas então seguidas pelo PSD. Nunca virando as costas á sua líder. Com José Pedro Aguiar Branco o PSD tinha um presidente com experiência governativa. Tinha honestidade e honorabilidade dentro do partido.

Teria um combate fugaz ao Primeiro-Ministro no Parlamento. Pois é esse o palco onde todos os lideres da oposição ganharam eleições aos Primeiros-Ministros da altura. Foi assim com Durao Barroso e Socrates. Até porque o Primeiro-Ministro precisa que lhe façam uma marcação homem a homem no Parlamento.

Ora, nem Rangel nem Passos Coelho estarão no Parlamento. E tem sido aí que o PSD tem perdido eleições..... Não terá um grande orador, é verdade. Mas do que Portugal precisa é de pessoas que trabalhem e arranjem soluções. De oradores e bem falantes está o país farto. Precisamos de trabalhadores e gente competente.

Com Aguiar Branco , o PSD tem futuro. Mais do que apenas 4 anos....

quarta-feira, 24 de março de 2010

2 Fase Tema 2 - Natureza 4 elementos Poema 1

Preciso de Ar
fresco e novo que ajude a respirar
e com ele o meu sopro atear
para com Fogo poder amar
neste mundo distante
de Terra separada por Água
e que transborda saudade
mas que nos irá aninhar
todo o sempre nesse imenso mar!

Poema de Helena Felix - 2º Poema da 2fase

Figuras da década (5): Vladimir Putin

Nasceu a 7 de Outubro de 1952, Vladimir Vladimirovitch Putin um dos homens mais influentes e polémicos da década que findou. Putin, uma espécie de Estaline da nova era é amado pelos russos e odiado pelo resto do Mundo. Especialmente pelos Presidentes Norte-Americanos. Conheceu W.Bush e Obama. Com o primeiro teve relações frias e distantes mas com Obama para ter vontade de colaborar.

O ex-director para assuntos externos da KGB, começou a sua carreira política como director de políticas externas do Presidente Boris Ielstin. Em 1999 era já visto como o provavel sucessor de Ielstin na Presidência da Federação Russa. O que aconteceu em Março de 2000.

O seu mandato foi como já disse, marcado por uma forte componente de crescimento económico mas também de casos.

Com Putin no poder a economia cresceu vertiginosamente. Em 2000 o PIB russo chegou à casa dos 10%.

Em relação ao seu mandato, de constatar a mudança do hino nacional russo ao seu gosto, nacionalizou o petroleo e a imprensa. Nunca como no mandato de Putin houve suspeitas de atentados à liberdade de expressão. É uma evidência que Putin quis silenciar a comunicação social que se mostrou sempre contra as políticas do Presidente. Como consequência desta repressão dois jornalistas foram mortos : Anna Politkovskaia e Andrei Litvinenko.

Teve problemas com os Chechenos. E ninguém esquece o assalto a uma escola em Beslan. De que resultaram 186 crianças mortas.

Apesar destes casos e de uma governação à ditador, Putin sempre teve altos indices de popularidade. Como prova desse fenómeno de popularidade foram os resultados nas eleições presidenciais destes dez anos. Em 2000 foi eleito com mais de 60 milhões de votos enquanto que em 2004 teve 70% de votos. Afirmando a sua ideologia e projecto político para o país.

Para reforçar o seu poder à frente dos destinos do país, em 7 de Maio de 2008 foi nomeado por Dimitri Medvedev como Primeiro-Ministro do país.

Nada escandaloso se não tivesse sido Medvedev nomeado por ................Putin!

terça-feira, 23 de março de 2010

Especial Eleições : o futuro com Rangel....

O futuro do PSD com Paulo Rangel pode ser prometedor. Eu digo pode, porque a sua vitória nas Europeias também foi prometedora. Só que foi pena não ter cumprido o mandato para que foi bem eleito. Não sabemos se após as eleições de Sexta feira, o Paulo Rangel não queira no dia a seguir ir para Bruxelas ou para PR....

Rangel promete muito. Diz que o fim dos interesses publico-privados vão acabar. Até lhe chamou "descolonização". Apesar das palavras bonitas, desconfio das intenções de Rangel. Ponderado, boas ideias?até agora teve poucas e um excelente orador. Mas também Socrates o é! e vimos o estado a que chegaram as coisas....

Rangel é um produto da máquina do partido. Ganhou as eleições europeias e fizerem dele um "espécime raro". Mas aqueles que estão agora com Rangel foram os mesmos que andaram a levar ao colo Ferreira Leite e Durão Barroso. Mas que na hora da derrota desapareceram de cena. E logo procuraram alternativa. Quando Rangel perder a quem vão recorrer?

Rangel quer a ruptura. Mas não sabemos se a ruptura está com Rangel. Porque esta não depende só dele. E é aí que o futuro com Rangel pode ser desolador...

A Queda da Europa

A Europa vive tempos dificeis. Não é só a crise económica na Grécia. São também os problemas que afectam as economias de Portugal, Espanha e França. Estes quatro países têm dado grandes dores de cabeça aos governantes europeus. Pois reflecte uma tendência : O Euro não dá grande estabilidade como devia dar. E quando a crise já passou nos EUA, América Latina e China, parece que na Europa as coisas tendem a piorar.

Nem no plano político as coisas parecem ser melhores. o grande tubarão Sarkozy e fundador da Nova Europa Unida atravessa uma crise em França. Nem sequer a baronesa Ashton parece preocupada em resolver os problemas da Europa. Um passeio por Israel é mais importante do que ir à reunião sobre o problemas do Velho Continente. Parecia que com a renovação de dirigentes europeus, e com a entrada do Euro, a Europa iria afirmar-se como grande potência. Mas não. O que vimos é uma sucessão de países a entrar na bancarrota, uma Alemanha a "mandar" nos outros; porque os outros estão frágeis. Nem Sarkozy se aguenta.

Ainda para mais nem o Presidente dos Estados Unidos parece querer estreitar relações com os seus velhos aliados Europeus. Prefere apostar na Rússia e na América Latina. Em relação a este caso, não é alheio o facto do Presidente Obama não comparecer na Cimeira EUA/Europa que se realizará em Maio.

Fartos de Berlusconi e as suas aventuras amorosas?

De Sarkozy, Bruni e da Direita francesa?

Do isolamento Britânico?

Da incompetência espanhola?

Da crise grega?

das quedas dos governos na Holanda?

De José Socrates?

De quem é a culpa disto tudo? De Durão???

segunda-feira, 22 de março de 2010

Noite Laranja........

Esta semana o maior partido oposição...vai a eleições. Três galos para o mesmo poleiro. Uns prometem a descolonização, outros um país mais democrático. Só um sairá vencedor. Sendo certo que depois de Sexta Feira o principal adversário é o Primeiro Ministro, dizem eles. Será mesmo?

Hoje é o primeiro e unico debate. Também com a presença de Castanheira Barros o candidato cómico.

Que esperam do debate?

Clareza? Mais do mesmo? Os debates ainda servem para ajudar a escolher o sentido de voto? São mais importantes que as entrevistas?

Será o debate decisivo?

4 - A Consolidação de Portugal.

Após a conquista da Independência do Reino, o nosso país viveu tempos de acalmia. Tanto em termos políticos, militares e sociais. Com os primeiros anos de vida, Portugal conheceu um período em que foi dominado pela Dinastia de Borgonha ou Afonsina. Esta Dinastia começou em 1096 e acabou em 1383. Dificilmente em toda a história portuguesa conhecemos um período tão calmo como esta. Houve pouca perturbação social. Em termos militares, os vários sucessores de D.Afonso Henriques continuaram o a reconquista e a expulsão definitiva dos mouros no nosso país. Foi um período marcado pela exploração que foi feito à terra do reina, esta da responsabilidade de D.Dinis. Celebrou-se em 1927 o Tratado de Alcanizes que definiu as fronteiras do território nacional. Também foi no reinado de D.Dinis que se chegou a este passo. Eis aqui os reis da Dinastia Afonsina :

D.Afonso Henriques - O Conquistador 1139- 1185

D. Sancho I - O povoador 1185 - 1211

D. Afonso II - O Gordo 1211 - 1233

D. Sancho II - O Capelo 1233 - 1248

D. Afonso III - O Bolonhês 1248 - 1279

D. Dinis - O Lavrador 1279 - 1325

D. Afonso IV - O Bravo 1325 - 1357

D. Pedro I - O Justiceiro 1357 - 1367

D. Fernando -O Formoso 1367 - 1383

A título de curisiodade :

Foi no tempo de D.Dinis que se implementaram as reformas mais importantes da altura. Falaremos num post autónomo sobre o Rei, mas de referir que foi no seu reinado que foi implementada a primeira universidade.

O reinado de D. Pedro I foi dos mais românticos e polémicos da nossa história. Tão bem retratado n´Os Lusíadas o amor proibido entre Pedro e Inês de Castro.

(continua dia 5 de Abril..)

domingo, 21 de março de 2010

Primeiro Voo da Águia.....

Benfica conquista pela 2ª vez a Taça da Liga. Eliminando Sporting e FC Porto.

É a primeira taça de um ciclo que se espera vitorioso....

Os tempos gloriosos estão de volta de onde nunca deviam ter saído.....

OLHAR A SEMANA - PERIGO NA SACRISTIA

Começa a ser perigoso abandonar os nossos filhos na catequese. Pior ainda será deixá-los ser acólitos. Cantar num coro de missa, uma aventura. Entrar para o seminário, um risco permanente. Permitir-lhes a confissão, um suícidio. Os escândalos de pedófilia sucedem-se a um ritmo alucinante, sem que nada, nem ninguém lhes consiga pôr cobro. A Igreja de Pedro, começa a ser uma casa insegura, uma verdadeira casa de horrores povoada por vampiros disfarçados de anjos. A inocência da juventude é corrompida cobardemente e por trás. A Igreja está minada por escândalos que não páram. Agora foi na católica Irlanda. Que outros se seguirão? Um pouco por todo o lado, padres, bispos, arcebispos e cardeais enrolam-se em situações pecaminosas e criminais, escondidas com a conivência da Santa Sé que se limita a pedir diplomáticas desculpas. A escolha das vítimas é criteriosa, revelando premeditação. As meninas vão escapando. A escolha recai sobre os jovens do sexo masculino e obedece ao velho princípio "por trás é um descanso". Não basta pedir desculpas sucessivas. O problema está no celibato obrigatório dos padres católicos e na sexualidade mal resolvida do clero, em geral. A credibilidade da instituição fica fortemente abalada e começa a pôr em causa a própria bondade da religião. Deixem os padres casar ou, em breve, teremos de ter polícia na sacristia.
Jorge Pinheiro

sábado, 20 de março de 2010

Historia dos Mundiais : Inglaterra 1966


Willie
Finalmente o primeiro Mundial com a participação da Selecção Nacional. E que estreia. Um terceiro lugar, vitórias históricas contra o Bicampeão europeu Brasil e um jogo memorável contra a Coreia do Norte. E no meio disto tudo um nome que ficou nos anais do futebol Mundial : Eusébio!
Mas vamos ao príncipio...
Antes de ter iniciado as Eliminatórias apareceu a primeira polémica. Não houve eliminatórias no continente africano porque as selecções de África boicotaram o Mundial, pois não queriam que o vencedor da sua zona jogasse contra o vencedor da zona asiática para saber quem iria garantir a vaga.
A poucos meses do inicio do Campeonato a Taça Jules Rimet fôra roubado de uma vitrina. Foi graças a um cão chamado Pickles que os vencedores puderam tocar no objecto mágico.....
Na fase de Grupos, Inglaterra, Uruguai, Alemanha Ocidental, Hungria e União Soviética passaram sem dificuldades.
Destaque para duas equipas : Portugal e Coreia do Norte. Quanto aos portugueses, pela primeira vez presentes eliminaram o Brasil na fase de grupos. Jogadores como Augusto, Coluna e o magnifico Eusébio levaram os portugueses a derrotarem o Bicampeão Mundial. Já a Coreia do Norte derrotou a Itália eliminando-a logo na primeira fase. Estas duas equipas iriam-se encontrar nos quartos de final, num dos jogos mais épicos da história dos mundiais.
Os quartos-de-final trouxeram grandes duelos.
A Alemanha dizimou o Uruguai por 4-0. A Inglaterra venceria a Argentina num grande jogo. No duelo de leste entre a URSS de Yashin e a Hungria venceram os soviéticos, demonstrando qualidade. O ultimo jogo foi entre Portugal e Coreia do Norte. Os norte-coreanos aos 22 minutos já ganhavam por 3-0. Mas foi aí que nasceu a estrela Eusébio. Marcou 4 dos 5 golos portugeses nesse jogo. O Pantera Negra viria a ser o melhor marcador da prova com nove golos. Esse jogo demonstrou toda a força dos portugueses.
Nas meias finais, a Alemanha venceu a URSS e Portugal não conseguiu derrotar a anfritiâ Inglaterra. Apesar disso, no jogo de atribuição do 3º e 4º lugar, os portugueses conseguiram ganhar à poderosa União Soviética. Curioso o facto destes três jogos terem tido o mesmo resultado : 2-1.
A final seria jogada no mítico Wembley entre Alemanha e Inglaterra. Perante 98mil espectadores, as duas selecções empataram 2-2 no final dos 90 minutos.
Geoff Hurst que tinha marcado um dos golos no período regulamentar viria a ser o heroi do jogo no prolongamento. Marcou os dois golos que deram o Campeonato do Mundo aos ingleses. Hurst foi o único jogador até hoje a marcar 3 golos numa final de um campeonato do Mundo.
A taça estava entregue aos Ingleses. Desde 1934 em Italia que uma selecção anfritiâ não vencia o Mundial.
Apesar da qualidade evidenciada pelos ingleses, foi notória um favorecimento especial por parte dos árbitros. Na meia final contra Portugal e na final. Ao minuto 98 Hurst marcou um golo que bateu no poste e voltou para as mãos do guarda redes. Não se sabe até hoje ao certo se a bola ultrapassou a linha de golo. Mas a verdade é que o golo contou. E disso não tem culpa a Inglaterra.....
Duas curiosidades em relação a este Mundial:
Correu o boato que a selecção norte-coreana trocava de jogadores durante o intervalo. Como eram semelhantes e fartavam-se de correr, pensou-se que alinhavam com diferentes jogadores em cada parte.
Este foi o mundial da violência. Houve muita pancadaria, especialmente no Argentina- Inglaterra em que o Inglês Nobby Styles fez valer a sua fama de "animal". Expressão usada pelo treinador da argentina depois deste encontro.
Depois de Inglaterra, vem aí o Mundial de 1970. O primeiro de dois certames que o México organizou....

sexta-feira, 19 de março de 2010

Especial Eleições : O futuro com Coelho....

Se Passos Coelho for eleito Presidente do PSD na próxima sexta feira antevejo um futuro complicado para o PSD.
De Passos Coelho dizem que é jovem. Tem ideias. Discurso novo. Uma imagem "à la Socrates". E cativa os mais novos.
Se o poder cair na mão de Passos Coelho, acho que os barões sociais democratas não vão deixar a ala "menezista" liderar o partido. Tem sido sempre assim : Desde Durão Barroso que nenhum lider que rompeu com o "aparelho" tem tido paz para levar o partido ao governo.
Passos Coelho não é visto como alguém que tenha qualidades e capacidade intelectual mas como um perigo que pode ameaçar os militantes de maior notoriedade.
O futuro com Coelho no PSD será curto. Não irá ter tempo para demonstrar que pode derrotar Socrates. Não o vão deixar.
Será mais um para queimar.

Questionário ao Primeiro-Ministro

Socrates está preocupado.
Vai ter que responder perante a Comissão de Inquérito sobre a liberdade de expressão e imprensa

Que perguntas lhe farias se estivesses no papel de interrogador?

quinta-feira, 18 de março de 2010

Jornalismo televisivo

Os media são, nos dias que correm, instrumentos com um poder absolutamente incrível. É através deles que governos podem cair, mobilizações podem ser geradas e até mesmo sentimentos como o ódio ou o amor podem ser gerados. Estamos na era da informação ninguém nega e é certo que hoje assistimos por parte dos media a uma desinformação de elevada "qualidade" senão vejamos...

Exemplos de péssimo jornalismo:

A catástrofe na Madeira foi um desses exemplos. Imagens repetidas vezes sem conta, equipas de repórteres em directo sem ninguém compreender muito bem porquê, entrevistas do mais estúpido que pode haver, falta de rigor e do mínimo de seriedade jornalística. O desrespeito pelas pessoas é tão grande que todos os jornalistas fazem colocam a mesma questão a pessoas que acabaram de perder tudo: "Como se sente?" passou a ser quase o cliché para todo e qualquer jornalista que, na realidade, nada tem de mais interessante para perguntar. Esta é a realidade! A cobertura jornalística efectuada na Madeira foi do pior que existe mas, não se iludam, dado que a queda da ponte de Entre-Os-Rios conseguiu ser um pouquinho pior! Nada mais nada menos que 37 dias (exactamente, todos esses dias) de equipas em DIRECTO no local. Questiono: A fazer o quê? A ver se apareciam sobreviventes? Este tipo de jornalismo é totalmente insano e horripilante. Pior que isto é o facto da saída de cena das equipas que estavam a fazer os directos na zona fosse acordada pelas 3 estações de televisão que transformaram Entre-Os-Rios numa espécie de "Guerra Fria Televisiva". Era quem mais pavoneava os meios e o esbanjamento de dinheiro.

São situações como esta que me levam a pensar se realmente temos uma informação televisiva de qualidade. A resposta é um NÃO redondo. Enquanto os telejornais perdem horas com as catástrofes outras notícias com tanto ou mais interesse passam sempre para segundo plano, o mundo parece estar apenas e só naquele reduzido ponto. Telejornais vi eu de 70 minutos dos quais 60 foram dedicados a catástrofes, 7 ao futebol e 3 às restantes notícias. É este o jornalismo que queremos? Certamente não...mas é o que temos!

RESULTADOS ORDENADOS DO I CONCURSO DE POESIA "OLHAR DIREITO"

Resultados 2fase. Temas Ideias e Liberdades :

Francisca Soromenho - 9

André Rocha - 8

Luís Brandão - 8

Yucania Cruz - 8

Carlos Reis - 7

Sandra Andrade - 7

Helena Felix - 6

O Carlos Reis apesar de ter a mesma classificação que a Sandra Andrade conseguiu, naquilo que é o meu entender, um poema mais completo.

7º Poema 2Fase - Tema Ideiais e Liberdades

Ideal de liberdade

Liberdade de ser

Liberdade de pensar

Liberdade de falar

Liberdade de agir

Liberdade de ser ou não ser,

De ser diferente ou igual,

Livres de máscaras e fingimentos.

Liberdade de pensar

A mente é o único lugar em podemos ser realmente livres.

Mas não somos. A mente é o único país em que o carrasco e a vítima, o censor e censurado são a mesma entidade.

Censuramos os nossos pensamentos matando-os á nascença

Por falsos moralismos, preconceitos, e medo.

Liberdade para falar,

Falar sobre tudo e sobre nada.

Expressar uma ideia é semear a mudança. Uma ideia muda uma vida, uma ideia muda o mundo.

Não nos amordacem!

Liberdade para agir Liberdade para escolher, para ir ou ficar, para construir ou destruir, para mudar ou ficar igual,

para fazer ou não fazer.

Liberdade para mudar o mundo!

Idealizo um mundo não perfeito,

Mas livre do preconceito.

Em que cada um possa ser aquilo que é.

Porque o diferente é excitante, o estranho é exótico.

Não me atrevo a idealizar um mundo perfeito.

Oh! Censurei-me!

Poema de Carlos Reis

quarta-feira, 17 de março de 2010

2. Período Colonial: Eles acharam que era deles e, portanto, tomaram de conta

Mapa do território colonial brasileiro


Prezados leitores, no post passado terminamos a primeira etapa da História do Brasil, na qual relatamos os acontecimentos prévios à “descoberta” do Brasil por Pedro Álvares Cabral.

Vimos que antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro era ocupado por indígenas, não tão avançados como os Maias, Aztecas e Incas que povoavam a América espanhola.

Enquanto isso na Europa, o próspero comércio de especiarias enfrentava dificuldades por conta do monopólio das cidades do mediterrâneo, o que encarecia muito o preço de tais produtos, e do fechamento da rota terrestre para o Oriente, pelos Otomanos ao conquistarem Constantinopla.

Os portugueses, seguindo o raciocínio do Infante D. Henrique que, em viagem ao norte da África, concluiu que, contornando o litoral da África, se poderia estabelecer nova rota ao Oriente, resolveram empreender expedições marítimas para chegar às Índias.

Em 1492, os espanhóis tentaram fazer o mesmo e descobriram a América, com base na teoria de Colombo, que dizia que a terra era redonda.

Isso causou um conflito entre espanhóis e portugueses pelas rotas marítimas, que o resolveram através do Tratado de Tordesilhas, no qual dividiram o mundo entre os dois: todos os territórios à direita do meridiano de Tordesilhas eram de Portugal e à sua esquerda era da Espanha.

Assim sendo, em 1500, depois de Vasco da Gama haver estabelecido a rota para o Oriente, o Rei de Portugal mandou nova expedição, teoricamente diplomática, para as Índias, chefiada por Pedro Álvares Cabral, que em 22 de abril de 1500, chegou ao litoral brasileiro.

A grande polêmica que envolve a “descoberta” do Brasil é, justamente, se a mesma se deu por acaso, como está relatado pela História oficial, pois estudos recentes revelam que os portugueses estiveram no Brasil em 1498, através de uma missão secreta liderada por Duarte Pacheco Pereira, que também estava na expedição de Cabral.

Cientes disto, hoje seguiremos nossa série, adentrando em uma nova etapa, que é o Período Colonial, também conhecido por Brasil Colônia.

Embora muitos digam que a colonização portuguesa no Brasil apenas começou em 1530, com a expedição de Martim Afonso, vamos considerar que o início deste período se deu 1500 com a chegada de Cabral e termina em 1822, com a proclamação da independência por D. Pedro I (D. Pedro IV em Portugal).

Vamos dividir este tópico em três subtópicos ao tomar em conta os três grandes períodos econômicos que aconteceram nesta fase da História do Brasil:

1. Período pré-povoamento ou fase do pau-brasil, que vai de 1500 a 1530;
2. Ciclo da cana-de-açúcar, que vai de 1530 a 1695;
3. Ciclo do ouro, que vai de 1695 a 1822.

E estes períodos econômicos serão estudados, tendo como subtópicos, os períodos políticos que os acompanharam:

1. Expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza em 1530;
2. Sistema de Capitanias Hereditárias em 1534;
3. Governos Gerais em 1549;
4. Dominação espanhola de 1580 a 1640;
5. Governo de D. João VI em 1808.

Portanto, no próximo post, vamos retomar nossa história a partir do momento em que Cabral foi embora do Brasil e contar tudo o que se passou neste período, no qual os portugueses, achando que isto era deles, tomaram de conta do Brasil, até o momento que D. Pedro I gritou “independência ou morte” (sabendo que não ia morrer, porque, afinal de contas, o rei de Portugal era pai dele né).

Larissa Bona

Próximo post em
31.03.2010: 2.1.1. Período pré-povoamento: eles preferiram o Sitar ao Cavaquinho

Ambivalências e Engenharias

Lá passei os olhos e os dedos pelas "Linhas Gerais" do PEC e percebi que interessa continuar a rematar números para a praça pública, sem se deixar de fazer o sempre arraial político. Olhemos os números, sem esquecer as grandezas que os fabricam:
1. Continuamos a sofrer, como os espanhóis, da fatalidade de escolher entre aumento da iniciativa estatal e contenção dos gastos para acabar com o défice das contas públicas, pois se o primeiro aumenta a empregomania pública, o outro acaba com a iniciativa estatal, único reduto de iniciativa em países como o nosso; com o fim da iniciativa pública cresce desemprego e cresce busca da procura, como também crescem fenómenos subversivos de um Estado social que não pode ser sustentado por não existir economia; não basta copiar os franceses que tinham copiado os escandinavos, foi e é preciso acautelar processos;
2. É claro que a dívida pública aumentou em 2008! Para se ganhar eleições em Portugal, e isso vê-se nos programas partidários de todas as geografias ideológicas, basta juntar o social à democracia, basta apelar aos sindicatos com aumentos de ordenados e com aumento de subvenções, o que acarreta o aumento da dependência, de uma sociedade civil que, se é real, torna-se enfraquecida - entre 2005 e 2008 "o peso das despesas com o pessoal diminuiu de 33% para 26% e o das prestações sociais aumentou de 42% para 49%."; é um círculo viciado pois se todos os partidos prometem modelos económicos idênticos, sempre acabamos por recriar fenómenos de dependência - onde até se incluem a corrupção e as clientelas -, pois sempre é mais fácil recorrer ao voto fácil do que à estruturação da cultura política nacional;
3. Espera-se que a despesa com a procura interna suba dos atuais 0,3% para os 1% em 2013, com a sempre presente subida das despesas com importações de 1,7% para os 2%, mantendo-se a necessidade de financiamento externo à volta dos 8% até 2013; o adiamento do TGV para não incluir essas despesas com o aumento da necessidade de investimento, bem como a liga de interesses instalados das obras públicas, torna esse adiamento uma promessa ambivalente;
Hoje na Grécia, para além da subida definitiva do IVA dos 19% para os 21%, os funcionários públicos, que representam muito mais do que os trabalhadores do privado, organizaram uma enorme greve - por aqueles lados, tal como cá, o sindicalismo empresarial anda de rastos; pois parece que a nova revolta dos povos europeus será feito pelos "mestres" de Bolonha - não sou um deles -, atávicos, como que saídos de uma fábrica de engenharias sociais da banha da cobra, esperando o aumento das despesas sociais em países onde não existe lugar para eles, nem para o aumento das mesmas.

terça-feira, 16 de março de 2010

Factos da Década (4) : Furacao Katrina

Foi um dos piores acontecimentos em termos de trágedias naturais. Sabemos que os Furacões são frequentes naquela zona dos EUA.....
Mas este provocu danos materiais e humanos acima do imaginável.
Mil mortes e causou prejuízos a nível de dois biliões de dolares.
Foi a 29 de Agosto de 2005 que Nova Orleães, a Florida e também as Bahamas foram atingidas por este monstro chamado Furacão.
Foi precisamente nas Bahamas que tudo comecou a 23 de Agosto. Dois dias mais tarde chegar aos Estados Unidos com uma força impressionante. Com ventos de 175 milhas por hora.
Como consequência desta tragédia, milhares de pessoas ficaram desalojadas e Nova Orleães ficou danificada.
George W. Bush foi muito criticado porque o país que tinha dinheiro para a guerra do Iraque não conseguia reconstruir a cidade mítica do Jazz. Mais uma vez o presidente Norte-Americano foi injustamente acusado de ineficácia. E os Estados Unidos mostraram a sua fragilidade.....
Mais uma oportunidade para criticar o imperialismo norte-americano....

Brasil x Israel: A guerra dos túmulos?

A notícia que estampa as manchetes dos cadernos internacionais dos jornais e portais da internet esta manhã é uma polêmica causada pela visita de Lula a Israel, a primeira de um presidente brasileiro ao Oriente Médio nos últimos 100 anos.

E o imbróglio da vez foi a recusa, do presidente, à proposta israelense de visita ao túmulo de Theodore Herzl, fundador do movimento Sionista. A princípio, a agenda Lula previa apenas uma visita ao Museu do Holocausto e ao túmulo de Yitzhak Rabin.

Então, o governo de Israel sugeriu que o presidente do Brasil também visitasse o túmulo de Herzl, porque este ano se comemora o seu sesquicentenário.

O Itamaraty (Ministério das Relações Internacionais do Brasil) recusou a proposta, alegando que os dois últimos chefes de Estado, que passaram por Israel – Sarkozy e Berlusconi, não visitaram o local e, ainda, pediu esclarecimentos, uma vez que pareceu muito inoportuna tal sugestão, já que, em seguida, Lula visita a Palestina.

Em boicote à recusa brasileira, o Ministro de Assuntos Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman não compareceu à sessão especial do Parlamento israelita na qual Lula discursou e defendeu a coexistência pacífica do Estado de Israel e da Palestina, diga-se de passagem, e o fim das armas nucleares (que os judeus fabricam).

Em Israel, a atitude de Lula está a ser vista como um insulto, pois nenhum outro chefe de Estado havia recusado prestar tal homenagem, e muitos entendem que isto sabota as intenções do Brasil de atuar como mediador no conflito com os palestinos.

E para piorar, o presidente brasileiro, ao chegar à Palestina, visitará o túmulo de Arafat! Eu nunca tinha visto uma briga tão grande por conta de defuntos!

Muito embora não seja simpatizante de Lula, acredito que Israel não foi muito legal com nosso presidente, pois este, quando sair de Israel, vai à Palestina e uma visita ao túmulo de Herzl lhe criaria um mal-estar por lá, antes mesmo de chegar.

A meu ver, essa visita nunca seria proposta a Lula se, em vez de ir à Palestina, ele voltasse imediatamente para casa, depois da visita em Israel.

E acredito também, que a visita de Ahmadinejad ao Brasil, no ano passado, e a de Lula ao Irã, que está marcada para este ano, também contribuiu para tal postura de Israel.

E vocês caros leitores? O que acham? O Brasil foi mal-educado ou Israel estava mal-intencionado?

Larissa Bona

segunda-feira, 15 de março de 2010

Geração sem causas?

A minha geração vive hoje um dilema : Temos ou não causas para abraçar? Existem lutas que temos de travar? Valerá a pena? Ou chega arranjar trabalho, casar, ter filhos e seguir com a vida?

Sem revoluções à vista e com os muros todos derrubados, hoje há muito pouco para e porque lutar. Não existe nenhuma ideologia para defender, alterar a sociedade ou mesmo principios ou valores que devam ser impostos.

Abril já lá vai e o muro de berlim também já caiu há muito. Hoje, não existem grandes causas a que nos abraçamos de corpo e alma. Dedicando a vida a essa mesma luta. Nem hoje as juventudes partidárias fomentam essa batalha. Já não têm a importância de outrora. Apesar dos jovens de hoje em dia participarem cada vez mais, são lutadores e não se deixam "mandar". Têm ideias e projectos.

Mas falta ter uma causa. Porque elas hoje em dia já praticamente não existem. Os sistemas estão implementados e não precisam de ser acrescentados ou sequer mudados. Funcionam assim.

Causas como a guerra do Vietname, fim do apartheid, revolução de Abril ou Queda do Muro de Berlim ficam na memória dos nossos pais. E apenas tivemos conhecimento delas através de livros, televisão ou net.

Sendo assim, esta geração não vai ter o seu encontro com a história.

domingo, 14 de março de 2010

Historia dos Mundiais : Chile 1962


Depois da vitória em 1958, o Brasil voltou a ganhar quatro anos depois. Era a afirmação da canarinha como potência mundial.
Em 1962, os grandes candidatos à vitória eram o Brasil, URSS e a Hungria. O Chile jogava em casa e era preciso respeitar isso.
Argentina e Chile candidataram-se à organização da prova. Cabendo a sorte aos chilenos que obtiveram 32 votos contra os 10 da Argentina.
16 equipas jogaram a fase final.
Na primeira fase destaque para o facto de no jogo do grupo 2 entre Suiça e Itália ter havido vários socos. Violência foi coisa que não faltou neste Mundial. Nesta fase acabaram por passar os favoritos. Á excepção dos italianos.
Nas Meias Finais, o jogo grande era entre Brasil e Chile. Garrincha, que foi um dos heróis dos canarinhos, foi expulso neste jogo. Só que no jogo da final contra a Checoslováquia o mesmo jogador pôde actuar. Já viram isto em algum lado?
O Brasil venceu o Chile por 4-2. Na outra meia final, a Checoslovaquia venceu a Jugoslávia por 3-1.
Na final, os checos entraram a ganhar. Mas depois Amarildo, Zico e Vavá estabeleceram o 3-1 final e deram aos brasileiros o Bicampeonato Mundial. Era o nascer de um nova potência, depois de quatro anos antes ter conquistado o seu primeiro campeonato do mundo.
Este Mundial ficou marcado por três situações
1-Pelé que tinha sido a figura do Suécia 1958, sofreu uma lesão no jogo da fase de grupos contra os Checos e não mais voltaria a jogar.
2- Foi o Mundial onde se discutiu as naturalizações. A FIFA adoptou medidas rigorosas quanto a este aspecto.
3- Não havia uma lista de substâncias proibidas. Apenas o teste de Urina.
Era o fim de mais um Mundial. Daí a quatro anos, o campeonato de futebol voltaria à Europa. Mais concretamente a Inglaterra. E aí nasceu outra estrela. Seu nome?
Eusébio da Silva Ferreira!

Os Senadores piscam o olho.....

Nos ultimos discursos deste congresso, houve várias piscadelas:

Aguiar Branco pisca o olho a Cavaco Silva aproveitando a boleia de Marcelo Rebelo de Sousa. Faz defesa da sua bancada parlamentar.

Rangel pisca o olho à maioria absoluta, a Cavaco, à redução da dívida e a uma nova classe média. E à JSD...

Passos Coelho pisca o olho a um novo PEC e à votação do mesmo depois de ser eleito um novo líder do PSD

No fundo, todos piscam o olho a qualquer coisa. E o Primeiro-Ministro foi o nome mais citado.

O poder está ao virar da esquina.....

A batalha segue nas próximas três semanas....

sábado, 13 de março de 2010

Falaram os candidatos a Senadores....

Depois dos Senadores, foi a vez de falarem pela primeira vez os Candidatos a Senadores....

De Castanheira Barros nem se deve perder tempo. Pena que haja pessoas que continuam a brincar à política. Deviam ter mais respeito pelas pessoas. Pois a função de lider de oposição deve ser levado a sério.

Paulo Rangel parecia um Estadista. Sempre com as duas mãos em riste, o pequeno Salazar falou bem mas sem qualquer conteudo. Propostas? Zero! Ideias? Zero!. Pode ser que ainda venhamos a saber quais as ideias de Rangel para o país. Mas até agora nada. Para quem ganhou as eleições europeias, é muito pouco o que tem apresentado. Apesar das ideias gerais, Rangel não chega ao especifico! Nem sequer sabemos quais as suas prioridades.....

Tem sido bom a inventar expressões como "dessocratização", mas não sabemos porque devemos fazer de Rangel a nossa ultima esperança.

Aguiar Branco , apesar de ter pouca oratória, ainda revelou algumas soluções. Falou de Justiça e desemprego. Pode não chegar para a liderança, mas tem sido feito propostas e apontado caminhos.

Passos Coelho vitimizou-se demais. Aquela pega com Jardim não lhe favoreceu. Perdeu 5 mil votos. Se é que já não estavam.....Pede demasiado tempo a pedir demissões. E tem um estilo "à bastonário dos advogados". Pondo tudo em causa.

Se o partido lhe cai nas mãos, o aparelho do PSD não o vai deixar descansar enquanto líder.

Os candidatos continuaram a perder-se em questões menores. Desta vez, o numero de anos como militante foi o tema polémico! Quem tem 30 anos de filiação ou 6 meses deve ser tratado de maneira igual e não pode ser criticado por esse facto. A quantidade de anos num partido não significa maior ou menor importância. A rever! Uma ultima nota: Mais uma vez o PS e Socrates foram o alvo a abater. Mas podiam apresentar propostas e alternativas. Saber como fazem de maneira diferente. Porque é isso que todos queremos saber....

Falaram os Senadores

Em directo de Mafra, acompanho a reunião magna Social-democrata.
Falaram Marcelo, Santana e Marques Mendes.
Todos ex-lideres. Vítimas das guerras internas que "minaram" o PSD.....
É pena que num Partido como o PSD, pessoas como Marcelo, Santana e Mendes tenham sido vitimas do funcionamento do seu próprio partido.
Apesar disso, nem todos podem estar metidos no mesmo saco.
Marcelo apelou à unidade. Unidade essa que não permitiu ao Professor regressar. Foi hoje que acabou o mito do sebastianismo. Se não foi desta que Marcelo regressou em definitivo, não será nunca mais. Os rumores à volta de Marcelo irão acabar. Pois o que parece é que o Professor não tem estofo para liderar o partido. Porque quer ser o unico candidato à liderança. Não quer ter adversários nem discutir ideias. Quer que o aclamem como herói e salvador. Isso não vai acontecer nunca pois o PSD é um partido de poder.....

O que estas primeiras horas de congresso revelaram foi um regresso ao passado. De Marcelo e dos tempos em que Sampaio "matou" politicamente Santana Lopes.

Mas os Sociais-democratas têm uma boa razão para sorrir : estão cá todos os senadores, leia-se Ex-lideres, para ouvir os candidatos do futuro. Vieram cá apoiar e apontar soluções de futuro. Que os futuros lideres desejam ou não seguir.

Qual foi a razão porque estes homens não resistiram? e irá acontecer o mesmo a quem pegar no partido a partir de dia 26.........

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mulheres XXIV

Cascada, musica e beleza numa só!
Com esta cascata podemos bem nós!

Especial Eleições : Um PSD no Governo?

Hoje começa o Congresso do PSD. Não é um congresso qualquer. Pois antecede as directas de 26 de Março. Pela primeira vez desde que existem directas há um congresso antes da grande decisão. Daí que o conclave social democrata que começa hoje em Mafra seja de grande interesse. Primeiro porque os candidatos à liderança podem expor as suas ideias. O numero de palmas pode ser um indicador importante. Mas o que os candidatos vão discutir são ideias e projectos. Esta ideia de Santana Lopes (finalmente uma boa....), pode trazer beneficios para o partido. Todos sabem quais as ideias de cada um, para o que vão e o que querem. Em segundo lugar pode surgir uma surpresa. Um quinto candidato. Marcelo? o próprio Santana?.... Veremos, mas de certeza que até ao fim do congresso não se vai falar de outra coisa. E o professor vai ser o nome mais citado....Querem apostar? Vai? Não vai? é candidato? não é candidato? Com o professor é sempre assim.... Em terceiro lugar, veremos qual vai ser a reacção do partido à provável vantagem de Passos Coelho. Deixarão os barões o partido ser entregue a Angelo Correia?

Começamos hoje também a acompanhar as eleições no PSD. Escrutínio que vai ser marcada pela escolha de mais que provável Primeiro-Ministro. Por isso vai estar muito em jogo.

Teremos acompanhamento IN loco do congresso, uma entrevista a um dirigente do partido e muito mais!

Com a qualidade que é conhecida pelos intervenientes deste espaço!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Faixa de Gaza: Um esclarecimento necessário

Não gosto de entrar muito no que toca à resolução do conflito israelo-palestiniano, no entanto julgo que há alguns aspectos que devem ser esclarecidos de uma vez por todos, um deles é a questão da Faixa de Gaza. Infelizmente muitos de nós condenávamos vivamente Israel numa altura em que esta ocupava grande parte da Faixa. É muito fácil culpar Israel de tudo e mais alguma coisa dado que o povo Judeu (sabe-se lá porquê) sempre foi um alvo apetecível de abater. Todas as movimentações que se passaram em Gaza no pós-II Guerra Mundial são muito fáceis de compreender, até para um miúdo de 10 anos. Passarei então a explicar: Antes da II Guerra Mundial esta faixa era um deserto no qual viviam alguns povos de origem palestiniana era, portanto "território" palestiniano. Com o final da II Guerra cria-se o Estado de Israel. Dada a sua curta dimensão, muitos israelitas começam a comprar terras nas imediações do Estado. Essas mesmas terras foram compradas a peso de ouro aos Palestinianos que as venderam com todo o prazer. O negócio foi feito e os colonatos instalaram-se ao longo de toda a Faixa de Gaza. Os israelitas pagaram caríssimo o deserto que os palestinianos não queriam. Quando os palestinianos perceberam que os povos israelitas dos colonatos transformaram o deserto num jardim vieram todos cheios de sentido patriótico exigir a terra que (supostamente) lhes tinha sido "roubada". Assim se passou com possessões como a própria cidade de Jerusalém. Questiono agora o seguinte: Que legitimidade têm os palestinianos de exigirem território que venderam? Até que ponto é humano que obriguem os povos judeus a saírem de espaços que por eles foram comprados? É esta a justiça? Não estará o conflito israelo-palestiniano a ser visto de uma forma muito parcial? Não tenho qualquer tipo de problema em admitir que muitas das politicas israelitas para a "conservação" do território são questionáveis mas, parece-me de todo inquestionável o desejo de Israel querer preservar aquilo que no fundo "é seu". Lanço um questão para discussão: Até que ponto é que terá que ser sempre Israel a ter que ceder?

quarta-feira, 10 de março de 2010

6º Poema 2fase - Ideias e Liberdades

iniciar com uma frase
{Lamber os entre folhos corporais do poema}.
a ideia que resulta dos movimentos de gestação
implícitos a deixa inicial com que se parte,
com um aparte,libera o leitor, para as imediações erógenas da prosuposição.
deverá o poema portar a sensibilidade de uma glande?
e desinibir uma sensualidade restritamente intrínseca
a partir da primeira ideia, toda ela associada, a uma intimidade corporal?
exteriorizar a partir do interior/interiorizar a partir do exterior,
é a ambiguidade peremptória, da troca de fluxos
que remete todo o poema para um espaço de transmissões,
e talvez o egoísmo incontinente da envolvência dos corpos latente e a fugaz troca de fluidos,
retire ao criador, a razão, ou na melhor das hipóteses,
active morte em todo o contexto poético.e assim ao aproximarmo-nos do concluir da ideia,numa ultima analise conclui-se:que, a sensualidade conectada de morte, poderá mutilar a leitura,
ou em areias proibitivas, despoletar oceanos de muita satisfação.

Poema de Luis Brandao

terça-feira, 9 de março de 2010

Factos da Década : Qual foi a pior catastrofe natural da década?

As catastrofes naturais atingiram esta década. Fortemente! Foram tsunamis, sismos em que muitos deles não tivemos conhecimento, furacões e cheias..... Também houve períodos de seca e muitos incêndios......

Sempre existiram catastrofes naturais. Mas a gravidade e a celeridade com que se conhece estes fenómenos está a aumentar. Daí que a ajuda seja cada vez maior e tem-se instalado um clima de solidariedade mundial que antes não existia.

Há que pensar, e isso é tema para os geológos; porque razão o número de sismos, furacões, tsunamis tem vindo a ser cada vez maior. Obra do homem? A solo da terra está cada vez mais instavel?

É dificil responder , e as respostas demorarão muitos anos. Mas uma coisa é certa : este é um fenómeno que se tende a agravar...

e a preocupar!

Foram estas as catastrofes naturais mais visiveis a nivel planetário:

  1. Tsunami no Sudoeste Asiático
  2. Furacão Katrina
  3. Terramoto em Sichuan
  4. Terramoto no Chile
  5. Terramoto no Haiti

Qual foi o que vos chocou mais?

O Brasil e a homofobia

Marcelo Dourado


Por conta das mulatas nuas no carnaval, todos sempre tiveram a imagem que o Brasil é um país liberal. Entretanto, quem assim pensa está redondamente enganado.

Na terça-feira passada subi um post falando da censura que o CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) fez sobre uma propaganda de cerveja, por considerá-la sexista e desrespeitosa, muito embora, pelo vídeo que subi aqui, observa-se que não tinha nada demais.

E nos comentários desse post, foi muito bem lembrado, pelo Francisco, o episódio do vestido de Geisy, que quase foi linchada na faculdade, onde estudava, por vestir uma roupa curta.

Portanto, resolvi seguir com os relatos sobre a intolerância no país do carnaval, falando de uma nova polêmica que estamos a enfrentar na televisão: a homofobia.

Sei que em muitos países este programa já deixou de ser veiculado, mas aqui o Big Brother, ou melhor, o BBB (Big Brother Brasil), é um dos programas de maior sucesso de audiência e renda publicitária da TV brasileira, que atualmente está em sua décima edição.

Neste ano, numa tentativa de inovar, a produção do programa colocou três participantes assumidamente homossexuais: o maquiador Dicésar, o estudante Serginho e a jornalista Angélica, aos quais batizou de “tribo dos coloridos”.

Já na primeira prova do líder, a produção do programa trouxe ex-participantes de outras edições do programa para tentar “apimentar” mais as coisas e, dentre eles, estava o lutador Marcelo Dourado, ex-participante da edição 4 do BBB.

E foi aí que começou o problema, pois o comportamento de Dourado, relativamente aos membros da tribo dos coloridos, foi de extrema homofobia.

De cara, ele teve conflitos com o maquiador Dicésar e, nesta semana, o chamou de “viado”.

Portou-se de maneira grosseira com Sérgio, por este falar de relações gays à mesa, ao ponto de levantar-se alegar que havia perdido a fome com tal assunto. Coisa que não fez quando o participante, teoricamente heterossexual, Cadu relatou que havia se masturbado na casa, pois este é seu “brother”.

E também teve uma discussão séria com Angélica por conta do jogo e disse, que se ela não fosse mulher, a teria arrebentado e deixado no hospital.

Além de tudo, na primeira semana do confinamento, foi extremamente hostilizado pelos demais participantes devido ao seu comportamento grosseiro e machista.

Isso sem olvidar que Dourado, que tem uma suástica tatuada no braço, falou que ser xingado de gay seria a mesma coisa que ser xingado de ladrão ou nazista e, ainda, soltou a pérola que heterossexuais não pegam AIDS.

Em suma Dourado é assim: homofóbico, violento – só sabe resolver as coisas na base da “porrada”, machista e mal-educado. Mas isso é um direito dele não? Não podemos julgá-lo por isso, pois cada um tem o o livre arbítrio de comportar-se como bem entende.

E sinceramente, a atitude de Dourado me parece vergonhosa, mas não é minha maior preocupação. O verdadeiro problema, neste caso, é justamente o seu comportamento estar a ser literalmente aprovado pelo Brasil, ao ponto da sua torcida estar a dizer que há “heterofobia” contra ele.

Hoje, apesar de seus modos, é o participante mais popular do programa e deve levar os R$ 1,5 milhão (um pouco menos que 500.000€) do prêmio.

E Dourado não é o único exemplo disto, no ramo dos reality shows. Por exemplo, no reality “A Fazenda”, da Rede Record, o grande vencedor foi o ator Dado Dolabella, que enfrenta processo judicial por ter agredido fisicamente sua então namorada, a atriz Luana Piovani.

É realmente uma vergonha que isto esteja a ocorrer, porque os vencedores dos programas são escolhidos por meio do voto popular e isso significa que, se pessoas com este tipo de atitude são vencedoras, é porque a sociedade brasileira apóia este tipo de comportamento, de vez que os reality shows sempre são seu retrato.

Por fim, só me resta lamentar que a sociedade brasileira, em sua grande maioria, ainda sejamos homofóbicos, machistas, racistas, violentos e, acima de tudo, intolerantes.

Larissa Bona

segunda-feira, 8 de março de 2010

3.5 - AFONSO HENRIQUES - BULA MANIFESTIS PROBATUM

Pondo de parte o patriotismo pacóvio do "galo de Barcelos", afigura-se, no mínimo, muito duvidosa a acção de Afonso Henriques enquanto estadista. Foi o pai da Pátria? Ou limitou-se a rebelar-se contra a nobreza galega? Foi herói ou simples ferrabraz? Criou a nação portuguesa ou defez a nação galaico-duriense? Tinha visão ou foi apenas mal aconselhado?
Órfão de pai aos três anos, ficou entregue aos cuidados do fidalgo Egas Moniz. A rivalidade entre essa nobreza de Entre-Douro e Minho, contra a nobreza galega, representada pelo poderoso Conde de Trava, que terá chegado a casar em segundas núpcias com a mãe de Afonso Henriques, numa manobra por muitos considerada traição e, por outros, de grande alcançe diplomático, essa rivalidade iria ser inflamada no jovem Afonso pelo partido de Egas Moniz e dos jovens turcos que o rodeavam.
O paciente trabalho que o pai, Conde D. Henrique, e a mãe, D. Teresa, vinham desenvolvendo para subtrair a região galaico-duriense às "garras" de Leão, tornando toda a zona numa nação independente, caiu por terra naquele dia de 1128 em que Afonso Henriques lutou contra a mãe nos campos de S. Mamede.
Auto armado cavaleiro, Afonso achou que podia ser mais e auto proclamou-se Rei na sequência da Batalha de Ourique (1139), na qual saiu vitorioso contra cinco reis mouros. Sempre com a preciosa ajuda do omnipresente Santiago o "Mata-Mouros" e não sem que na véspera Cristo, em pessoa, não lhe tenha aparecido para avalizar a vitória, dando-lhe na ocasião as cinco quinas que ainda hoje são o principal elemento das armas de Portugal.
Na Conferência de Zamora (1143), Afonso VII de Leão não contestou o título de Rei ao primo Afonso. De facto Afonso VII estava envolvido em várias frentes de combate e esperava tratar do primo mais tarde. Por outro lado, sempre ficava com a Galiza segura, território sem mouros e muito mais rico que os agrestes descampados lusitanos. Acresce que mantinha a secreta esperança que Afonso Henriques viésse a espetar-se contra um exécito mouro, a breve prazo.
Há quem considere este momento e esta data (1143) a certidão de nascimento de Portugal. Porém, como se sabe, naquele tempo era preciso o aval do Papa para ser rei. O Papa funcionava, então, como um Notário de Reinos. Um Regulador de Nações.
As insistências foram muitas e as promessas ainda mais... A verdade é que só em 1179, o Papa Alexandre III, através da Bula Manifestis probatum, sancionou explicitamente o título de rei a Afonso Henriques e garantiu a independência aos seus sucessores. É evidente que a fé era muito importante. E Afonso tinha muita fé. Ainda mais importante era a vontade de esmagar infiéis. E esse é o principal passatempo de Afonso. Abaixo do Tejo havia muito mouro para aviar. Mas, apesar de tudo isto, a Bula Papal só foi tornada pública depois de ter sido quadriplicado a oferta inicial de um tributo anual. De uma onça de ouro, passou-se para quatro onças anuais. Aí sim, habemus Bula!!! Os Papas são muito sensíveis a estas questões de fé e quanto maior o tributo mais fé, logo mais graça divina. Portugal nasceu. Um mísero rectângulo ao qual falta a cabeça, a Galiza, que ficou perdida no mundo castelhano. Portugal, um país aparentemente inviável e com defice permanente, acabou, surpreendentemente, por dar novos mundos ao mundo e criar um Império. Afonso Henriques dorme o sono eterno no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Nós continuamos acordados para o defice e sem Império. Jorge Pinheiro

P(R)EC'alhadas

Parece que lá conseguimos descolar da Grécia, num processo que me parece de louvar, feito pela caríssima multinacional de relações públicas Kreab & Gavin Anderson (KGA). Nos jornais internacionais continuamos em primeira página e por cá espera-se que os impostos aumentem até 2013, naquilo que já era de esperar face às lutas sindicais e ao mais do mesmo desta economia sustentada pelos credores internacionais. É que para mostrarmos a Bruxelas que quem coordena a nossa economia, ou seja, descer o défice público para 3% até 2013, teremos, como sempre de agravar a carga fiscal. Os gregos vão já num terceiro pacote de corte de despesas, tendo de enfrentar uma possível subida do IVA de 19% para 21% - tal como cá a única forma de obter receita -, congelar pensões e cortes no 14º mês dos funcionários públicos. Num país como o nosso, ainda um pouco longe da atual situação grega, continuamos com os sindicatos que, apesar de muito legitimamente convocarem greves, ainda não entenderam que já não podem fingir-se Ali-Babás tentando resgatar o tesouro aos quarenta ladrões; continuamos com candidatos do PSD sem grandes ideias de monta para a reformulação da economia, no que me parece ser a continuação do que eles sabem ser o sistema de benefício próprio deles e dos restantes partidos, ou para não ser tão cínico, talvez o problema fica-se pela falta de criatividade; continuamos presos à ideia de uma economia distributiva sem antes termos acautelado uma economia forte que conseguisse apresentar tecido industrial, pelo menos, para consumo interno. O FMI ou a UE podem vir aterrar em Figo Maduro daqui a uns dois anos e podem com certeza resolver o problema do défice e injetar uns quantos euros e podemos até ver um arranjo sério e patriótico entre todos os partidos, que voltaremos à mesma roda da fortuna onde sempre, parece, acabamos por voltar; pois teimamos em copiar os outros no que eles têm de contemporâneo sem nunca acautelarmos os processos.

domingo, 7 de março de 2010

Olhar a Semana - Sumo novo....

Três setas, três candidatos a prováveis futuros Primeiros-Ministros

Daí que o próximo acto eleitoral laranja seja de grande importância. Não só para o partido mas principalmente para o país.

Passos Coelho, Rangel ou Aguiar Branco, um deles vai combater Socrates durantes os próximos 4 anos.

Esta semana com os debates ficámos com a sensação que a laranja está menos azeda e com fortes possibilidades de se tornar a fruta preferida dos portugueses. Os três candidatos apresentaram-se em grande forma. Apresentaram ideias, marcaram diferenças ( menos entre Rangel e Aguiar Branco...) e não perderam tempo em insultos e questões mínimas.

Ao contrário do que sucedeu em anteriores campanhas, a que se vai iniciar depois do congresso vai ser mais interessante e discutida.

Resta saber se estes candidatos serão bons lideres partidários ou excelentes primeiros-ministros.

Não partilho da opinião da maioria dos "comentaristas" que acham estes candidatos fracos. E que não existe alternativa. Se calhar é tempo de mudar os "comentaristas", da mesma forma que desta vez se mudou os candidatos-tipo à liderança do PSD.

Depois dos "mitos" do PSD; Santana Lopes,Mendes, Menezes e Ferreira Leite terem perdido e sofrido copiosas derrotas, chegou a altura dos sociais-democratas arranjarem pessoas credíveis, com ideias e preocupadas em arranjar soluções para os país. Nem mesmo o desejado "Marcelo", parece conseguir trazer sumo novo à laranja.

Chegou o tempo da Laranja, pois a Rosa parece estar a murchar....

sexta-feira, 5 de março de 2010

Ilhas Gregas no mercado....

Para fazer à crise económica que o país atravessa, o PM grego parece que vai colocar à venda as suas maravilhosas e exóticas ilhas.....

Está então aberta a caça às ilhas gregas. Eu já escolhi! Itaca!!!

MST - "Eu acho que...."

Miguel Sousa Tavares é o típico Jornalista que necessitamos. Frontal, directo, polémico e controverso.
O seu novo programa mostra esta faceta de MST.
Não tem medo de perguntar, não se coibe de emitir a sua opinião. Mesmo que prejudique o seu programa ou a imagem. Desengonçado, cabelo em pé, sem gravata e com um discurso pouco jornalistico. Não tem aquele tom que a maioria dos comentadores tem. Se repararem em Pacheco Pereira, nota-se que tem um tom pausado e clarividente. MST não tem nada disso. Faz poucas pausas e o seu discurso é contínuo. Mesmo assim, o ponto onde quer chegar é perceptível por todos.
Mesmo a escrever, MST consegue ser diferente.
As suas entrevistas a Socrates e Gonçalo Amaral mostram bem que existe um estilo "MST". Às vezes não sabemos quem é o jornalista e o entrevistado. Quem está ali para responder ou fazer as perguntas.
Expressões como "Eu acho que....", "não concordo"; "Eu penso"; "eu tenho a certeza", fazem parte das entrevistas de MST.
MST é daqueles jornalistas/opinion makers que ou se gosta ou detestamos.

Fazem parte de qual grupo?

quinta-feira, 4 de março de 2010

South Africa : The Wildlife part II

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Over 200 mammal species

With well over 200 species, a short survey of South Africa's indigenous mammals is a contradiction in terms. A few examples will help to indicate the range.

In terms of appeal, primates rate highly. In South Africa they include the nocturnal bushbabies, vervet and samango monkeys, and chacma baboons which - encouraged by irresponsible feeding and under pressure through loss of habitat - have become unpopular as raiders of homes on the Cape Peninsula.

Dassies (hyraxes, residents of rocky habitats) and meerkats (suricates, familiar from their alert upright stance) have tremendous charm, although the dassie can be an agricultural problem.

The secretive nocturnal aardvark (which eats ants and is the only member of the order Tubulidentata) and the aardwolf (which eats termites and is related to the hyena) are two more appealing creatures, and both are found over virtually the whole country.

And for those who like their terrestrial mammals damp, there is the widely distributed Cape clawless otter, which swims in both fresh and sea water. The spotted-necked otter has a more limited territory. Both are rare, however, and difficult to spot.

One mammal whose charm is recently acquired is the wild dog or Cape hunting dog, one of Africa's most endangered mammals. Once erroneously reviled as indiscriminate killers but now appreciated both for their ecological value and their remarkably caring family behaviour, wild dog packs require vast territories.

They are found in small numbers in the Kruger National Park and environs, northern KwaZulu-Natal (including the Hluhluwe-Umfolozi Park), the Kalahari, and the Madikwe reserve in North West province.

More common canine carnivores are the hyena, jackal and bat-eared fox. Feline carnivores - besides the big cats mentioned above - include the caracal with its characteristic tufted ears, the African wild cat and the rare black-footed cat. Other flesh eaters include the civet, genet and several kinds of mongoose.

The plant eaters are well represented by various antelope, from the little duiker to the large kudu and superbly handsome sable antelope, which is found only in the most northerly regions.

Mammals take to the air, too: South Africa is well endowed with bat species.

Marine mammals and fish

And they take to the sea. The largest mammal of all - in South Africa and the world - is the blue whale, which can grow to 33 metres in length.

But of the eight whale species found in South African waters (including the dramatic black-and-white killer whale), the most frequently seen by humans is the southern right whale. This imposing creature comes into coastal bays to calve, allowing for superb land-based viewing.

The southern right whale represents one of conservation's success stories. Once considered the "right" whale to hunt, its population became so depleted that it was designated a protected species. With the greater familiarity that their return to the coastal bays has produced, they are now as well loved as the many dolphins in our coastal waters.

South Africa's seas are rich in fish species. Perhaps the most awesome of these is the great white shark, but this is only one of more than 2 000 species, comprising 16% of the world's total. Various line fish, rock lobster and abalone are of particular interest to gourmets, while pelagic fish (sardines and pilchards) and hake have large-scale commercial value.

The Crocodile ... and other reptiles

Less generously endowed with freshwater fish – 112 named species, a mere 1.3% of the world total – South Africa nonetheless has one river-dweller that is, as much as any of the Big Five, a symbol of Africa. The crocodile still rules some stretches of river and estuary, lakes and pools, exacting an occasional toll in human life.

Other aquatic reptiles of note are the sea-roaming loggerhead and leatherback turtles, the focus of a major community conservation effort at their nesting grounds on the northern KwaZulu-Natal shoreline.

South Africa's land reptiles include rare tortoises and the fascinating chameleon. There are well over 100 species of snake. While about half of them, including the python, are non-venomous, others – such as the puff adder, green and black mamba, boom slang and rinkhals – are decidedly so.

The country's comparative dryness accounts for its fairly low amphibian count - 84 species. To make up for that, however, South Africa boasts over 77 000 species of invertebrates.

Birdlife

Birders from around the world come to South Africa to experience the country's great variety of typically African birds, migrants, and endemics (those birds found only in South Africa).

Of the 850 or so species that have been recorded in South Africa, about 725 are resident or annual visitors, and about 50 of these are endemic or near-endemic.

Apart from the resident birds, South Africa hosts a number of intra-African migrants such as cuckoos and kingfishers, as well as birds from the Arctic, Europe, Central Asia, China and Antarctica during the year.

South Africa's birdlife ranges from the ostrich - farmed in the Oudtshoorn district of the Western Cape, but seen in the wild mostly in the north of the country - through such striking species as the hornbills to the ubiquitous LBJs ("Little Brown Jobs").

One small area alone, around the town of Vryheid in northern KwaZulu-Natal, offers wetlands, grasslands, thornveld and both montane and riverine forest, and around 380 species have been recorded there.

A birder need not move out of a typical Johannesburg garden to spot grey loeries, mousebirds, hoopoes, hadeda ibises, crested and black-collared barbets, Cape whiteyes, olive thrushes ... or a lone Burchell's coucal poking clumsily around a tree. And that would by no means complete the list.

Among the most spectacular birds of South Africa are the cranes, most easily spotted in wetlands - although the wattled crane is a lucky find as it is extremely uncommon. The beautiful blue crane is South Africa's national bird, while the crowned crane is probably the flashiest of the three with its unmistakable prominent crest.

Among its larger bird species, South Africa also has several eagles and vultures. Among its most colourful are kingfishers, bee-eaters, sunbirds, the exquisite lilac breasted roller, and the Knysna and purple-crested louries.

text of Gillian Hefer (www.gillianhefer.blogspot.com)

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