terça-feira, 30 de novembro de 2010

2.1.11. Período pré-povoamento: vai que é tua, Martim Afonso de Sousa

Martim Afonso de Sousa


No post anterior vimos que D. Manuel I faleceu e, em seu lugar, assume D. João III que, por sua vez, envia Cristóvão Jacques, novamente, ao Brasil para tentar proteger o território dos piratas, que saqueavam o pau-brasil.

Nesta segunda expedição guarda-costas, Cristóvão Jacques atua com barbaridade contra piratas franceses, que eram financiados pelo Palácio de Versailles, o que cria uma crise diplomática entre França e Portugal, que foi resolvida a base de muito suborno e vistas grossas.

Em 1528, Cristóvão Jacques retorna a Portugal e tem uma conversa séria com D. João III. Ele informou o óbvio ao Rei de Portugal: não havia de condições de proteger o território brasileiro apenas com expedições guarda-costas e a única maneira de Portugal não perder aquele território seria promovendo a sua colonização.

E aproveitando a deixa, Cristóvão Jacques se ofereceu não apenas para executar a missão por ele mesmo sugerida, mas também para arcar com os custos da empreitada.

Ao ouvir isso, D. João III chegou à conclusão que, realmente, os custos para organizar essas expedições militares eram muito altos (não só financeiro, mas também político – vide os problemas com a França) e que o comércio com o oriente estava entrando em decadência, portanto, Cristóvão Jacques tinha razão: o momento certo de colonizar o Brasil havia chegado.

Só que Cristóvão Jacques estava com “o filme queimado” com o Rei, como se diz aqui no Brasil, pois D. João III continuava furioso com os problemas que teve com a França por conta de Jacques.

Por isso, o Soberano fez ouvidos de mercador à proposta de Jacques de povoar o Brasil (que até a presente data espera uma resposta de D. João III) e disse “vai que é tua Martim Afonso de Sousa”, isto é, nomeou este nobre e militar português, que era seu amigo de infância, para chefiar a expedição que é considerada pelos historiadores como a primeira expedição colonizadora do Brasil.

Assim, em 03 de dezembro de 1530, uma esquadra de quatro navios, com quatrocentos homens partiu de Lisboa rumo ao Brasil com o objetivo de povoar, defender e explorar o território.

Secretamente, a expedição de Martim Afonso de Sousa tinha mais um objetivo: avançar em direção ao interior da colônia para ultrapassar a linha de Tordesilhas e, conseqüentemente, aumentar o domínio português, afinal de contas, o que é achado não é roubado.


E assim termina o relato do Período Pré-Povoamento do Brasil. No próximo post, iniciaremos uma nova fase da História do Brasil: o Ciclo da Cana de Açucar.


Larissa Bona


Próximo post em 14.12.2010: 2.2. Ciclo da Cana de Açúcar

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Catalunha 2 , Castela 0

Segunda vitória para a Catalunha frente à Capital Madrid.

Depois das eleições de ontem na Região terem dado uma vitórias aos independentistas liderados por Laporta, o Barça humilhou os seus rivais de castela...

A luta conitnua...

Figuras da Década (11) : Gato Fedorento

Começaram com um programa de menor dimensão na Sic Radical, atingiram o apogeu na estação principal, depois foram para a estação publica mas rapidamente regressarem à base.

A série Meireles, Fonseca e Barbosa fez o país chorar de riso com actuações fantásticas como "eles falam falam falam" ou "onde e que está o papel....", ou mesmo " o gajo d´alfama....", sem esquecer ou "abominavel homem das neves....". É verdade também às vezes falar sem ser à calão "tá malllll".

Na RTP, os sketch de "Lopes da Silva" não teve tanto êxito como as suas congeneres na televisão privada, mas "diz que é uma espécie de magazine", revolucionou este quarteto que entendeu comentar de forma humoristica a actualidade nacional e internacional. Era o regresso do formato Herman mas com mais piada e menos ordinarices. Uma das grandes " conquistas" deste programa foi a rubrica "tesourinhos deprimentes" , em que os quatro da vira airada iam buscar situações cómicas da televisão portuguesa. Foi aqui que fizeram o famoso sketch do professor Marcelo aquando do referendo do aborto, o julgamento de Saddam entre outros.

Apesar dos excelentes personagens criados pelos Gato nesta série, foi a imitação de Ricardo Araujo Pereira a Paulo Bento. A tranquilidade foi dificil de manter devido ao enorme riso que a "personagem" causou no publico português-

O regresso à SIC fez-se com Ze Carlos, um famoso personagem dos Gato na série Fonseca! As imitações a Socrates marcaram esta fase.

O ultimo programa dos quatro magnificos foi em tempo de eleições legislativas de 2009, RAP fez perguntas a quase todos os politicos portugueses num momento importante. Até o General Ramalho Eanes foi ao programa com a sua Uzi e metralhadora.......

Nesse programa era retratado um pouco do dia a dia da campanha para as legislativas, mas as autárquicas não ficaram esquecidas. Muito engraçado o momento em que os Gato foram para a rua à procura de cartazes divertidos. Também esse momento foi uma risota.

Espera-se o regresso destes 4 magnificos para 2011...

Que venham porque são muito bem vindos. A nossa sociedade precisa deste tipo de humor!

Associação Nacional das Tradições Portuguesas

São princípios e objectivos da Associação a PROMOÇÃO, DEFESA e DIVULGAÇÃO das tradições portuguesas :

em todas as actividades que se desenvolvam num quadro de harmonia e respeito pela natureza e pelo património histórico, preservando a cultura de cada região, designadamente:

o folclore e os cantares,

as romarias e as procissões, o traje e o artesanato,

a gastronomia e os vinhos,

a caça e o tiro, a pesca,

a tauromaquia e a equitação.

Principal promotor desta Associação : Bernardo Mesquitella.

Vê a Pagina da Associação no Facebook http://www.facebook.com/photo.php?fbid=154356174594721&set=a.148505915179747.23836.100000610177357#!/group.php?gid=222092189733 e adere

domingo, 28 de novembro de 2010

Olhar Direito - O leme vai na mesma direcção?

Esta semana assistimos a uma greve geral que paralizou o país por completo. Embora o intento dos Sindicatos tenha sido conseguido não considero que o rumo do governo vá mudar, até porque nesta altura infelizmente todos têm de fazer sacrificios, e não é só o Orçamento de Estado que nos vai cortas as asas, mas sim o estilo de vida que vamos de mudar e as novas formas de convivência social.

Já estamos habituados às greves e manifestações envolvendo milhares de pessoas contra os governos, mas a realidade é que em Portugal essas formas de luta têm tido muito pouco resultados à medida nos vamos afastando do 25 de Abril e caminhamos para uma sociedade cada vez mais informada e consumista. Não estamos de acordo com estas medidas é certo! Não temos culpa de levarmos com elas em cima, também não é mentira! Estamos a pagar a factura de erros que poderiam ser evitados, mas os portugueses sabem que se formos pela demagogia do facilitismo e de adiar novamente cairão num buraco em que será impossivel recuperar.

Assim, a greve geral de Quarta Feira passada foi apenas um sinal dado por alguns sectores da nossa sociedade que querem mudanças radicais, criticando por criticar e nunca estando satisfeitos com politica nenhuma. Um exemplo disso mesmo foi o protesto dos trabalhadores da AutoEuropa que receberam aumentos salariais esta ano e mesmo assim estiveram de greve.....

Penso que os portugueses estão um bocadinho fartos deste discurso em que está tudo mal, mas depois vem um outro governo e criticam na mesma. É altura também de mudar os nossos lideres sindicais....

É que a outra parte dos portugueses que trabalharam na Quarta Feira por vezes também querem protestar só que não podem devido ao "sistema".

E não me parece justo que só um sector é que possa gozar destas regalias .....

sábado, 27 de novembro de 2010

Bandeira da Russia

A história da Bandeira Russa é tão enigmática como o próprio país, mas aqui vão as versões encontradas;

A primeira surgiu que em 1699, Pedro o Grande, estava nos Países Baixos e que tinha de dar uma bandeira à futura marinha que iria acompanhá-lo.

Outra refere que em 1667 a primeira embarcação da marinha russa. tinha a uma bandeira hasteada. Essas cores provinham do escudo moscovo na qual apareciam São Jorge com uma armadura branca, montado num cavalo branco, levando um escudo e capa azuis, sobre fundo vermelho. Esta bandeira apenas foi autorizada a ser usada em terra a 7 de Maio de 1883. Antes era a bandeira oficial da marinha mercante.

Só que devido a razões históricas esta bandeira sofreu alterações de várias ordens. Em 1917 após a revolução bolchevique e quando surgiu a União das Republicas Socialistas Soviéticas.

A 22 de Agosto de 1991 a Federação Russa readopta o modelo de 1883, sendo celebrado um Dia da Bandeira!

De facto, esta foi a bandeira usada durante quase todo império russo!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Assembleia de Pinguins - Morte ou Prisão XXII

(...)

Os habitantes da ilha estavam expectantes em relação ao que os narvais iam fazer em relação às Orcas, porque todos desejavam a morte das baleias assassinas, especialmente as duas comunidades que tinham sido vítimas dos seus ataques: os pinguins e as focas. Ninguém mais do que eles queria ver sangue de orca naqueles mares.

Para surpresa de todos os narvais tiveram duas atitudes: Dick Joe e Marshall isolaram The Killer, enquanto as duas outras baleias do gelo tornaram difícil os movimentos da Assassina para tentar salvar o seu companheiro. Com esta táctica as Orcas agora tinham de lutar sozinhas e o facto de estarem em desvantagem numérica impossibilitava qualquer tentativa de ataque ou aliança entre elas para matarem os seus inimigos. Também era impossível resistir e o destino delas estava agora naquilo que as outras baleias desejassem, mas como se tratava de uma Brigada que estava treinada para matar e que era conhecida por não deixar o seu trabalho por concluir, muito dificilmente as baleias indesejadas sobreviveriam, até porque mais tarde viriam reforçadas com um contingente ainda maior.

Foi isso que aconteceu, rapidamente The Killer foi morto, pelos irmãos Dick e Marshall, deixando a Assassina como a única sobrevivente e nas mãos dos adversários. Ela não queria acreditar, mesmo assim ainda tentou chamar ajuda através dos seus gritos, mas era muito conseguir que fosse salva em qualquer circunstância.

No entanto, algo inesperado surgiu no meio daquela batalha. - Tendo em conta que as focas e os Penguzan sofreram com esta baleia, acho que devem ser eles a decidir qual o destino da Assassina – frisou Dente. - Concordo em absoluto, eles têm o direito a se vingar e ajustar contas com esta assassina que lhes fez mal – concluíram Dick e Joe Marshall. Zéguim interviu de imediato. - Caros Narvais , obrigado pela confiança que nos dão ao deixar nas nossas mãos e pés o futuro desta baleia assassina que comeu um dos nossos irmãos. É um gesto muito simpático da vossa parte que tão cedo não esqueceremos, isto para além de conseguirem acabar com o perigo que rondou pela nossa ilha. Dente rispostou: - Mestre Zéguim, é com todo orgulho que ouvimos as vossas palavras. Seja qual for o caminho escolhido por V.Exas acataremos e cumprimentos com o máximo profissionalismo a nossa missão. - Irmão Dente, iremos tomar uma decisão, mas para isso necessitamos de realizar uma Assembleia para saber de que lado está a maioria. As opções são entre matar ou poupar a vida desta criatura? - Exactamente, e ao poupar a vida desta baleia ela será levada para a nossa prisão e só sairá de lá ao fim de 10 anos e com um chip instalado que nos permitirá controlar todos os passos dela. Ou será morta ou então ficará presa, o destino a vocês pertence. - De acordo, vamos realizar de imediato a Assembleia para saber o que os nossos companheiros querem fazer com esta assassina. Minutos depois o som que informava a realização de uma nova Assembleia tocou e os Penguzan reuniram-se na Pedra Zavi para discutir o futuro de um inimigo.

(continua dia 1 Dezembro)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Thanksgiving

Greetings. Today in the United States is a special holiday, which we call "thanksgiving." It is our harvest festival, when we celebrate the bounty of our land and reflect on the good fortunes that we have had in our lives.

The origins of the holiday go all the way back to 1620, when the Plymouth Colony was founded by colonists from England, in what is today Massachusetts. We call these people the "pilgrims" because they were searching for a place that they could practice their manner of Protestant Christianity; they are also called "Puritans" because their religion had very strict codes of conduct for dress, social activities, and personal thought. They, however, would have called themselves "Dissenters" because they believed that the official religion of England, the religion known today as Anglican Christianity, had been corrupted and they were expressing the true religion.

Personally, I am not a believer at all, but I still see much to admire in the voyage of these brave people. They did not want to have their religious views cause tension and violence, they believed in hard work, and they did think of themselves as Englishmen, so they found a way to express their religion, industry, and patriotism all at once by becoming colonists in the New World. The voyage across the Atlantic took nearly two months and was filled with risk of heavy storms, bad winds, lack of food and medicine, overcrowding, bad sanitary conditions -- it does not take much imagination to understand how unpleasant it must have been for over three hundred people to be crowded together in a boat only a little larger than a modern tugboat, powered only by sail, for two months away from land.

So when they landed more or less safely in what is today Massachusetts, they were deeply relieved; they held a celebratory feast. The first Thanksgiving was probably celebrated with a meal of freshly-caught cod from the Grand Banks, local venison, and stores from the ship of sweets made with sugar and chocolate. Some contributions were made from local native Americans, from the Wampanoag tribe, contributed maize, winter vegetables, and local game. The Dissenters and the Wampanoag were friendly and established trade relations; at the feast they sang songs, danced, and taught each other their langauges.

Sadly, the example of friendship and cooperation set at the early feast was to prove the exception rather than the rule for much of American history; while history is filled with myths about relations between the European colonists and the natives, the truth is much more ambiguous on both sides but in the end the Europeans wound up in control of the land and the natives were squeezed out of the territory. And just like we U.S. Americans tell one another that the first Thanksgiving feast was repeated every year to commemorate the event, in truth the custom was not revived until after the Revolution against England.

Our first President, George Washington, called for a feast of Thanksgiving at the time of harvest during his first Administration. Washington's Thanksgiving feast came in October to coincide with the harvest. The state of New York adopted the holiday as an annual, repeating event in 1817, but it was not until the Great Depression that the holiday was made national. President Franklin Roosevelt called on Congress to make it an annual Federal holiday during the Great Depression and used the event to encourage Americans suffering from tough economic times to take stock of what they had and realize that it wasn't as bad as they had thought.

The classic image of an American Thanksgiving feast is found in one of a series of four famous paintings by American artist Norman Rockwell, called "Freedom from Want," which I have posted to the left.

While there are variations on this, the basic idea remains the same -- Thanksgiving is a time for gathering friends and family together, and sharing a traditional meal. The classic foods eaten are roasted turkey, a bread-and-celery stuffing (sometimes with pork sausage or oysters in it), mashed potatoes with gravy made from the turkey's dripping, yams or sweet potatoes, long green beans made with onions and cream, jellied cranberries (often sweetened with oranges), and a pastry pie made from pumpkins.

Because some of these foods are not easily available in late November in all parts of the U.S.A., alternative traditions have come up. In the southeastern U.S., turkeys are less common in the wild so a ham would often be substituted for the turkey; pumpkins grow less well in the warmer climates, so a pie made from pecans would be substituted for the pumpkin pie. In the western states where I live, spicier flavors are added with hot peppers; in the northwest, salmon is sometimes used because of its abundance; in the central plains states, the stuffing for the bird is often made from corn rather than bread. And since modern families move around our country with some frequency for various economic opportunities, these different food traditions have become well -mixed, so if you're fortunate enough to be in the U.S.A. at Thanksgiving time, you may get any combination of these traditional dishes depending on the exactly mixture of traditions of the families you find yourself with.

This is a holiday which in my experience brings out the best in Americans. It highlights our love of sharing meals with friends and family. People travel more for Thanksgiving than any other time, more even than for important religious holidays like Christmas and Easter. People will reach out to their friends and invite them over for the feasts together because they take care to learn who is alone for the holidays. Should you be fortunate enough to be in the States at this time of year, it will not be difficult for you to find an invitation to a friend's home for the celebration, and you will find yourself faced with an astonishing amount of food. Come hungry, enjoy your friends with good food and shared wine, and give thanks for the good things in your life.

Of course, no one should need an excuse to do these things because they are good any time -- but it's a great tradition to have the whole country stop, take a day off work, and celebrate.

Lifetime in Istambul...

In İstanbul, all parts have a different character, you can feel it even at your first step. In Istanbul my favourite place is Fenerbahce, so I start with it. Yes, Fenerbahçe is also the name of my favourite football club, the team takes its name from the place. I prefer to go to Fenerbahçe when I wanna have breakfast or get a walk in the park or have tea or cofee with friends. Also, Fenerbahce Stadium is placed there, so two colours are dominant in Fenerbahçe, yellow and dark blue (the colours of the football club)

This year I was there when Fenerbahçe was playing the last game to get the championship. It was great view, yes, hundreds of people were togehter, watching the game from giant screens which were set in the streets, yelling, enjoying. But, the nightmare turned true and Fenerbahce lost the game and the championship as well. It’s terrible to remember even now!

The other favourite place of mine is Bebek. Bebek is a place that you can view all Boshporus. You can have breakfast or cofee by seeing great view there. But Bebek is more popular at nights, Bebek means İstanbul Night Life to us J The famous clubs are placed there. You can have your supper and dance there, but I should warn you that those clubs are quite expensive. (they are worth it, anyway!) We have our birthday celebrations in those clubs and really anjoy a lot!
And Taksim.. Actually I don’t like this place so much but most of my friends spend their Friday or Saturday nights here and enjoy a lot. I should admit that Taksim is a beautiful place, especially in Winter, when it snows. In those times, the view is really amazing, I don’t know why but I find it romantic as well. When you are in Taksim, even walking is not easy because of the people, it’s so crowded. You can see all kind of people here. Tourists with their cameras and curious eyes, students with their book under their arms, families and couples hand in hand.. In Taksim, there is a street which is named “Asmalı Mescid” and comprised from really good pubs. My Taksim-lover friends spend their night in this street drinking beer. I tried to join them a few times, but this is not my style to enjoy.

text of Aysegul Durmus..

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Medidas anti-crise

Rita Pereira dá o mote para combater a crise....

Sejam mais expressivos....

Assembleia de Pinguins : Vitória para ..... XXI

(...)
Com todos a postos para a luta, cabeu aos Narvais a honra de desferir o primeiro golpe. Dente avançou, parou por momentos mas de repente saltou para cima do Sonhador. Este conseguiu desviar-se mas o enorme dente do Narval furou um pouco a pele da Orca, provocando um enorme rugido que assustou toda a Ilha. Os pinguins e os restantes animais aplaudiram e regojizaram-se com o este feito. Uma mancha enorme de sangue surgiu no mar que ladeava as Caçarola. Era sangue de Orca, e assim os narvais ficavam em vantagem numérica.

Logo de seguida à morte do Sonhador, as baleias assassinas ficaram enraivecidas e começaram a bater com as caudas no mar dando sinal que estavam furiosas e prontas para derrubar tudo o que lhes aparecia pela frente. Depois de terem matado uma Orca, os Narvais começaram a atacar em pares para ficarem em vantagem nas lutas. Desta vez Dick Joe e Marshall ladearam The Lucky Animal, mas este teve a ajuda de Cork. Só que atrás dele vinha Dente. A Assasina media forças com Cabeça de Urso e The Killer enfrentava Infeliz. A orca conhecida dos pinguins matou num instante Cabeça de Urso provocando a primeira baixa nos Narvais, mas a baixa seria recompensada com a rápida derrota de The Lucky animal que não aguentou travar a luta com dois gigantes.

Nas Orcas ainda restavam a Assassina e The Killer já que Dente conseguiu matar mais um adversário. Os Narvais ainda tinham Infeliz, Dente, Dick Joe e Marshall e chorando a perda de Cabeça de Urso.

Quatro narvais para duas Orcas era morte certa para as baleias assassinas, mesmo assim os Narvais quiseram organizar-se e pensar no que se havia de fazer com os animais que ainda restavam.....

Fora da batalha de combate, os espectadores pediam uma morte rápida, especialmente os pinguins e as focas que haviam sofrido baixas humanas aos dentes daqueles monstruosos animais. Queriam vingança a todo custo bem como ter um jantar mais gostoso do que o habitual.

- Nós não nos rendemos.Uma Orca nunca se rende. Terão de nos matar até à ultima mas jamais seremos motivo de gozo por atirarmos a toalha ao chão. - avisou de imediato a Assassina.

Os Narvais acabaram a conferência e voltaram-se para as baleias e ..........

( continua dia 26...)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Tiririca sabe ler


Dilma foi eleita, mas a grande atração das Eleições Gerais de 2010 foi o palhaço Tiririca.

Com slogans como “Vote no Tiririca, pior que está não fica”, “Vote no abestado” ou “Você sabe o que um deputado faz? Eu também não sei, mas vote em mim que depois eu te conto”, Tiririca foi o candidato a Deputado Federal mais votado do Brasil, com 1,3 milhões de votos de eleitores paulistas.

Desde o início, o Promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes, indignado com a candidatura e o deboche de Tiririca, começou a buscar formas de impugnar a sua candidatura, até que achou um bom argumento: o que de Tiririca não sabia ler.

A Constituição Federal brasileira é clara ao dizer que analfabetos podem votar, mas não podem ser votados e, com base nisso, o Ministério Público entrou com ação alegando que Tiririca era analfabeto e que a declaração por ele apresentada era falsa, pois um estudo grafotécnico demonstrou que o documento havia sido escrito por outra pessoa.

Tiririca foi submetido a um teste de ditado e leitura pela Justiça Eleitoral, muito embora tenha se recusado a fazer perícia para avaliar a veracidade da declaração fornecida para registro de sua candidatura, pois ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo, nos termos da Constituição Federal (caso fosse comprovada a falsidade do documento, Tiririca estaria incorrendo no crime de falsidade ideológica).

Ele leu dois trechos de reportagem de um jornal e fez um ditado de um trecho de um livro publicado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.

Muito embora o Ministério Público alegue que o desempenho de Tiririca foi terrível, pois não chegou a ler e escrever nem 30% dos textos, e um exame técnico tenha declarado Tiririca como analfabeto funcional, a Justiça Eleitoral se disse satisfeita com o desempenho do candidato, que deve ser diplomado e assumir seu lugar no Congresso Nacional.

O Promotor ainda tentou pedir novo teste de alfabetização, mas o Conselho Nacional do Ministério Público entrou com uma reclamação disciplinar contra ele, sob a alegação de que a forma como está conduzindo o caso não condiz com o papel que o Ministério Público deve desempenhar, pois declarações do Promotor na imprensa demonstram que a perseguição a Tiririca tornou-se algo pessoal.

Pessoalmente, acredito que, de fato, o Promotor apenas se desgasta quando segue nessa cruzada contra Tiririca, porque, querendo ou não, ele foi eleito com 1,3 milhões de votos, muito mais do que Plínio Arruda Sampaio, quarto lugar na corrida presidencial.

Se Tiririca era analfabeto, cabia à Justiça Eleitoral e o próprio Ministério Público haver averiguado isso quando do registro da sua candidatura, não depois de eleito.

Aliás, a eleição de Tiririca demonstra não somente como a classe política está com a imagem desgastada diante do eleitor brasileiro, mas também a falência do nosso sistema eleitoral, com votos proporcionais, uma vez que o pior de Tiririca não é ser analfabeto, mas sim a sua enxurrada de votos ter eleito pessoa como Valdemar Costa Neto, ex-deputado que perdeu o cargo em um escândalo de corrupção.

Larissa Bona

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O FMI já anda por cá

Apesar de Socrates, Cavaco Silva, Teixeira dos Santos afirmarem que Portugal não vai precisar de recorrer ao FMI, a verdade é que os homens designados pela instituição já estão em Portugal há mais de um mês a preparem as linhas orientadoras da nossa economia. Não foram ainda vistos por nenhuma entidade nacional, mas Olhar Direito sabe que estão algures escondidos no centro de Lisboa.

Após uma intensa investigação feita pela nossa equipa, divulgamos em primeira mão o nome daqueles que vão tomar conta do nosso Portugal nos próximos meses, quiçá anos.

Apresentamos os “salvadores” da esquerda para a direita :

Lincoln Hungelim – Ele é o responsável pelo controlo dos nossos políticos. Estará atento a qualquer movimentação feita por Santos Silva, Silva Pereira, Sócrates, Teixeira dos Santos e até Aníbal Cavaco Silva. Se uma destas personalidades fizer a mais pequena ameaça, Lincoln avisará de imediato a NATO e esta actuará sem apelo nem agravo. Qualquer perigo à nossa economia será eliminado.

Jenna Fulridge - A única mulher da equipa do FMI. Terá a seu cargo o controlo de todos os banqueiros portugueses. Sem ela não vai ser possível fazer uma única transacção neste país, quanto mais um levantamento numa caixa multibanco. Assim, sempre que for preciso retirar dinheiro do banco ou até do multibanco vai ser necessário a autorização desta senhora. Este procedimento vai levar certamente a problemas de burocracia e depressão, já que somos dos países que mais usa o multibanco na Europa. Empréstimos também é da supervisão dela, sendo que vai ser difícil proceder a empréstimos para comprar um cão.

Mike Sarracen – É o cérebro e líder desta equipa. Tem a seu cargo o controlo das contas públicas, do défice, da despesa. No fundo, é ele quem vai ter o Orçamento de Estado em mãos podendo fazer deste tanto uma massa à bolonhesa como uma francesinha. É o responsável pelas orientações económicas do país e a quem todos deverão prestar vassalagem sob pena de acordar mal disposto e decidir levar o país a total bancarrota.

Luke Simonsen – Braço direito de Mike Sarracen, este homem de 52 anos terá a seu cargo o controlo das polícias financeiras. Terá a missão de encontrar casos de corrupção, branqueamento de capitais, burlas, falsificação de documentos bem como encobrimentos político-partidários, de forma a eliminar os cancros que estão a minar o crescimento económico de Portugal. É provável que com a entrada deste homem se assista a uma grande migração por parte de muitos portugueses. A evasão fiscal também está a cargo deste homem.

Mark Travalassa – Sinónimo de eficácia e perspicácia, Mark andará pelo país para saber que Institutos e Empresas publicas podem desaparecer bem como o número de funcionários públicos que não são precisos. Também avaliará a relação qualidade/ preço de alguns investimentos públicos feitos desnecessariamente.

Ricky Salmone – Representante do FMI junto deste organismo bem como da UE e Banco Central Europeu. Terá apenas a missão de informar estes organismos dos progressos feitos. É o único que não terá carro, casa e gabinete fixo, pois andará mais por Bruxelas do que em Lisboa.

São estes os responsáveis pelo futuro do nosso país. Estão de cara tapada pois não querem ser identificados por nenhuma organização de esquerda, pois podem correr o risco de serem denunciados. Não aparecerão em nenhuma televisão nem nos jornais, deixando esse papel rídiculo aos nossos governantes que tanto gostam de aparecer. O local de trabalho também não será revelado, sendo certo que recusaram trabalhar no Ministério de Finanças sob pena de contágio no que a mentiras ao povo português diz respeito.
Quando começarão a trabalhar?
No dia em que as bandeiras portuguesas caírem dos mastros….

7.3 - A Conquista Arabe e a Reconquista

Foi por volta do ano de 711 que os Arabes invadiram a Peninsula Ibérica, vindo do Norte de África expulsando os Visigodos que já se tinham implementado na região.
Devido à questão da sucessão do Rei visigodo Vitiza é que os muçulmanos tiveram bilhete de entrada para a Peninsula.
Após a morte do rei, havia dois candidatos à sua sucessão : Ágila II e Rodrigo. O primeiro teve necessidade de pedir ajuda a Tarik Ibn Ziad, governador muçulmano de África e assim deu-lhe uma porta de entrada na Europa.
O dominio Muçulmano começou por se efectuar na Lusitânia e na Cartaginense. A unica provincia que resistiu às invasões foi o Reino das Asturias.

Em baixo um quadro com o dominio muçulmano na Peninsula :

A partir daqui deu-se aquilo a que se chama a Reconquista Cristâ:

No Século VIII começou a reconquista por parte dos visigodos cristãos das terras ocupadas pelos muçulmanos. Como já foi dito, as Asturias resistiram aos arabes e foi a partir daquele local que se começou a organizar a guerra. Pelágio foi o grande obreiro deste movimento. Ele e outros guerreiros esconderam-se nas montanhas das Asturias e sobreviveram ao dominio arabe.

A primeira grande vitória do exército de Pelágio foi na batalha de Covadonga em 722. Mas foi a batalha de Cangas de Onis que deu o impulso definitivo para que os Arabes saissem da Peninsula e regressassem a África.

Com os mouros fora da Península começaram-se a criar os primeiros Reinos Cristãos. O primeiro a nascer foi o das Asturias cujo fundador seria naturalmente Pelágio, depois veio o Reino de Leão e Navarra. Como já dissemos, Sancho de Navarra no século XI anexou o condado de Castela e quando morreu os seus estados foram divididos pelos seus três filhos.

A Reconquista cristâ, só fica concluída em 1492 com a conquista de Granada e em Portugal apenas com a ocupação de Silves por D.Afonso III em 1253.

Em baixo um quadro com a evolução da Reconquista cristâ:

domingo, 21 de novembro de 2010

OLHAR A SEMANA - A NATO

1 - A NATO tem neste momento 28 membros e acaba de alterar o seu conceito estratégico e fazer um parceria estratégica com a Rússia e um "Acordo de Não Ameaça",  ficando a entrada para a NATO cada vez mais próxima. O machado da "guerra-fria" terá sido definitivamente enterrado. A saída total do Afeganistão ficou fixada para 2014. Ficou decidido um escudo anti-missil na Europa e USA (embora se tenha apenas criado um Grupo de Trabalho, para o estudar). A Cimeira de Lisboa correu bem. Correu bem sob o ponto de vista da agenda NATO. Correu bem do ponto de vista organizativo. E correu bem sob o ponto de vista dos protestos anti-NATO. Assistimos a protestos veementes, mas ordeiros. À margem da Cimeira houve inúmeras reuniões bilaterais relacionadas com a crise, nomeadamente entre USA e Europa. Quanto à agenda, embora ainda não se conheçam em detalhe todas as conclusões e algumas tenham ficado "não escritas", podemos dizer que temos uma NATO reforçada e renovada. Sou totalmente contra a guerra e as armas. Entendo que a violência só leva a mais violência. No entanto, sou realista e tenho de admitir que tem de haver processos defensivos contra os abusos e as acções subversivas de alguns países e grupos terroristas. Se não os combatermos, nunca teremos paz.

2 - A grande questão surge quando a NATO se deixa envolver em guerras que podiam ser evitadas, normalmente induzidas pela omni-tutela dos USA. De facto, desde o fim da guerra-fria, tem havido apenas uma força militar e estratégica no "mundo ocidental", os USA. E isso é mau para o mundo e mau os USA. Veja-se o caso do Iraque; veja-se o desastre do Afeganistão. Era essencial que a Europa tivesse voz e empenhamento. Para isso, precisaria de ceder homens e de ter um verdadeiro exército europeu. A Europa precisa de fazer sacrifícios e de ter meios financeiros. Ora, é isso que não tem. A Europa está em crise. Logo, não tem possibilidades de intervir em termos de operacionais efectivos. Apenas simbolicamente acompanha os USA. A posição da Europa, enquanto tal, é de subalternidade. A Rússia tem, assim, de ser chamada a cooperar mais activamente. No fundo, é necessário retirar aos USA o papel de "polícia do mundo", visto que os USA tendem a abusar desse papel e a entrar em conflitos que muitas vezes podiam ser diplomaticamente evitados. Os USA já entenderam isso e posicionam-se agora como "mediador honesto" (o que quer isso seja). A Rússia terá de se comprometer mais. Para já apenas fez uma parceria com os USA. De certa forma para significar que o mundo volta a ser bipolar. Mas falta um comprometimento efectivo e uma presença militar quando fôr necessário. Mas, acima de tudo, é necessário saber dizer não à guerra e só a adoptar em caso extremo. Esperemos que esta Cimeira tenha contribuído para isso.
Jorge Pinheiro

sábado, 20 de novembro de 2010

Big Victory for Obama

Há uns tempos escrevi um artigo sobre o encontro entre estes dois lideres. Tal teve um significado enorme porque representou o aproximar de duas grandes potências mundiais em conjunto com a China.
Perante a falta de W.Bush ou Putin darem o passo frente, sempre ficou a suspeita de que iriamos assistir a mais uma guerra fria. Felizmente com o mudar de lideranças, Russia e Estados Unidos apertaram as mãos. Nesse post comentei que só futuro iria trazer uma aliança ou a continuação das costas voltadas.

Hoje concretizou-se essa aliança. Muito por culpa de Obama do que Medvedev, porque foi o Presidente dos Estados Unidos que trouxe o "Yes, We Can". E ele conseguiu, que a grande ameaça militar à Ocidente se juntasse aos bons e não fosse conquistado pelos maus. Com a vitória de Obama mas com a sagacidade de Medvedev o Irão e os taliba ficam mais isolados. O escudo anti-missil vai cobrir toda a Europa. É um momento histórico e o fim da guerra fria mesmo que ela apenas se fizesse no campo diplomático.

Barack Obama já foi a Moscovo, A Russia veio a Portugal falar com a NATO. Só falta Medvedev ir a Washington para vivermos um conto de fadas. Mas isso vai acontecer em 2012 quando a Aliança se voltar a reunir.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Caminhará a Russia ao lado dos seus ex-inimigos?

Em Lisboa, a NATO decide e aprova o Conceito Estratégico para os novos tempos.
Mais importante que isso será a relação com a Russia na prossecução desse novo conceito.
Sabendo de antemão que os Czares não morrem de amores pelo Tio Sam nem pela Europa democrática, como integrar Medvedev e Putin na Organização Atlantico?

Apesar de todos os apertos de mãos, de todas as reuniões para alcançar a paz e por muitos papeis assinados, a Russia é sempre olhada com desconfiança por todos. Isto porque, não admite ficar sob a liderança dos Estados Unidos nem partilhar gostos com os países da Antiga União Soviética, para além de ter relações privilegiadas com o Irão e o Afeganistão.

Caminhará a Russia ao lado da Paz? E quando houver conflitos armados naquela região?. Vai ser muito dificil a Putin e Medvedev engolir um sapo chamado Imperialismo norte-americano, porque são os czares a querer dominar o Mundo. Assim a cimeira da Nato-Russia não será mais do que um proforma para que todos acreditem que vamos viver todos juntos em paz e em harmonia. Se não for assim, Barack Obama conseguirá uma grande vitória pessoal. Mas só os tempos mais próximos dirão qual o caminho a tomar....

A Russia acaba de enviar helicopteros militares para o Afeganistão. Para que fim?

Welcome Mr.President

Barack Obama está em Portugal para a Cimeira da NATO.

Será que ele traz consigo o "Yes, We Can"? Seria importante dar um moral aos portugueses....

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dos P I G S só falta Portugal

À hora que escrevo, a Irlanda encontra-se em negociações com a UE para ser ajudada em termos financeiros devido à crise que o país atravessa. Mais cedo ou mais tarde o FMI entrará em acção na Republica Irlandesa.

O nosso super Ministro das Finanças continua a negar que Portugal vá pelo mesmo caminho que Grécia e Irlanda, mas a verdade é que lá vai soltando umas notas, a dizer que se Portugal for atingido é por contágio da situação na Irlanda. Mais uma vez a negação socialista vir ao de cima culpando sempre o amigo alheio pela nossa desgraça.

Este é um ciclo curioso: a Grécia contagiou a Irlanda, a Irlanda contagia Portugal e nós contagiaremos muito provavelmente a Espanha. Estamos perante um contágio socialista, já que os governos destes países doentes são todos da esquerda dita moderna?

Não sei como é possível os nossos governantes ainda se desculparem com situações externas perante o descalabro em que o nosso país se encontra. Revela uma falta de coragem para assumirem os erros e pior ainda, continuam a querer ludribriar o povo português com falsidades e mentiras sobre a verdade dos números.

Já estou como Passos Coelho, estes senhores deveriam ser levados á barra da justiça, já que a voz do povo não se faz ouvir de maneira nenhuma.

Assembleia de Pinguins - Titâs nos Mares XX

Era uma luta em que apenas um iria vencer. Não haveria empate, ou ganhavam os Narvais ou as baleias. A batalha iria desencadear-se até ao ultimo animal. As orcas eram cinco. A Assassina, Cork, The Lucky Animal, The Killer e o Sonhador. Eram amigos de longa data e tinham chegado ás ilhas Caçola via chamamento da Assassina. Andavam perto da costa argentina à caça e ouviram o som proveniente da sua amiga.

Os narvais também eram cinco : Cabeça de Urso, Dente, Infeliz, Dick Joe e Marshall. Graças à astúcia de Vasquim, era naquelas cinco baleias do gelo que estava a esperança dos milhares de animais que viviam naquele paraíso. Todos estavam expectantes numa vitória narvalista e assim determinava a fuga das Orcas. Os mares começavam a agitar-se, as cinco orcas estavam diante dos cinco narvais. Olhavam-se mutuamente à espera do primeiro avanço. Quem iria dar o primeiro passo? Não havia árbitro para dar o apito inicial e seria o instinto de cada um a determinar o começo da batalha.

Havia um ar de nervosismo na ilha, especialmente na Ilha Minguim local onde muito próximo estavam os 10 animais prontos para se matarem. Zéguim e os seus mais próximos não escondiam a sua preocupação porque caso os narvais perdessem todos os habitantes da ilha corriam sérios riscos de serem dizimados, porque precisavam da água para sobreviverem.

Alguns animais esconderam-se em suas casas para não ver a carnificina que se ia desenrolar na água. As mães tapavam os olhos aos seus filhos para que estes não ficassem traumatizados, os machos organizavam-se em grupos para assistir ao duelo puxando cada um pela sua cor. Até o sol se escondeu para não assistir a duelo titânico. A guerra iria ser travada de noite….

(continua dia 19..)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Próximo post em: 18.08.2010 – 2.1.10. Período pré-povoamento: pau-brasil wars, a pirataria contra-ataca.


Prezados leitores, hoje, retomo a série História do Brasil, depois de alguns meses sem postar, por conta da cobertura das Eleições Gerais no Brasil, que aconteceu em uma época na qual eu não tinha muito tempo para escrever.

Por isso, faço uma pequena retrospectiva para nos lembrar onde paramos. Ainda tratamos do período pré-povoamento do Brasil, que são os 30 primeiros anos após a descoberta do novo território.

Paramos, exatamente, no ano de 1516, quando Portugal enviou a primeira Expedição Guarda-Costas, comandada por Cristóvão Jacques, para patrulhar o território brasileiro, que era constantemente saqueado por piratas de outros países europeus, especialmente franceses.

Nesta primeira expedição, Cristóvão Jacques prendeu barcos, puniu piratas, reforçou as feitorias portuguesas e destruiu as francesas e, em 1519, retornou a Portugal.

Em 1521, morre o CEO desta empreitada, D. Manuel I que, muito embora D. João II tenha pensado tudo e lhe preparado o terreno, não decepcionou e executou muito bem os planos traçados pelo seu antecessor (seria como se D. João II fosse FHC e D. Manuel fosse o Lula).

No seu lugar, assume o seu filho com Maria de Aragão da Espanha, D. João III que, aos 19 anos, herdou um império considerável.

Em 1526, D. João nomeia Cristóvão Jacques Governador das Partes do Brasil, sendo esta a primeira vez que o nome Brasil é utilizado oficialmente para referir-se ao novo território, e o envia em nova Expedição Guarda-Costas para patrulhar a colônia.

O problema é que, nesta segunda expedição, Cristóvão Jacques simplesmente “tocou o terror”, como se diz aqui no Brasil, isto é, atuou tal qual o “faca na caveira”, Capitão Nascimento, no filme Tropa de Elite, que diz que missão dada é missão cumprida, e empreendeu uma verdadeira barbárie contra os piratas prisioneiros.

E o Rei da França, que por “debaixo dos panos” sempre apoiou os piratas franceses e sempre fez ouvidos de mercador aos pedidos de D. Manuel para que esse apoio cessasse, já que a França havia ficado de fora da partilha do mundo, ficou indignado com as notícias vindas do Brasil.

Por isso, Francisco I emitiu uma carta de marca (autorização dada por um país a navegadores particulares para afundar embarcações inimigas) a Jean Ango, um armador francês que fornecia embarcações a França, na qual lhe dava plenos poderes para atacar embarcações portuguesas, porque entendia que precisava ser indenizado pelos danos causados por Jacques.

Este foi o contra-ataque da pirataria na guerra pelo o pau-brasil, tal qual o Império contra-atacou na saga cinematográfica de George Lucas, Star Wars! (Nossa, hoje me superei nas referências as filmes).

Isso causou uma dor de cabeça enorme a D. João III, que se viu no meio de uma crise diplomática com a França e, por conta disto, não ficou muito contente com Cristóvão Jacques.

Ora, se o erário português não tinha dinheiro para nem para investir na exploração da rota para as Índias e na colonização do Brasil ao mesmo tempo, imagine mesmo para ainda entrar em guerra contra a França!

Então, D. João mandou Antonio de Ataíde à Paris, para tentar negociar a revogação da carta de marca, que no final das contas, a custas de alguns “presentinhos”, acabou acontecendo e Francisco I se acalmou, porque Portugal também passou a fazer vistas grossas à pirataria francesa.

Larissa Bona

Próximo post em:
30.11.2010 – 2.1.11. Período pré-povoamento: vai que é tua, Martim Afonso de Sousa

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Olhar de Direita ou de Esquerda?

Nestes Blogue somos...

Esquerda 63 votos 27%

Centro Direita 62 votos 27%

Direita 57 votos 25%

Centro Esquerda 46 votos 20%

total de votos 228

Tema do dia XX :

Vivemos acima das nossas possibilidades?

Novembro 2010

domingo, 14 de novembro de 2010

Olhar a Semana - O barco afunda-se....e agora?

Portugal afunda-se cada vez mais tal como este barco. A carga que vai neste navio é igual às pessoas que sofrem cada vez com as decisões não só de governos, mas também da própria sociedade.
Sem conseguir arranjar um culpado para a actual situação, as gerações futuras questionam porque razão terão de pagar os erros de gerações anteriores. Sendo certo que o mais normal era vivermos numa era de prosperidade tanto a nivel económico, social e politico, porque o Mundo de hoje em dia está cada vez facilitado e as instituições fortemente consolidadas.

A questão agora é como salvar o barco? E mais do que isso, é quem....

FMI? Bruxelas? Passos Coelho? Zé povinho?... ninguém sabe! Parece que encontrada uma solução encontramos logo um problema e volta tudo atrás. Se vem o FMI é porque estamos tramados porque nos estão a impor uma ditadura económica, se temos eleições antecipadas o país vai estar num caos, se não temos a trapalhada socialista continua. Passos Coelho também é igual aos outros e não vai resolver nada, por isso o melhor é não votar ou então continuarmos a queixar-nos dos politicos. E as pessoas continuarão a ter uma atitude passiva em relação ao trabalho funcionando sempre o chico-espertismo em vez dos valores importantes para o funcionamento de uma sociedade. Depois estamos todos á espera que Cavaco seja reeleito para que finalmente ele mande Socrates embora. Mas será que manda mesmo?

O mal estar vai continuar porque somos assim e não há nada a fazer.

Infelizmente vivemos numa sociedade pessimista e deprimente. Que não vê futuro à sua frente porque não está para arregaçar as mangas e lutar pela sua vida, esperando sempre uma desgraça alheia ou que o governo resolva tudo. Que fazer? Refundar o país como já foi aqui defendido não é solução, porque nós temos uma história rica que não pode ser apagada.

Pior ainda é que não acreditamos em ninguém seja ele o Primeiro Ministro, Presidente da Republica, Ministro das Finanças, Lider da Oposição, vizinha do lado, os nossos pais, a nossa cara metade, o patrão que a qualquer hora pode despedir, amigos ou inimigos nem nos animais domesticos para quem tantas vezes desabafamos mas nunca obtemos atenção.

Indo o barco ao fundo quem se vai salvar?

sábado, 13 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Assembleia de Pinguins - Quem avisou os narvais? XIX

(...)
Os narvais vinham em fila preparados para a luta, enquanto as orcas se perfilavam lado a lado em posição de defesa. Os habitantes das Ilhas Caçola estavam prestes a assistir a uma batalha épica digna de figurar entre os livros.

Todos os animais acorreram à costa para não perder nem um bocado de um pedaço da história marinha. Entre os inquilinos da ilha e também no seio das Baleias ainda perdurava a questão de saber como é que os Genervais tinham sido avisados da presença inimiga naquelas águas.

A tarefa heróica desta vez coube ao heróico Vasquim. Um pinguim com apenas 4 anos de idade, mas que era conheEnquanto as Orcas faziam guarda à única passagem da ilha, haveria que arranjar uma forma de passar por elas sem ser visto, já que isso significava uma morte certa. O mais seguro era conseguir chegar ao continente e passar as montanhas da Morte. Eram assim chamadas porque quem alcançasse o pico morria imediatamente. Pelo menos 4 animais e 5 humanos já haviam tentado o feito mas rapidamente sucumbiram ao cansaço.

cido pela sua mobilidade e astúcia. Zéguim confiou nele para ir chamar os Narvais. Não o obrigou porque sabia que era uma delicada operação, mas mesmo assim Vasquim aceitou a missão sem problemas.

O percurso tinha vários obstáculos por ultrapassar : Em primeiro lugar, teve que passar despercebido entre as baleias e não ter o mesmo destino de Linguadim. Alcançado o continente, o próximo obstáculo subiu as montanhas de morte, mas também tinha que as descer, o que não se afigurava nada fácil.

Depois nadou quase 200 milhas até à ilha Narvalu que fica no meio do Atlântico. Quase ao fim de 4 horas a nadar, o pobre Vasquim conseguiu finalmente chegar ao local pretendido. A ilha estava rodeada de medidas de seguranças, um enorme forte dava protecção e no mar vários narvais faziam um perímetro para que ninguém se aproximasse do forte. Apesar de vir em paz, Vasquim não se livrou de um grande susto.

(continua dia 17)

An American Lawsuit

Since so many of the authors and readers here are lawyers, I thought it might be interesting to share with you an example of the typical kind of case that I handle.

My involvement with a lawsuit usually comes when a client contacts me. That means that the client is not assigned to me by the court, and I do not try to get the work from the client. The case is almost inevitably a dispute between my client and some other person, and they have not been able to agree amongst themselves how to handle it. In my current job, I mainly handle two kinds of disputes -- disputes about land ownership, and disputes about employment.

I am hired to be the attorney for my client in all phases of the case. This means that I handle the negotiations, the preparations, investigations, trial, and final disposition of the case. I know that in the United Kingdom, a client typically hires a kind of lawyer called a "solicitor" who investigates the case and tries to negotiate a solution to it, and if it doesn't settle, then a different lawyer called a "barrister" argues the case in court. But an attorney in the US is both solicitor and barrister.

Let's say that I've been hired to help out with a land dispute. A typical kind of case might be a dispute about how to dispose of land between a brother and sister after the parents have died. The usual way it happens is that the land is sold to someone else, and the proceeds of the sale are split between the two. But if there is a will, then the terms of the will govern. It cold be that the parent put in the will that the sister is to get 75% of the proceeds, and the brother only 25%. Or the other way around. Or that the sister gets to live in the house for the rest of her life, and then when she dies, the brother gets to own the house and can sell it or pass it along to his children. The parent can do whatever she wants, and the children are bound by those wishes, even after she is dead.

Those are easy cases. More difficult cases come along when the will has not been written in a clear and easy way. If the parent doesn't want to pick sides but also doesn't want the property sold, the parent will often say in the will that both brother and sister can live in the property for as long as they both want. This is a problem because typically, they do not want to live in the house together, but both have a right to be in it. It also means that they cannot sell the house for as long as either of them are alive. The will also does not say who owns the house, just that the brother and sister can both live there. Of course, I only see the cases where the brother and sister cannot work out how to handle the situation on their own, and usually this means they don't like each other very much anyway.

So the parent tries to be nice to both children, but in trying to be nice actually creates a big mess. My job is to clean up that mess.

Since I am an advocate, my job is to try and get the dispute resolved in the fashion most favorable to my client. If my client is the sister, for instance, and what she wants is money more than a place to live (maybe she already has a house of her own somewhere else) then my goal is to get the house sold and the proceeds split. To make that happen, I will write a document called a 'complaint' and file it with the court. Then I need to serve that document on the brother. At this point, my client the sister is called the 'plaintiff' and the brother is called the 'defendant.' When I say 'serve' the document on the brother, that means I hire someone to physically carry the document and deliver it to the brother. Once that happens, the court has power to dispose of the property.

The next step in the process will be to wait for the brother to hire his own lawyer. That lawyer will file more documents with the court. In the complaint, I told the Court what the sister's side of the case is; the brother's lawyer will file a document called an 'answer' that tells the Court the brother's side of the story. The other lawyer and I both read the documents and see what things we agree on and what things we disagree about. We will then write special requests for information and documents and send them to each other. This process is called 'discovery.'

When I get discovery from the other side of a case, I need to set up a meeting with my client. Usually the discovery is a series of questions written by the other lawyer, and a request that we produce all of our documents and other evidence. So, I will sit down with the client and we will go through the questions and answer them as we think is appropriate. There are limits to what we can and cannot say in response to the discovery, and a big part of my job is knowing when we must, and when it is to our advantage, to make objections to some of the discovery. But if I do not do that, my client will have to answer the questions under penalty of perjury.

Another thing that happens is called a deposition. Here, one party has to go to the other attorney's office, and they are recorded while they answer questions under oath. Back in the old days (meaning the 1960's and 1970's) this was all done with a stenographer; a person would sit in on the process and record everything said in a booklet. We still use these booklets a lot, but it's becoming cheaper and easier to also videotape the deposition, so you not only get a written record of what they said, but also their tone of voice and facial expressions when they answer questions.

While all this is going on, I will typically spend some time doing legal research. The law is very complicated and because the U.S. is a common law system, it is not enough for me to look up a few statutes passed by the legislature. I must also research cases that other courts have decided in which similar issues have been addressed, and see how those courts have resolved those cases. I must use my skills as a scholar to understand each of these previous cases and extract the abstract principles of law to see how the court handling my client's case is likely to decide it. This also tells me what kind of information to look for, and I use my own sense of strategy and cleverness to try and find evidence that will fit the court's decision-making process and reach a result that my client would prefer.

By the time the other lawyer and I have done all this discovery and research, and taken the other clients' depositions, we both have a pretty good idea of what the evidence in the case is going to be. We also both have a good sense of our clients' personalities and whether a jury will find them to be appealing or not.  At this point, we are usually in a pretty good position to negotiate with one another and try to compromise the dispute. If that does not work, we will often agree to hire a neutral person, either an experienced lawyer or a retired judge, to be an intermediary and help us reach a settlement. This process is called 'mediation' and something like two-thirds of all my cases settle when we reach this point.

If mediation fails, then we will have a trial. Here, all the people involved go to court. This is really the first time a judge is involved in a serious and deep way with the case. Yes, it's possible that I can make written motions or requests to the court that it deal with the case without trial, but the trial is really the more interesting event.

There is one judge assigned to the case from start to finish, in most parts of the US. The judge oversees the lawyers presenting their clients' cases to the jury, and tells the jury the law from a neutral perspective. In practice, the other lawyer and I confer with each other about what the judge should say; the judge is there mainly to make sure that everything goes in an orderly way. I put my client on the stand and ask her questions, then the other lawyer asks her different questions. Then I put on whatever other witnesses I wish, and both sides ask their questions. Then the other lawyer puts his client on the stand and we keep on asking questions of each others' witnesses until we run out of witnesses. Along the way, we make objections about whether the questions are appropriate under our rules of admissible evidence, and we make arguments in which we evaluate the evidence and compare it to the law, and explain why each of us thinks our client should win.

Then the jury -- usually twelve people -- goes into a room by themselves and tries to decide the case. They will sometimes have questions and the judge will answer them after consulting with the lawyers. Eventually the jury decides in favor of one side or the other, and then the winning lawyer prepares paperwork to make the jury's decision a reality.

There are a lot more things that can happen in the lawsuit, of course, but this is already a long post and I just want to give a big-picture view of how a U.S. court handles a dispute. The whole process is expensive, unfortunately (well, not for me!) and it can take a lot of time. A typical dispute takes about 18 months to get completely resolved.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

a history of Istambul

The beginning of Istanbul as we know has started 7th century B.C. In 4th century A.D the city was rebuilt as a capital by Constantis, they called the city as a Constantinapolis, and from that date on it continued being used as a capital by Roman, Byzantine and Ottoman Empires . While the city was a very important centers of Christianity with empror Constantis, after being conquered by Ottoman Empire had become one of the most important cities of Muslim world. Today it is one of the most populated and biggest cities in the world with its15 million inhabitants.

Bizantion (M.O. 660 - M.S. 324):

Megara`s coming from Greece has arrived Istanbul in 680 B.C. Through Marmara sea and founded the city called Halkedon around Kadikoy area, and another one in Sarayburnu called Bizantion, which was the name of one of their commanders. In 269 B.C. The city was conquered by Birthynias. In 202 B.C. Bizantion had requested help from Roman empire against the threat of Macedonia. After this date the effects of Roman Empire had started in this city and in 146 B.C. İt started to be dominated by Roman empire. After this the city was conquered by Roman, Goth, Nocomedians.

Capital of Roman Empire(324 – 395):

Bizanton was chosen as the city to control the East part of Roman Empire. After this date I. Constantinus (324-337) called the Roman noblemen to the city and made the city population grow even more. The city then was constructed as a capital with ports, waterbases, water distrubution canals and new defense walls. The empire palace(now where Sultanahmet cami is situated) and akropolis (where Topkapi Palace is situated) in hippodrome was constructed. Although the city was firstly called New Rome, I. Constantinus has changed the name to Contantinopolis in 11 May 330. I. Constantinus has made the city one of the most important cities of Christianity by building Aya Irini and Ayasofia temples.(Now still the same names they have)

Byzantine Empire (395 – 1453):

In 476, after the fall of West Rome, East Rome had become Byzantine Empire and Istanbul had become the capital of this empire. In the middle of 6th Century Byzantine empire and Istanbul had begun rising. During the reign of I Justien Ayasofia was reconstructed and city was cleaned after the Black Death which cause half of the population to die. In 7th Century the city was attacked by Sasani and Avars, on 8th century by Bulgarians and Muslims and on 9th century Russian and Bulgarians. In 1204 the city was conquered by Christians, after which the city turned out to be a ruin with only 40-50 thousand inhabitants. After this era Istanbul continued shrinking and getting poorer. The noblemen immigrated to Iznik and Latin empire was only be able to control Istanbul and surrounding areas. In 1254 the Latin empire was sorrounded by enemies in Iznik which was the capital of Ottoman Empires, Trabzon and Epiros in Greece. Before the city was captured by Palailogos Emperor the city got so poor that the wooden parts in the palace was used by II. Baudouin for heating. Ottoman Empire (1453-1923):

The city was started to be surrounded by Ottomans starting 1391. In 1396 Beyazid I. (1389-1403) built a fortress in Anatonial side of the city, to stop the help arriving from Black sea. This continued with Fatih Sultan Mehmet who contructed Rumeli fortress to stop the help arriving the city. After 2 months of struggle the city was conquered on 29 may 1453. (Fatih Sultan Mehmet who was the legend of Ottoman Empires. He was just 14 years old when he was conquered the city.) After which it has become the capital of Ottoman empire. After the city was conquered it was renewed and reconstructed by Ottomans. After 50 years of reconstruction the city became the biggest city in Europe. In 14 September 1509 the city was destroyed by the earthquake which was called little doomsday.Thousands of people died in the earthquake which was thought to be 8 and which lasted about 45 days. In 1520-1566 Istanbul has grown up to be the city as we know now in the reign of Kanuni Sultan Suleyman. In this era we see lots of works done by Mimar Sinan.And we see the beginning of the rise of Istanbul one more time. After it was destroyed once more by the earthquake in 1894 once more the city was conquered by the winning countries on 13November 1918. And lastly after the fall of Ottoman empire the city was conquered by Turkish Republic and lost its characteristic as a capital.

Text of my turkish Friend Serkan Saigily

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A culpa do actual estado da crise é...

  1. Primeiro Ministro 6 votos (46%)
  2. Povo que não se mexe nem trabalha 6 votos (46%)
  3. Europa 1 voto ( 7%)
  4. Presidente da Republica, Oposição, FMI, Sindicatos 0 votos

O povo e o Primeiro-Ministro deviam ser demitidos...

Assembleias de Pinguins - A primeira Morte XVIII

(..)

Só mesmo a brigada Narval Oceânica poderia resolver este problema. Infelizmente esta não podia aparecer do nada, tendo de ser chamada para ajudar a derrotar a Assassina. O problema é que os mares das Ilhas estavam ameaçados pela presença da Orca e ninguém se atrevia a entrar dentro de água, sob pena de servir para refeição da baleia.
Mais tarde, começaram a chegar os primeiros reforços que se juntaram à predadora. O pânico estava ainda mais instalado. ~

Do alto de uma árvore da Ilha Minguim, um pinguim corajoso decidiu saltar e enfrentar a Baleia Assassina completamente sozinho. O seu nome é Linguadim e também era de Direita, mas tendo uma cabeça completamente louca e irresponsável. Saltou para o buraco onde os gigantes respiram e tentou picar a pele com um pauzinho. A Assassina sentiu-se desconfortável e foi tentando sacudir o pinguim para o mar a fim de poder comê-lo. Ela ainda deu alguns gemidos mas não era o suficiente para evidenciar fraquezas ao ponto de poder morrer.

As outras baleias já tinham chegado e duas delas estavam em redor da Assassina para assim que o Linguadim caísse fosse imediatamente devorado. Apesar de alguma resistência o famigerado animal acabou mesmo por cair ao mar, sendo de imediato desfeito em pedaços.

Os Penguzan estavam em choque, porque tinham sido vitimas da fúria da baleia. Focas e pinguins haviam sofrido consequências nas suas tribos. Estavam chocados e em completo desnorte. Uns choravam, outros rezavam e pediam que Zéguim rezasse aos Deuses para que trouxessem Linguadim de volta e matasse as Orcas. Mas isso não era possível pois o pequeno pinguim era apenas restos. Os pais do pobre coitado quiseram seguir as pisadas do filho mas rapidamente a comunidade evitou uma tragédia ainda maior. Na Ilha ao lado, os Rocker apesar de aparentarem preocupação, estavam contentes com o sucedido pois era mais uma baixa nos pinguins rivais, o que os deixava numa posição de fragilidade em relação ao domínio que queriam exercer nas ilhas. Havia apenas espaço para uma tribo de pinguins na Ilha, e tinha de ser os Rocker. A existência de outra espécie de pinguins era mais um dos muitos problemas que os Penguzan tinham de enfrentar: para além das questões ideológicas, das baleias assassinas e de outros perigos que vinham aí.

A concentração de todos estava agora nas predadoras. Agora não era apenas uma a rodear a Ilha Minguim, mas sete. Embora com duas de guarda em relação às outras ilhas. Era notório que a Assassina vinha à procura de causar baixas e medo nos pinguins, mas ainda faltava saber quem a tinha avisado.

Ao longe, o mar estava a começar a agitar-se e algumas comunidades começaram a gritar e a se exaltar. Via-se de longe uma respiração forte que saía da água, era o reforço que todos estavam á espera. Os narvais tinham finalmente chegado em comboio e com muitos reforços prontos para acabarem com as baleias assassinas. Estas ficaram preocupadas e começaram a se organizar em modo batalha. Quem teria conseguido passado a barreira imposta pelas baleias e avisado os narvais?

(continua dia 12...)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Brasil: Sul x Nordeste


A vitória de Dilma Rousseff no 2º Turno das Eleições Gerais causou um fenômeno inesperado na internet: embate regionalista entre brasileiros do sul/sudeste e brasileiros do norte/nordeste no Twitter.

Tudo começou quando uma garota de São Paulo, chamada Mayara Petruso, inconformada com a eleição de Dilma, cuja vitória creditou à população nordestina, postou um twit que dizia: “Nordestisto [sic] não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!” Isso foi o suficiente para reacender uma rivalidade que sempre existiu.

A colonização do Brasil, que era uma colonização de exploração, iniciou-se no nordeste brasileiro, no sentido norte/sul. A princípio, o nordeste era a região mais rica da colônia, baseada no cultivo da cana-de-açúcar.

Com a descoberta do ouro em Minas Gerais e o declínio da produção de cana-de-açúcar, o eixo econômico do país desceu para o sul/sudeste e se fixou aí, de vez, com o cultivo do café em São Paulo.

Depois disso, houve a abolição da escravatura, de modo que os negros foram libertos e os “barões do café” passaram incentivar a vinda de imigrantes europeus, principalmente, italianos, para trabalhar nas lavouras de café.

Muitos imigrantes de origem alemã e italiana também migraram para os Estados da região Sul (Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina), mas, diferentemente da colonização no nordeste, a colonização no sul tinha caráter de povoamento e não de mera exploração.

O certo é que, por conta desses fatores históricos, aliados ao fato que a maioria dos investimentos públicos sempre foi feitos nas regiões sul/sudeste, até porque grande parte dos presidentes brasileiros vem dessas regiões, o sul/sudeste do Brasil tornou-se mais desenvolvido do que o norte/nordeste, que foi esquecido pelos governantes e converteu-se na região mais pobre do país, com realidades semelhantes às africanas.

Por isso, como a arrecadação de impostos é substancialmente maior no sul/sudeste, uma vez que é lá que se concentra a indústria do país, alguns dos originários dessa região alegam que o sul/sudeste sustenta os “vagabundos” do norte/nordeste.

Por outro lado, eles se esquecem que o sucesso do desenvolvimento dos Estados do sul/sudeste se deu, principalmente, em virtude da mão-de-obra nordestina que, especialmente no século XX, migrou em massa para o sul e sudeste, e foi exaustivamente explorada. Por exemplo, a construção de Brasília foi feita por mão-de-obra praticamente 100% nordestina.

Mas o que a eleição de Dilma tem a ver com isso? Bom, durante o governo Lula, o governo federal compilou vários programas assistencialistas do governo FHC, como Bolsa Escola, Vale Gás e etc. em um único programa, o Bolsa Família.

O Bolsa Família dá um valor mensal (que varia entre 30€ a 85€ mensais) para as famílias miseráveis, que são aquelas com renda mensal de até 60€ por membro da família.

Como no nordeste se concentra a população mais pobre do país, é obvio que a maioria beneficiada pelo programa mora nesta região, muito embora se deva ressaltar que o programa beneficia famílias em todas as regiões do Brasil, inclusive do sul/sudeste.

Neste sentido, a briga pós-eleição tem por base o raciocínio de que Lula comprou os votos dos nordestinos com o Bolsa Família e que, por isso, Dilma teve votação maciça no nordeste.

Só que, como o Bolsa Família é pago com verba pública, algumas pessoas do sul/sudeste, principalmente aqueles que votaram em José Serra, alegam que estão sustentando os nordestinos com os impostos que pagam, enquanto estes são vagabundos e não trabalham só para receber o Bolsa Família.

Entretanto, isso é mera falácia, pois mesmo que os votos de todo o norte/nordeste tivessem sido anulados, Dilma teria sido eleita no sul/sudeste, da mesma maneira.

Eu sou nordestina, eleitora de Serra e não concordo muito com o Bolsa Família, não porque seja contra que o governo ajude os mais pobres, até porque existem pessoas que sem essa ajuda morreriam de fome, mas porque o governo federal não toma iniciativas para dar condições às novas gerações de sobreviver sem a ajuda estatal, ou seja, não trata o Bolsa Família como uma medida emergencial, mas sim definitiva.

Mas isso não significa que o povo nordestino seja vagabundo, até porque o suor que levantou este país é predominantemente nordestino. Os nordestinos são os grandes beneficiados pelo Bolsa Família, porque por séculos sempre foram preteridos.

A Ordem dos Advogados do Brasil do Estado de Pernambuco (no nordeste) entrou com representação criminal contra Mayara Petruso por crime de racismo e incitação a crime de homicídio.
Larissa Bona

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

7.2. - UNIÃO IBÉRICA - TENTATIVAS FALHADAS

1 – Ao longo dos séculos foram várias as tentativas falhadas para constituir a União Ibérica. A criação do Estado português, no séc. XII, tem motivações diversas e eventualmente acidentais. A independência surgiu contra o reino de Leão e fortificou-se na luta com Castela.

Uma geografia montanhosa e agreste, por um lado, e o Oceano Atlântico, por outro, podem justificar a criação geográfica do Estado. Uma economia frágil determinou a expansão ultramarina. Tudo isto nos divorciou da Europa e nos afastou da Espanha. Portugal não era uma nação. Nem disso tinha consciência. Portugal era um conjunto de tribos celtiberas, de visigodos, de romanos e judeus, a que se viriam a juntar, mais tarde, os mouros. Foi claramente por razões de poder entre senhores feudais e de intriga entre as Cortes de Leão e do Condado Portucalense (com a Galiza de permeio) que acaba por surgir Portugal. Tudo o que depois se disse sobre Viriato e os Lusitanos não passa de mistificação setecentista para consolidar uma identidade nacional permanentemente dividida entre Portugal e Castela.

2 – Desde os primeiros reinados portugueses houve sempre a preocupação de fazer contratos nupciais entre Portugal e os reinos de Leão, Aragão e Castela. Os casamentos cruzados começam logo na primeira dinastia e mantêm-se com a dinastia de Avis. Estes casamentos visavam garantir a paz, mas também colocavam questões de sucessão nos reinos envolvidos.
Se exceptuarmos as tentativas de reconquista militar ainda na primeira dinastia, podemos dizer que o Estado português se estabilizou a partir D. Dinis (1261-1325)) e que a partir daí todas as tentativas de “fusão” se devem a questões dinásticas, motivadas pelos referidos casamentos cruzados.

3 – Curioso é notar que com a dinastia de Avis (2ª dinastia) se começa por consolidar a independência (D. João I – 1385), para logo a seguir se tentar a “fusão”, até se perder a independência, após a morte de D. Sebastião. Tudo nesta dinastia. Ora vejamos:

- D. João I – Na sequência da morte do rei D. Fernando, sem herdeiros, a regência foi entregue à mulher, Leonor de Teles. As ambições desta e as inimizades que motivou, mais a sua ligação ao conde galego João Fernandes Andeiro, conspirando para entregar o reino ao rei de Castela (tb. de seu nome João), criaram um movimento nacionalista, para o qual foi fundamental o apoio da burguesia, com o Mestre da Ordem de Avis, D. João, à frente. Deram-se as batalhas de Aljubarrota e Atoleiros e a independência é garantida, com o apoio fundamental dos ingleses. Em 1386 o Tratado de Windsor, o mais velho tratado internacional do mundo, é celebrado, juntamente com o casamento de D. João com Filipa de Leichester (Lencastre). E nunca mais nos vimos livres dos ingleses.

- D. Afonso V – em 1446, com 14 anos, toma conta do governo que já então se tinha estendido ao norte de África (Ceuta), no reinado do pai, D. Duarte. Afonso V é um rei “fora do seu tempo”: um cruzado e um cavaleiro. Depois de tomar várias praças-fortes em Marrocos, dando expressão à sua faceta de “cruzado”, resolve defender a sua dama e envolver-se numa patética luta com Castela que se viria a desastrosa, não fora a intervenção do filho.

- D. João II – filho de Afonso V e desde muito novo associado ao governo de Portugal, foi ele que deu alguma sanidade à gestão do pai e foi o responsável pelo planeamento dos Descobrimentos. O “Príncipe Perfeito” tinha um sonho: ser rei do Mundo! Para isso tinha de conseguira coroa de Castela. As duas potências ibéricas começavam a descobrir outros continentes e outros caminhos marítimos. Alternativas comerciais e expansão de mercados. Se Portugal e Castela se juntassem, esse novo reino seria o “dono do Mundo”. Esta política de fusão foi deliberadamente conduzida por ele e pelos Reis Católicos. Havia esse desejo por parte de ambas as Casa Reais. Em 1490 casa-se Afonso, herdeiro do trono português, com Isabel, herdeira de Castela. Em breve haveria um único rei na Península. Era a época das “fusões”. Castela tinha já incorporado Leão e estava em “operação de aquisição” com Aragão, fruto do casamento de Fernando de Aragão e Isabel de Castela (os Reis Católicos). Em breve, também, os mouros iriam ser totalmente expulsos, com a tomada de Granada, último bastião do Islão na Península. Não quis, porém, o destino. O príncipe Afonso cai do cavalo em Almeirim e morre sem herdeiros. D. João segundo deixa de sonhar com o Mundo todo e força o Tratado de Tordesilhas (1494), para assegurar meio Mundo.

- D. Manuel I – primo de D. João II sobe ao trono e sem saber ler nem escrever herda tudo o que o antecessor tinha planeado. Por isso é o “Venturoso”. De qualquer forma não desiste do objectivo da “fusão” dos tronos. E, novamente, com o acordo dos Reis Católicos, casa com a mesma Isabel viúva do príncipe Afonso, ela que continua a ser a herdeira do trono de Castela e Aragão. Um verdadeiro “déjà-vu”. Com a mulher em adiantado estado de gravidez, vai a Espanha para jurar a sucessão. Chega a jurar o trono de Castela, em Toledo. A sua garantia era a mulher, Isabel. Mais uma vez o destino não quis. A mulher morre de parto ainda em terras de Espanha e D. Manuel não chega a tomar posse de Aragão. Volta para Portugal com o rabo entre as pernas, mas deixa lá uma semente de união: o filho D. Miguel de la Paz, herdeiro jurado dos três tronos. Era a derradeira esperança de união… Mas não! Também este morre com pouco mais de 2 anos de idade.

- D. Sebastião – mais um homem fora do tempo e, aliás, fora de tudo. Neto de D. João III, inicia o reinado em 1568. Deixa-se matar com 24 anos, em Marrocos, na “Batalha dos Três Reis” (nome dado pelos marroquinos, pois morreram dois reis mouros e um português), na sequência de uma loucura cruzadística. Lança o país na maior confusão dinástica. O quadro sucessório era complexo, mas acabaram por triunfar as razões jurídicas puras e duras. A sucessão competia a Filipe de Espanha. Não houve resistência militar à altura e, com a clara complacência, e até vontade, da alta nobreza e clero, o trono passa para o monarca da Casa de Habsburgo. De 1580 a 1640 Portugal foi mais um país governado por essa “holding” europeia de gestão de reinos. Nunca chegou a haver verdadeira fusão. Nunca houve uma identidade conjunta. Apenas uma gestão conjunta. A independência voltaria por detalhes mesquinhos relacionados com a nobreza e impostos necessários ao esforço de guerra espanhol. Nunca mais haveria outra hipótese…

4 – Na actualidade Portugal e a Espanha estão reunidos na EU. Mas a União Ibérica nunca saiu da nossa cabeça. Uns; para se oporem; outros, para a desejarem. Só isso significa que há uma genética comum. Uma nostalgia de separação. De facto, a verdadeira nação é a Ibéria. O resto, são regiões.

Jorge Pinheiro

domingo, 7 de novembro de 2010

A Vergonha Segundo Jesus

Jorge Jesus desceu à terra, e mais uma vez fez asneira. David Luis a defesa esquerda, Sidnei a central e Salvio a Ponta de Lança. Está na hora do Salvador sair de cena...

Olhar a Semana - A armadilha da Europa

1 - O Orçamento de Estado para 2011 acaba de ser aprovado na generalidade. Um Orçamento de salvação nacional. Contrária e curiosamente os juros da dívida pública subiu de imediato e já vão em 6,78%. Agora, para Portugal, o dinheiro custa três vezes mais do que para a Alemanha. A forma anti-patriótica como os partidos discutiram o Orçamento na Assembleia muito contribuiu para isso. Mas é óbvio que os mercados desconfiam. Desconfiam da execução orçamental, da discussão na especialidade, da crise política em curso e da incerteza das eleições antecipadas. Desconfiam de uma Constituição formalista e paralisante que não permite resolver este embróglio em ano de eleições presidenciais. Desconfiam e aproveitam para especular. A entrada do FMI parece inevitável e até desejável.

2 – Neste momento os portugueses interrogam-se sobre as vantagens de estar na União Europeia e de pertencer à Zona Euro. Aquilo que nos permitiu crescer, é aquilo que agora nos faz decrescer. Aparente paradoxo. De facto nós não crescemos. Apenas gastámos mais. E depois o dinheiro não era nosso… Era da Europa! A entrada na UE criou a convicção de dinheiro barato, escorrendo eternamente de fontes inesgotáveis. A culpa foi da má gestão de sucessivos governos. Sim, mas foi também uma ilusão colectiva. A armadilha “Europa”.

3 – Em vez de termos uma visão estratégica para o país e de gerir o dinheiro em função disso, fizemos uma gestão à “novo rico”, uma gestão pimba. Os vícios são seculares, mas uma má transição da ditadura para a democracia, que exigiu uma revolução no “25 de Abril”, transformou-nos nos pedintes da Europa. Um país sedento de tudo o que não tinha. Carros, roupas, férias de luxo, cartões de crédito… A Europa deu. Mas o que tirou? A agricultura morreu. As pescas acabaram. A indústria não melhorou. O resto fomos nós que não conseguimos. Gastámos sem amealhar, sem criar riqueza. Ficamos viciados em crédito. Agora querem os juros.

4 – Sem possibilidade de gestão financeira nacional devido às regras de entrada na Zona Euro, o governo apenas passará a fazer a gestão da dívida. Para o ano só à conta das parcerias público privadas (PPP), e a título de exemplo, vamos pagar 2 mil milhões de euros só em juros!!! A dívida total bruta acumulada é de 450 mil milhões de euros (o dobro do Brasil). Entrámos num círculo vicioso. De acordo com essas regras, não podemos exceder 3% do PIB anualmente. Para o conseguirmos temos de cortar brutalmente nas despesas e aumentar receitas via impostos. Ou seja, não há dinheiro para investir, nem para consumir. Só há dinheiro para a dívida. Como não crescemos, não pagamos a dívida e não atingimos os referidos 3%. Logo somos penalizados pela EU, os juros continuam a subir e menos podemos crescer. A recessão é já uma evidência… Agora alguém me explique como se corta este nó górdio?!~

Jorge Pinheiro

sábado, 6 de novembro de 2010

Palpites XX

Achas que vai haver uma reforma Constitucional?

SIM 5votos (21%)

NAO 18 votos ( 78%)

votos 23

Mother and Sun at the beach

Dá uma legenda a esta fotografia....

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Assembleia de Pinguins - Morte por Pauzinhos XVII

(.....)

Todos estavam a tentar acabar com a Assassina. Também os pinguins Rocker tentavam co o seu bico e mãos afiadas romper com a espessa camada que as orcas têm, mas mesmo assim nada a fazia demover daquele local. O alvo dela era os Penguzan definitivamente, estava ali por causa deles e pronta a causar uma baixa na tribo. Era agora notório entre a comunidade que alguém se tinha descuidado e revelado onde haveria comida para a baleia.

Luisim, Dinguim, Franguim e até Carolim atiravam constantemente pedras e flechas feitas de árvore, mas não era seguramente uns pauzinhos e umas pedrinhas inofensivas que iriam demover um animal daquele tamanho. Muito menos causar danos na sua pele. Havia que recorrer a métodos mais práticos e eficazes.

De longe, algumas morsas e hipopótamos olhavam para o espectáculo com alguma ansiedade e incerteza. Se por um lado, queriam ajudar por outro não se sentiam capazes de enfrentar a gigante dos mares.

Reuniram-se entre si para aferir de que maneira é que poderiam atacar o animal. Naquele instante a Assassina começou a chamar pelos seus amigos através dos seus uivos. Foi então que a Comunidade presente na Ilha ficou perplexa, porque temiam que o arquipélago ficasse inundado de Orcas famintas á espera do primeiro mergulho das espécies que habitavam nas Caçarola.

Franguim deu logo o sinal: - Ela está a chamar os seus amigos, família e tudo o que houver de parentesco nas Orcas. Avisa que aqui há comida e à fartasana. - Temos de manter a calma, enquanto nos mantivermos em terra nada nos pode acontecer – sossegou Zéguim. - E quando fomos para a água? – Questionou Carolim. - Aí vai ser um problema dos diabos – avisou Dinguim. Não havia maneira de acabar com o grande animal que dominava aqueles mares e deixou a população local sob forte suspeição e apreensão. Nem mesmo os poderosos ursos polares se aventuraram em lutar contra a Orca.

Depressa se chegou à conclusão que dificilmente de terra se alvejaria a baleia. Era necessário ter algum aliado que fizesse do mar o seu único habitat. Não sendo fácil para um pinguim de meia tigela, uma foca com 100 kilos, uma morsa que não consegue andar devido por causa dos seus dentes, um hipopótamo que está sempre a dormir ou outro qualquer animal que não seja mamífero derrubar uma baleia se não estiver na água. Por muito que os penguzan mais novos ficassem deliciados pelos seus pauzinhos darem a sensação de que a baleia tivesse sido atingida. Pura ilusão.

Neste preciso momento, alguém se lembrou de chamar a Brigada Narval Continental….

(continua dia 10...)

What The Recent US Elections Mean For The Rest Of The World

On Tuesday, the USA held legislative and regional elections.Some of you may know that the USA is kind of like Switzerland or Canada in that it is divided, geographically, into several individual states.One way of looking at the USA's political structure is that it is fifty different small countries with a large super-country placed on top of them. In some ways this is accurate and in some ways it is not; what I hope to help you understand is that the fifty states that make up the USA have a lot of political power and can do things that the national government may not like.

Next, bear in mind that our national legislature, the Congress, is divided into two houses of equal power. Right now, the Democrats have majorities in both houses. But the results of the 2010 elections mean that when January of 2011 comes around, the Republicans will control one of the two houses of Congress. They are close to, but not quite at, having a majority in the other. Congress is going to become a lot less friendly to President Obama over the next two years than it has been over the last two.

Because the states have a lot of power, the governors of the states are politically important people. Usually, we choose someone who has been a Governor to be President -- Barack Obama is an exception to this rule. In my adult life, most of the Presidents of the USA have served as governors of various states: Ronald Reagan was Governor of California, Bill Clinton was Governor of Arkansas, George W. Bush was Governor of Texas. Historically, candidates who have served as a state's Governor tend to do better when they run for President than candidates who have experience only as legislators.

Finally, bear in mind that there are only two parties in the USA with any real power; the Republican (center-right) and Democratic (center-left) parties so completely dominate the political scene that every other party and point of view can be safely ignored. For someone like me used to seeing two major political parties maneuver against each other, looking at political events in a nation like Brazil or France or Israel is confusing because there are so many different parties who come together to form complex, and fragile, governing coalitions that always seem to break whenever a difficult decision comes along. Our more subtle political differences are handled at the level of factions within the two big parties, not as five or six parties, none of which have a majority, fighting it out on the floor of the Congress with coalitions that shift from issue to issue. (Better or worse here? You decide. I'm just telling you how it is.)

So put all this together: 1) only two major parties hold any power at any level of government, 2) Congress divided equally between the two parties, and 3) future Presidents chosen mostly from the ranks of Governors and not from Congress. President Obama is a Democrat (the center-left party) and the big winners in the recent election were the Republicans (the center-right party). Obviously the recent election for Obama is not good news -- and here's how it's not good news for him:

Elections for our states set the wheels turning for who will be candidates for the national government in future elections. If you care about who the USA's next President will be, look to the Governors' elections. In the 2010 elections held Tuesday, 37 out of the 50 Governor's seats were available. Before the election, Democrats (the center-left party) held 25 of those 37 seats, and the Republicans (center-right) held the other 12.  After the election, 12 states switched from Democratic to Republican governors and 3 states switched from Republican to Democratic governors (including my own state of California). And as I noted before, the Republicans took control of one, but not both, of the houses of Congress.

So what you can look for from the USA is President Obama spending more of his time and energy dealing with a hostile Congress than he did in the first two years of his term. So, he will have little choice but to delegate more diplomatic power to his Secretary of State, Hillary Clinton, with respect to our dealings with other nations in the world; Obama will become more of a figurehead with less time to devote to ceremonial visits or diplomatic relations with other nations and Clinton will be the one who effectively makes international policy decisions for the USA with only minimal oversight by Obama. He will also have little choice but to effect a swifter conclusion to hostilities in Afghanistan than he would have otherwise, whether on terms favorable to the USA or not, because he will need to free up governmental money and ease pressure on the military in response to Republican pressure.

This election also points to a strong challenge to be made to President Obama in 2012. For a time, it has looked like the only Republican who would step up to challenge Obama in 2012 would be Sarah Palin -- and it is widely believed that Obama would be able to defeat Palin easily for a variety of reasons that are now no longer particularly important. Now, we can expect a few Republicans who will be the right age (late 40's to early 60's), will have the right kind of experience, and who will have the political networks and fundraising ability to offer serious campaigns to be President in 2012.

If President Obama wants to keep his job through 2016, he's going to have to meet a much more serious challenge than he did before this election because he will face much stronger opposition now than had been predicted.
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