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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Os desafios do Ocidente dividido

O Ocidente tem que se confrontar com várias ameaças ao mesmo tempo que começa a perder apoios internacionais.

A saída de cena dos Estados Unidos e o Brexit são dois aspectos que aumentam as divisões políticas e sociais. Os vários estilos de liderança não permitem que haja unanimidade em determinados assuntos importantes para o crescimento e influência do Ocidente.

Nos últimos anos tem havido um enorme decréscimo da influência das decisões ocidentais noutros cenários como acontece na Síria. O peso político nem o militar conseguem derrubar as outras potências emergentes. O mais grave são a degradação das condições económicas. 

A eleição de Donald Trump contribuiu para as tensões e desconfiança, mas as costas começaram a virar com Barack Obama. Os países europeus também não podem ficar eternamente à espera que os Estados Unidos mudem de postura de quatro em quatro anos. Tem de haver um caminho traçado pela União Europeia sem depender daquilo que fazem os norte-americanos porque estes não vão carregar o fardo para sempre. 

O desinteresse dos Estados Unidos em contar com a UE está relacionado com a maneira como a França e Alemanha dirigem o processo europeu, e a saída do Reino Unido abre portas a um novo entendimento com o aliado mais velho de sempre. 

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