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terça-feira, 30 de junho de 2009

A Nação vai a discussão....

Amanha na Assembleia da Republica discute-se o Estado da Nação. Vai ser o ultimo grande debate no Hemiciclo, porque depois das férias é tempo de campanhas para as legislativas.

É um debate em que vai centrar-se sobre a crise. Sobre as politicas falhadas do governo. Mas também não vai faltar referências ao caso BPN e BPP. De facto, foi na governação de Socrates que dois bancos "quase" faliram. E apesar do PM não ter tido responsabilidades, politicamente não se livra do mau momento. E isso pode ser ligado á crise.

Da fama o PM já não se livra. E apesar do tema do debate ser as condições deploraveis em que terminou a primeira legislatura de Sócrates, também vai haver espaço para a polémica sobre a PT, a Fundação privada que "suportou" o Magalhães e claro está, os Mega Investimentos Publicos que Socrates agora quer "adiar" para depois das Eleições.

Iremos ver uma Oposição bastante activa, até porque pela primeira vez o PSD está à frente nas Sondagens. Depois da vitória nas europeias, Rangel amanhâ tem mais uma oportunidade para "encurralar" Sócrates. Antes de voar para Bruxelas.....

Tudo bons motivos para se assistir aquele que irá certamente ser um debate quente.

No debate sobre o Estado da Nação que preocupações iriam mostrar ao PM? Que acham relevante que seja discutido e analisado?

Festas Juninas



Como boa nordestina que sou, não poderia deixar o mês de Junho acabar sem falar das Festas Juninas, que são extremamente tradicionais no Brasil, principalmente no nordeste, ao ponto de serem consideradas mais importantes que o carnaval em algumas cidades.

Por isso, abaixo coloco um texto do site NordesteWeb que traz uma explicação bem interessante de como são as Festas Juninas no nordeste brasileiro:

"As festas juninas são muito antigas, anteriores inclusive ao cristianismo e - conseqüentemente - à Igreja Católica. Suas origens estão no Egito Antigo, onde nesta época era celebrado o início da colheita, cultuando os deuses do sol e da fertilidade.

Com o domínio do Império Romano sobre os egípcios, essa tradição foi espalhada pelo continente europeu, principalmente na Espanha e em Portugal. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, a festa mudou para homenagear o nascimento de São João Batista, que foi quem batizou Jesus.

Por ser colônia portuguesa, o Brasil herdou o costume, principalmente no Nordeste, em que os festejos coincidem com a colheita de milho. A data passou a parte do calendário católico, seguindo o exemplo de outras comemorações de dias santos, como o nascimento de Cristo (Natal) e sua morte (Páscoa).

As chamadas festas juninas reúnem as homenagens aos principais santos reverenciados no mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro. A época é marcada por brincadeiras, comidas típicas, dança e muita superstição, presentes nas simpatias juninas. É a hora de se vestir de caipira e aproveitar esta festa que é um misto de profana e religiosa.

A principal dança típica das festas juninas é a quadrilha. De origem francesa, a quadrilha era uma dança típica que celebrava os casamentos da aristocracia européia. Dançada em pares, já era praticada no Brasil desde 1820 e foi se popularizando desde então. Os tecidos finos da nobreza francesa deram lugar à chita, tecido mais barato e acessível, e o casamento nobre foi adaptado a uma encenação.

O enredo da união caipira é geralmente o mesmo: a noiva, que geralmente está grávida, é obrigada a casar pelos pais e o noivo recusa, sendo preciso a intervenção da polícia para que o caso se resolva. A quadrilha, como era no começo do século XIX, é realizada como comemoração do casório.

A mudança dos passos é anunciada por um locutor ao som do forró. Existem, hoje, as chamadas quadrilhas estilizadas com passos marcados e coreografias ensaiadas (que mais parecem aulas de ginástica aeróbica) e criadas exclusivamente para uma determinada música.

Existem duas atribuições para a origem do nome forró. Uma delas é que corresponda etimologicamente ao termo forrobodó, que - na linguagem do caipira brasileiro - quer dizer festança ou baile popular onde há grande animação, fartura de comida e bebida e muita descontração. A outra é ao termo inglês for all (para todos), usado para designar festas feitas nas bases americanas no Nordeste, na época da Segunda Guerra Mundial, e que eram abertas ao público, ou seja, “for all” e a pronúncia local transformou a expressão em forró. A música é tocada à base da sanfona, da zabumba e do triângulo, conhecida como arrasta-pé ou pé-de-serra, sendo esta última considerada a versão mais autêntica. O ritmo sofreu algumas variações e atualmente alguns músicos incorporaram o baixo, a guitarra e a bateria às suas melodias."


As cidades onde as festas juninas são mais festejadas são Campina Grande, no Estado da Paraíba, que se auto-intitula “O Maior São João do Mundo” e Caruaru, no Estado de Pernambuco, que se considera “O Melhor São João do Mundo”.

Definitivamente, é um espetáculo à parte, como geralmente é tudo no Brasil. Podemos ser deficientes em muitas coisas, mas em termos de festas, somos imbatíveis.

Larissa Bona

Fontes:

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Lince Ibérico

o Lince Ibérico está em vias de extinção na Península mas recentemente foi criado um gabinete para preservar a espécie e aumentar a sua presença.

Apenas existem 100 linces na PI. Em Portugal não há nenhum.

A alimentação do Lince Ibérico é feita á base de coelhos. Mas quando faltam os pequenos, este come veados , ratos, perdizes e lagartos

É um animal essencialmente nocturno. Trepador exímio e pode deslocar-se a 7 km.

É pena que a natureza ou o Homem tenha destruído os Linces Ibéricos em Portugal. Apesar da sua presença se verificar perto da fronteira, não existe nenhum em território nacional. O que se está a pretender fazer é que o Lince volte a Portugal. Tal como os Golfinhos no Tejo e no Sado este é mais um (mau exemplo) de como as espécie raras e de grande atracção turística e ambiental estão a desaparecer em Portugal. E tendo em conta o clima do nosso país, é caso para pensar seriamente na questão.

Estamos a matar os animais?

domingo, 28 de junho de 2009

OLHAR A SEMANA - ELEIÇÕES

Vamos ter eleições legislativas a 27 de Setembro e autárquicas a 11 de Outubro, depois de termos saído das europeias. Um ano de eleições para todos e gostos, embora com os mesmos sabores. Estranha-se que com a proximidade de duas semanas o Presidente da República não tenha marcado as eleições para o mesmo dia. Estranha-se que num momento de crise se dupliquem os processos, com os custos inerentes. Estranha-se que perante a elevada abstenção já existente, se afastem ainda mais os eleitores pedindo-lhes um esforço a dobrar. Porque não se marcaram para o mesmo dia? Não é o que acontece noutras democracias? Nos USA chega a haver mais uma dezena de eleições no mesmo acto. É o receio da ileteracia do povo? Da confusão entre caciques locais e caciques nacionais? A resposta é bem mais prosaica. O partido do governo, o PS, teme que a inevitável e tradicional derrota nas autárquicas possa contaminar negativamente os resultados nas legislativas. O Presidente da República teve de aceitar, refém das suas inclinações contrárias, para não ser acusado de beneficiar o seu partido, o PSD. Um atestado de menoridade ao povo português!
Jorge Pinheiro

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Transformers 2 - A vingança

Mais uma aventura de Optimus Prime e dos Autobots....

Nesta segunda saga Transformers, existem novos "aliens", uma história mais digna de Transformers....

Sam e Mikaela continuam a sua história de amor, enquanto os Robots lutam, uns pela sobrevivência da Terra e também do Universo, outros pelo dominio do Sistema Solar. Infelizmente nem tudo corre bem para os Autobots que vêm o seu Lider morrer.....

Transformers 2 é a continuação da saga. Tentando imitar ao pormenor a história que saiu dos desenhos animados, é um excelente filme para quem como eu cresceu com os episódios destes Robots automoveis, tratores, aviões, helicopteros, mesas, micro.ondas. Tudo é transformado em pequenas vidas.

Quem não fica excitado a ver uma luta entre Optimus Prime e Megatron? Mas desta vez num ecrâ maior, com efeitos especiais espectaculares e personagens quase reais.

Depois da Vingança dos Derrotados, a saga vai continuar.....

quinta-feira, 25 de junho de 2009

I Amsterdam

I ___ Amsterdam !

A burkha de Sarkozy

Sarkozy anunciou ontem que a Burkha não é bem vinda na República Francesa. Depois da polémica do véu islâmico segue-se mais perseguição ao Islão.... Esta questão do véu e da Burkha tem a ver com as liberdades das mulheres. E dos seus direitos. Num país democrático, como é a França é aceitável e razoavel que simbolos religiosos que proíbam essa mesma liberdade sejam banidos.

A questão é saber se é legitimo essa proibição. Penso que sim. Os valores ocidentais têm que ser respeitados. E quem quer viver numa sociedade aberta, democrática e livre tem que se adequar aos seus pressupostos. Da mesma forma que os ocidentais quando visitam países de natureza islâmica, têm que usar a burkha e de se adaptar ao estilo de vida local.

O mesmo se passa em relação aos simbolos católicos, como a proibição de usar a Cruz de Cristo nas salas de aulas. Porque vivemos num estado laico. Mas a medida de Sarkozy nao teve nada a ver com o facto do Estado Frances ser laico ou não. Tem a ver com a liberdade das pessoas. Das pessoas poderem ser livres em território democrático.

Daí que esteja de acordo com a medida tomada pelo Presidente Francês.....

Porque esta questão não tem a ver com a religião, mas sim com o Direito das Mulheres. E no Ocidente as mulheres devem ser livres. E a Burkha é um meio de repressão.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Civilização, poder e conflito. (I)

Parte primeira:

Uma das maiores discussões do final do século XX e princípios do XXI foi certamente o conceito de civilização e a consequente mudança na Ordem Global. Muitos investigadores se debruçaram sobre estas temáticas tendo, contudo, pouco sucesso nas conclusões a que chegaram. Temas como o terrorismo e as agressões ao ocidente das civilizações que estavam subjugadas ao mesmo não foram devidamente equacionados nem levados em conta. Autores como Huntington apesar de fazerem valer uma visão mais cautelosa face aos problemas do referido "Choque Civilizacional" não conseguiram efectivamente prever sequer 1% das mudanças gigantescas de que a nossa sociedade foi alvo desde o final da Guerra Fria até aos nossos dias.

Como é sabido os Estados Unidos são o Estado mais forte actualmente no planeta e, como sabemos também, só o foi com toda a clareza a partir do final da II Guerra Mundial apesar de, no final da I Grande Guerra, já demonstrar alguma supremacia. Ora, a partir de então os EUA estiveram sempre em Guerra. Podemos mesmo afirmar que sem a Guerra a hegemonia americana deixa de existir. Grande parte da tecnologia de ponta que é conhecida deriva de pesquisas feitas em prol de aperfeiçoamento do material bélico americano, a economia americana tem a guerra (e tudo o que ela move e implica) como um estimulante da sua economia. Como em tudo, na política não social dos Estados Unidos, ninguém se preocupa que rolem umas cabeças de soldados americanos de vez em quando, nem tão pouco que rolem as cabeças dos civis ou ainda que se gere um ódio anti-ocidental por parte dos povos que são constantemente invadidos, atacados e desrespeitados pelo poderio, supremacia e falta de respeito da "America's Army"

Como é certo, toda a situação de insegurança (ou de aparente insegurança) que vivemos nos nossos dias é reflexo não só de políticas extremistas de países sub-desenvolvidos que querem a todo o custo vingar aqueles que impedem o seu efectivo desenvolvimento assim como dos Estados que durante anos massacraram e massacram as aspirações à liberdade e à independência (financeira) desses mesmos Estados.

Parte segunda:

Actualmente estamos a viver a queda progressiva da civilização ocidental. Como todas as civilizações a nossa terá um fim e esse fim ao que tudo indica está muito perto de acontecer. Os gigantes económicos: China, Índia e Japão prometem tomar muito em breve o trono do ocidente. A ideia pessoal que eu tenho e que também é focada por alguns autores é que as sociedades que têm (ou sentem ter) factores culturais em comum geralmente unem-se e formam grandes blocos. Assim se passou no mundo ocidental com a Europa e a América do Norte a unirem-se para imporem a sua hegemonia económica e agora o mesmo se passa com os países asiáticos que se uniram para retirar ao Ocidente o poder de maior civilização mundial. Esta união tem um custo, e esse mesmo custo é naturalmente o proteccionismo dos países que se unem face aos restantes. Em última análise esse mesmo proteccionismo pode levar a conflitos de extrema gravidade entre blocos. O Ocidente quando impõe as suas políticas capitalistas e democráticas (ou pseudo-democráticas) aos restantes povos está a agredir os mesmos dado que está a fazer a imposição de uma vontade própria não olhando às reais pretensões dos mesmos, ou seja, coloca em causa a autodeterminação dos povos. A imposição da cultura ocidental nem sempre é aceite por todos os povos, este é um conceito que temos que ter como certo.

Hoje em dia vivemos uma Guerra Fria tal qual no pós-guerra de 45. Existe um grande bloco e depois uma série de pequenos blocos como o islâmico, o asiático, o sul-americano etc. Na minha perspectiva pessoal, tudo isto acaba por ser muito mais grave que o conflito da Guerra Fria porque o que está aqui em causa são tensões de ordem cultural e civilizacional e não questões de ordem política ou bélica. Segundo Vaclav Havel os conflitos de culturas podem ter dimensões alarmantes dado que os pressupostos de cariz filosófico e cultural diferem grandemente entre as diversas civilizações.

(Texto com continuação)

terça-feira, 23 de junho de 2009

Diploma de Jornalista


Semana passada, o Supremo Tribunal Federal, por 8 votos a 1, derrubou a obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão de jornalista, sob a alegativa de que a Constituição Federal garante a liberdade de expressão e do livre pensamento.

O Presidente do STF, Ministro Gilmar Mendes afirmou que:

"Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão"

A advogada do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo, Tais Gasparian, entende que a exigência do diploma é inconstitucional. Ela disse:

"A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo."

Já o advogado da Federação Nacional dos Jornalistas, João Roberto Fontes, argumenta que:

"A exigência do diploma não impede ninguém de escrever em jornal. Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista. O jornalismo já foi chamado de quarto Poder da República. Será que não é necessário o conhecimento específico para ter poder desta envergadura? Um artigo escrito por um inepto poderá ter um efeito devastador e transformar leitores em vítimas da má informação"

Minha opinião é que de fato, não é preciso ter um diploma para escrever um artigo de jornal ou fazer uma reportagem de TV, no entanto, se faz totalmente necessária uma responsabilidade ética quando se exerce o jornalismo.

Nem sempre diploma é sinônimo de ética, de modo que creio ser muito mais eficaz a exigência da filiação dos profissionais que trabalham nessa área, seja portador de diploma ou não, em uma associação de classe que fiscalize o exercício ético da profissão do que exigir um diploma.

Não creio que isso também acarrete em um esfacelamento do mercado de trabalho para aqueles que cursam jornalismo, pois é muito mais lógico, mesmo sem a exigência de diploma, uma empresa de mídia contratar uma pessoa com formação do que um leigo. Afinal de contas, o que é mais seguro? Uma pessoa qualificada ou uma pessoa sem qualificação?

E vocês? O que opinam a respeito?

Larissa Bona

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Jovens e a Política

Quantos textos, artigos, recensões ou até mesmo teses de doutoramento já não terão existido com este título? É comum na nossa sociedade dizerem que “os jovens não ligam à política” no entanto até que ponto é que isso é efectivamente verdade?

Por política entendemos toda a panóplia de partidos e instituições ligadas ao poder executivo e legislativo: parlamentos, Conselhos de Estado, juventudes partidárias, órgãos partidários etc. meus caros, desculpem se vos vou desiludir, mas isso não é política. A política é algo muito mais simples; é apenas e só a arte de distribuir os fundos pelas áreas prioritárias, ou seja é saber repartir. É claro que a política evoluiu ao ponto de nos nossos dias existir toda uma complexa máquina de poder que nos tenta de uma forma mais ou menos formal passar rasteiras. Essa mesma máquina tenta dizer aos jovens que a política é um mundo não muito interessante e algo complicado para que o interesse não surja. Se por acaso o interesse da política se generalizar algumas “castas” como a de Mário Soares possivelmente já não veria o filho a presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Como é óbvio não estou a dizer que existe todo um complô organizado e pensado para afastar os jovens da política, existe sim um elitismo imenso que vai desde a esquerda à direita e afecta praticamente todos os partidos e, pior que isso, todas as juventudes partidárias.

Na realidade, não creio que os jovens não se interessem pela política já que o desinteresse pela mesma é o desinteresse do seu próprio futuro e, de uma maneira mais ou menos declarada, todos nós nos interessamos pelo nosso futuro. Os jovens, assim como todos os portugueses, estão sim fartos da sujidade que hoje em dia abunda de uma forma triste por todo o nosso sistema político. A velha máxima do “PODER CORROMPE” é levada à letra pelos políticos que pouco se esforçam para fazer mudar esta “verdade absoluta”.

A transparência na política e uma maior abertura das juventudes partidárias aos jovens (indo ao encontro dos mesmos, promovendo actividades para a juventude em geral, criando meios de integração para os jovens de costas voltadas à política e tendo uma estrutura forte de apoio do partido) é a chave para devolver os jovens à política e para que todos nós digamos para nós mesmos “eu sou capaz!”.

Texto de Catarina Scaloni

domingo, 21 de junho de 2009

OLHAR A SEMANA - EUROPA?

A Europa reunida é uma utopia que nos persegue desde Alexandre Magno. O Império Romano deu-lhe a unidade real que marcou para sempre a memória do continente. Os povos bárbaros que destruíram o Império cedo se romanizaram. Na Idade Média o Papado e o Sacro Império Romano-Germânico protagonizaram esse projecto, ainda que só virtualmente. O poder temporal encarnado no Imperador e o espiritual no Papa estiveram igualmente presentes na Sinarquia Templária, desiderato último da Ordem do Templo. O próprio III Reich mais não era do que um herdeiro dessa ambição, embora executado da pior forma. Quando o actual Projecto Europeu surgiu, no post-guerra, as nações estavam ainda fortemente abaladas pelo conflito. A então CEE fazia sentido para promover o comércio, dinamizar os mercados, abolir barreiras. Por trás sempre esteve uma intenção de unir politicamente a Europa. A UE, sucessora da CEE, entrou em domínios cada vez mais profundos e já do foro íntimo da soberania nacional de cada país. O sonho dos “pais fundadores” era de facto o federalismo. A UE é um compromisso entre a união forçada do velho Império Romano e reunião voluntária dos “novos” estados-nações” saídos das invasões bárbaras. A lógica era caminhar devagar. Ir ganhando “élan” para a união total. Um Estado Europa feito de várias nações. O problema é que quando o tempo passa, muita coisa passa e muita coisa esquece. Os europeus esquecem que estão a viver uma das experiências políticas mais interessantes que alguma vez foi tentada. Uma experiência de união voluntária sem guerras, sem conflitos. Mesmo nos USA a criação da federação envolveu lutas tremendas e uma Guerra da Secessão. O “Projecto Europeu” é um “case study” único no mundo. É por isso estranho que as eleições para o Parlamento Europeu tenham tido 62% de abstenção em Portugal e uma média de 45% em toda a Europa. Porquê? Os políticos não sabem explicar esta nova Europa? A mensagem não passa? Ou será que os povos se estão nas tintas, habituados a 50 anos de paz e prosperidade? Será que esses povos valorizam mais as eleições nos “Benficas” lá do bairro? O umbigo sempre foi uma tentação. Não se culpem os políticos. Assumam a responsabilidade de não querer perceber, de não querer participar. Depois não digam que, mais uma vez, foram as elites a decidir. Há uma grande distância entre a democracia formal e a representatividade dessa democracia.
Jorge Pinheiro

sábado, 20 de junho de 2009

Porto

Fotografias de Jorge Pinheiro

Encontros MAPA4

Aproveita o calor nestas noites de verão....

bebe um copo, ouve um bocado de Música e diverte-te...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Zack e Miri Fazem um Porno

Um excelente filme.

Uma comédia brilhante.

O Filme é para jovens... Adultos e adolescentes. A linguagem é muito juvenil. Tipicamente americano e que pode ferir algumas sensibilidades mais sensiveis. Mas é feito para jovens.

Porque tem um conteudo bastante novo e uma linguagem altamente "pornográfica". Mas como vivemos numa sociedade mais aberta.... Vale a pena ver.....

Com a bela Elizabeth Banks e o engraçado Seth Rogen ( actores que eu desconhecia...); assistimos a uma comédia romântica.

É um bom filme que descontrai bastante....

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Panama as an International Financial Centre

One question that consistently foreigners ask is what are the factors that have made Panama one of the fastest growing countries in the Central America. Undoubtedly, Panama has a number of logistical, economical and legal advantages that place it as one of the best investment destination in Central America. The competition among countries has been challenging however there is economic and political stability in Panama. The ability to own titled property, Panama's long history of financial transactions as well as our estimated geographical position has contribute to the present state of economic growth.

Among the most important legal mechanisms for generating business in Panama, is the policy of open registry ships, created by law 63 of 1917, which allows the owner of any vessel, whether natural or legal person, and regardless of their nationality or domicile, can register their vessels under the Panamanian flag. In addition, the “ship mortgage” has large acceptances that are processed rather quickly within international banking institutions, because of its rapid and effective execution as a means of guarantee.

On the other hand, Panama also has a law of corporations which provides an incredible facilitation of international transactions, optimal protection to assets and investments and allows the operation of any lawful business in or outside the country. Other figures that make up the Panamanian Corporate Law are limited liability companies, trusts, and private interest foundations.

Furthermore, the tax system is a strong pillar of the national economy, characterized by the principle of territoriality that allows the exclusively imposition of taxes on national commercial activities. Consequently, gains from foreign sources are exempt from taxes, regardless of the nationality of the taxpayer or the radius of their business operations. Similarly, Panama operates on the US dollar without a central bank to issue currency and keep a control on capital movements.

Panama offers a conservative and reliable banking system enabled the country to resist one of the most severe economic crisis and therefore some might described as the best in Central America, comprising more than 80 banks. Moreover, the Colon Free Zone is an area of constants and new business opportunities for domestic and foreign, besides representing an 8% contribution to GDP of the national economy. Panama is moving along to the events of the time, making important steps to use modern technology and recognize the importance of international law as a legal platform for our international expansion. Accordingly, Panama has signed several treaties, agreements and international commitments including social, economic, legal, humanitarian issues, and has made important steps to facilitate tax information exchange.

Panama has become a metropolis of real estate projects, roads, ports, airports, shopping centers and places of entertainment, a vibrant place to live and invest. While there are still issues to resolve, Panama has the tools to ensure the growth of investment in an atmosphere of political calm and certainty.

Texto de Zuleyma D. Montenegro

quarta-feira, 17 de junho de 2009

De Sócrates.... nada de novo?

Sócrates apareceu hoje na SIC (mais uma entrevista neste canal....); mais calmo, continua confiante, parece mais tolerante e que "ouviu" os alertas dado pelos portugueses nas Europeias. Mas para a entrevista ter corrido de uma maneira calma, contribuiu a apresentadora Ana Lourenço que soube guiar a entrevista muito bem. Soa já a Legislativas...

A educação parece ser uma das bandeiras do PM. Falou da introdução do Ingles, do inevitavel magalhães e da revolução tecnológica, e do facto das crianças estarem o dia todo na escola. Assim à primeira vista parece que neste campo o PM acertou. Apesar das criticas dos professores.

Falou também do Caso BPN e BPP. Defendeu o Governador do Banco de Portugal e indirectamente falou de irregularidades. Veremos no que isto dá...

No tema do momento, o TGV, Socrates continua a defender a sua bandeira. Mais investimento, mais emprego, mais oportunidades. Mas já remeteu a decisão para ser tomada pelo próximo governo. Nesta situação, é uma vitória de MFL. E com razão a Presidente do PSD que falou de falta de legitimidade. Sócrates deu o braço a torcer e foi derrotado por MFL neste caso. Tenho eu a certeza que quer ganhe o PSD ou o PS, o TGV em Portugal vai ser uma realidade.

Pediu outra vez maioria absoluta. Pode ser que o consiga. Mas isso só revela que as eleições europeias não o derrotaram. Nem o fizeram menos confiante. Neste aspecto, Sócrates consegue chamar a atenção e ganhar votos. O que na minha opinião, MFL já não apresenta a mesma confiança.

Socrates disse ainda que o que o distingue de MFL é o PS querer um Estado social em que é o Estado a assegurar os serviços. De forma a ajudar aqueles que mais precisam.

Será isso que Sócrates andará a fazer?

Um começo...

Muitos dos habituais leitores deste espaço deverão estar a perguntar quem sou eu. Pois bem passo a apresentar-me: Marta Sousa, 21 anos natural de Gaia (Miramar) presentemente estudo Direito em Paris na Sorbonne (Université Paris 1 - Panthéon). Para além do Direito tenho como áreas de interesse (por ordem decrescente) literatura, filosofia, história, sociologia, política, teologia e antropologia. A minha corrente política pende mais para a esquerda que propriamente para a Direita, no entanto todos os conceitos de correntes políticas ideológicas ou partidárias estão um pouco baralhados na sociedade contemporanêa ou, como referem muitos autores, pós-contemporanêa.

Aceitei o desafio que me foi proposto pelo Francisco sem pensar duas vezes e devo dizer que escrever um blog com tanta dinâmica (quer de colaboradores, como de comentadores e visitas) é para mim algo que me enche de satisfação. Considero-me uma pessoa com um espírito crítico bastante vincado, por vezes até polémico, no entanto estou certa que pretenderei usar estas características para de uma forma saudável enriquecer este espaço.

Não quero dar lições a ninguém nem que os leitores considerem o que escrevo como verdades universais. Prefiro a interpelação, a crítica assente em fundamentos já que para mim é muito mais motivante discordarem das minhas visões do que acenarem todos com a cabeça dizendo "ámen". Retirarei certamente muitos benefícios pessoais dado que lidarei com pessoas bastante interessantes do ponto de vista intelectual que serão sem qualquer sombra de dúvidas peças importantes na minha formação pessoal.

Quero por último transmitir publicamente o meu agradecimento ao Francisco pelo convite. Espero corresponder da melhor forma possível.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Amesterdão : uma breve passagem

Amesterdão é uma cidade fantástica. É um sinal do que é a Holanda.

Um país com muita vida, juventude, alegria, motivação, dedicação.

Em Amesterdão temos o museu Van Gogh, um dos melhores da Europa. Peças unicas como o auto-retrato de Van Gogh, e os quadros célebres de Rembrandt. A Holanda é um país de artistas. Ao contrário de Inglaterra que tem os seus filósofos, literários e intelectuais, na Holanda respira-se artes.

A cidade é aberta, limpa e com bastante qualidade de vida. Desde os jardins no meio da cidade. Uma praça que reune só museus. Também tem Red Light, mas não é isso que valoriza Amesterdão.

Quem reina em Amesterdão são as bicicletas. Aliás como quase por toda a Holanda. Carros no meio da cidade? Nem vê-los. E os que se vêm, não fazem barulho, pois porque numa cidade plana basta andar a pé e seguir em frente. Até porque os transportes públicos são de qualidade.

Amesterdão tem ainda mais dois condimentos. As pessoas e os canais. As pessoas são simpáticas, algumas delas bem loiras e bonitas. Fazem sentir quem os visita em casa. Igual aos portugueses são divertidos e afáveis. São os canais que embelezam a cidade. Poder comer, ler ou fazer outras coisas á beira de água numa cidade é luxo. Poucas cidades podem gozar deste privilégio extra.

Flores para Jesus

Jesus vai ser o 9º treinador do Benfica em 9 anos...
Será desta?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O Mercado Paralelo

Depois de designado o mapa político europeu, com a continuada viragem à direita, falta a reeleição de Durão Barroso se se confirmarem as expectativas das grandes potências. José Sócrates seguiu os ditames da história da política externa portuguesa e preferiu o conceito de prestígio.
No contexto internacional o prestígio permite aos pequenos Estados elevar os seus interesses, pois tal como disse Políbio Valente de Almeida, pode dizer-se que um há mercado paralelo do poder que se situa fora da área autista do sistema. Neste sentido geral em que estamos a falar, o pequeno Estado tem, aparentemente, maior capacidade de manobra.
Se é nesse campo que Portugal poderá obter a tal maior capacidade de manobra, que se apoie Barroso, nem que seja para aumentar as instâncias de manuseamento da influência, esse elemento que Weber colocou ao lado do poder como forma de preservar a sua essência justa.
Paralelamente, Durão Barroso ainda não foi suficiente para ultrapassar o défice externo português, nem conseguiu evitar que entrássemos em contra-ciclo político. Talvez bastaria distinguir o poder de usufruir como somatório de todos os recursos que estão à disposição do Estado, daquele poder de usar entendido como a faixa de poder marginal que pode ser utilizado sem custos proibitivos. Só desta maneira poderíamos incluir Barroso no plano da nossa política externa, não esquecendo um plano macropolítico que nos permitisse viajar pelo mundo sem precisar da velhinha fórmula de Cline: pp = (C+E+M) x (S+W).

Que lugar te faz sentir em casa?

- Nos braços de uma bela mulher...

- Em Sydney, Austrália

- No Estádio da Luz a apoiar o Glorioso

- Em qualquer praia

- No meio do mar, surfando umas ondas

Quais são os vossos lugares predilectos?

domingo, 14 de junho de 2009

Olhar a Semana - O Senhor 94 Milhões

Esta Semana ficou marcada pela transferência de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid.

Inevitavelmente este assunto não poderia deixar de ser notícia. Não só por isso, mas também porque o nosso principal representante no estrangeiro teve mais um caso amoroso. Desta vez com a Socialite Paris Hilton. Tudo isto num dia é muito bom para um jovem de 24 anos. Madrid e Manchester são cidades completamente diferentes. No seu ambiente. Ronaldo vai enfrentar um grande teste. Os media, a pressão de jogar num grande clube e de ter que justificar a sua contratação, o ambiente que o vai envolver. O primeiro ano será decisivo. Se passar, CR9 poderá vir a tornar-se uma lenda do futebol. Mais do que o protagonismo, os numeros envolvidos na transacção chocam qualquer cidadão comum. No meio da crise, o futebol continua a viver acima das suas capacidades e capaz de "contratar" seres humanos por valores exorbitantes. A transferência de Ronaldo daria para alimentar milhões de etíopes e crianças em África, disse a Nações Unidas. Não seria Florentino mais reconhecido se tivesse ajudado estas crianças, como o fez Luis Figo ontem?

Não só de Ronaldo viveu a Semana. Na ressaca das europeias comemorou.se o 10 de Junho. Mais preocupado em ajudar Portugal do que com a novela Ronaldo, Cavaco Silva tocou num ponto essencial. A razão da abstenção tem a ver com as qualidades dos politicos. E é verdade. A democracia está farta de mentirosos, cunhas, comodismos e facilitismos. Para além de castigar o governo, a abstenção castiga e muito quem participa nas eleições. E isso deve ser realçado.

Ainda durante esta semana vimos a OMS decretar o estado de Pandemia. Grave e necessário tirar as ilações do porquê aparecerem gripes mundiais quase de 2 em 2 anos e que fazem mortos um pouco por todo o mundo. Na ressaca das eleições, vimos um PSD mais contente e confiante para Setembro\Outubro e o começar do saltitar das vozes contra um PS\Socrates arrogante, autoritário e que não ouve outras opiniões. Mudança de ciclo?

A Águia

Á Águia é um dos animais com mais força.
Representa agilidade, força, determinação e habilidade

sábado, 13 de junho de 2009

Bandeira da Holanda

A bandeira nacional da Holanda tem três faixas:

Vermelho, Branco e Azul

O azul é o tricolor mais antigo.

Esta não foi a primeira bandeira usada. No fim do século XV a maioria das provincias uniram-se sob o dominio de um senhor. E assim uma bandeira comum foi erguida. Era a bandeira do senhor de Borgonha

Mais tarde o tricolor laranja, branco e azul foi a solução. Mas alguém quis que a Bandeira tivesse a cor vermelha apenas com um leão. Significava a Provincia da Holanda

A bandeira da Holanda teve várias formas. Na sua cor e na diversidade. Mas mostra muito o que foi a história da Holanda.

Aquando da conquista da França pela Holanda também resultou numa outra bandeira. A "bandeira do Principe" foi banida. Mas manteve-se o encarnado, azul e branco. A bandeira foi embelazada com uma figura feminina no meio.

Curioso que o laranja-branco e azul e o encarnado-branco e azul apareciam nos telhados. Quer dizer que as duas "bandeiras" eram utilizaveis. Gerou-se uma discussão á volta da bandeira. Qual delas deveria ser considerada "bandeira nacional"....

O encarnado- branco e azul era dado como "preferente...", porque não era só a bandeira hasteada em locais publicos mas porque o Rei a usava.

Em 1937 o Decreto Real considerou o tricolor encarnado, branco e azul como a bandeira oficial da Holanda.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Mulheres IX

Barbara Matera - Eleita pela Itália
Eleita pela Roménia
O Parlamento Europeu vai ficar mais interessante....

E participativo.....

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Dia dos Namorados

Hoje falarei de um tema mais ameno, aliás, super ameno, mas não menos interessante: O dia dos namorados.

Amanhã no Brasil comemora-se o Dia dos Namorados, sim, o dia dos namorados aqui é 12 de Junho e não 14 de Fevereiro como no resto do mundo.

Dizem que comemoramos o dia dos namorados nesta data porque é véspera do dia de Santo Antônio, mas na verdade o “buraco” é mais embaixo.

Esta data foi escolhida por duas razões:

Primeiro que Fevereiro é mês do Carnaval, festa popular onde a sensualidade e os desejos sexuais estão à flor da pele. Então, aconselha-se a estar solteiro nesta época para se dar vazão aos instintos puramente carnais.

Entre o Dias das Mães (Maio) e Dia dos Pais (Agosto) não havia nenhuma data comemorativa para impulsionar às vendas no comércio. Então, um empresário de São Paulo resolveu criar o Dia dos Namorados no dia 12 de Junho (véspera do dia de Santo Antônio para fazer alusão ao casamento), utilizando-se do seguinte slogan: “Não basta amar, tem que provar”. E como se prova? Com presentes!

Desde este tempo, todo Brasil comemora o Dia dos Namorados nesta data e é muito comum haver pedidos de casamento neste dia, assim como troca de presentes como bombons, rosas, chocolates, ursinhos de pelúcia, jóias, roupas, jantares à luz vela seguidos de noites de amor.

Aproveitando que Dia dos Namorados é numa sexta-feira, vocês que estão na Europa, deviam dar uma de românticos e ganhar pontos com suas namoradas, levando-as para jantar, dando-lhes presentes e tudo mais, sob a alegativa de que é Dia dos Namorados no Brasil, é um ótimo marketing para apimentar os seus namoros.

Afinal de contas, qualquer motivo é bom quando se é para celebrar algo, o importante é celebrar.

Feliz Dia dos Namorados.

Larissa Bona

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Europa Azul... ou á Direita

Após estas eleições europeias é possivel tirar várias conclusões por essa Europa fora....

Os europeus penalizaram forte os governos socialistas. Foi em Portugal com a derrota do PS, em Espanha onde Zapatero teve um derrota à medida da crise que atravessa o país vizinho, em Inglaterra nem se fala. O Partido Trabalhista teve apenas 16%, muito atrás do Conservador e também igual ao partido Anti-Europa do Reino Unido. Em França e na Alemanha, os socialistas não conseguiram chegar sequer ao segundo lugar. Na Rep.Irlanda o partido do governo foi fortemente penalizado.

Os cidadãos europeus penalizaram fortemente a politica de mercado livre iniciado pelo Sr. Brown com as suas politicas de desregulação do mercado. E quem governava no Reino Unido? os socialistas. Já ouvi dizer também que em tempos de crise , as pessoas preferem votar na Direita. Numa solução de contenção, pouco risco, transparência, valores mais adequados á Europa do Século XXI...

Em Portugal, Espanha, França, Inglaterra , Alemanha e França ( para falar dos mais importantes); a vitória foi da Direita. De uma direita que não é neo-liberal e favorece o mercado. Mas com certas regras.

Brown, Socrates e Zapatero foram castigados pelos seus cidadãos por causa das suas politicas rosa. Já Merkel, Sarkozy e Lech Walesa (na Polónia..) ganharam os votos devido ás suas reformas de Direita. Quem agradece é Durão Barroso, que com este resultado vai ser reeleito Presidente da Comissão. Esta eleição também pode mudar o relacionamento Europa- EUA.

é caso para perguntar : A crise é culpa do Socialismo?

Brown is going to fall?

Gordon Brown lost defeat in the European Election was the last event that happens to Brown to resign.

Imposible to continue at Number 10.First was the The Credit Crunch in UK. Who he is the main responsible.

Then the G20 demonstration that open a precedent. Now are the Expenses Scandal. The worst scandal in UK politics in the last few years.

With the Speaker´s resignation, Brown lost the control of the House of Commons. And has to be politically responsible.

Now the shameful defeat in the European Election. Behind David Cameron, it isn´t a surprise, but also behind UKIP ( this party is against Europe...); and BNP. It is relevant these results for him.

Don´t forget the resignation of their main Ministers.

Is a sign that in UK something is wrong.

This thing is Mr. Brown

terça-feira, 9 de junho de 2009

Rescaldo

Agora que o governo do PS parece ter entendido que algumas das suas manobras ministeriais, bem como a sua megalomania neste continuum hipotecar do futuro não resultarão numa renovação da maioria absoluta, começará um novo período pós-sondajocrático. Num presente sem cão-guia que vai de um espectro político ao outro, ainda bem que restam alguns homens de boa fé, aquele elemento precioso em tempos em que "nem Jesus Cristo teria soluções". Pois é preciso olhar para além dos números para escutar as pessoas. É preciso baixar desse pedestal que as maiorias absolutas dão aos partidos para que os responsáveis olhem os que cá vivem como vencedores de uma política do conjunto.

Por isso é que não foi o PPE castigado, nem os tais liberais que tinham empurrado o pessoal porreiro para a crise em que nos afundámos. Só em Portugal é que, na onda dos 20% à esquerda do PS, fez pensar a Sócrates que isso de ser neo-liberal e de ter um candidato atípico poderia levantar a máquina eleitoral e mobilizar um eleitorado que acabou não-mobilizável. É que o discurso europês continua solto, sem as rédeas da linguagem do cidadão comum que espera respostas empíricas que não se assemelhem à curvatura dos pepinos.

Talvez com as eleições do Benfica possamos construir um melhor mapa das previsões partidocráticas para as legislativas. Mas, talvez teremos Eusébio à boca das urnas apoiando a Manela ou o Zé, o que poderá desequilibrar a coisa e acabar com a força das previsões. Pelo menos a partir de hoje temos a certeza de que a maioria absoluta não é para gente deste PS ou deste PSD.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A ascensão da Laranja e a queda Rosa

Após a noite eleitoral de ontem, muito vai mudar daqui para a frente.

O PSD vai acelerar o seu processo de campanha. Já hoje MFL esteve activa. Mais do que nunca os sociais-democratas vão estar unidos. Tire-se o chapéu á sua lider que conseguiu num ano apenas unir o partido e levá-lo á sua primeira vitória. MFL tem contado com pouca oposição interna e tem tido os pesos-pesados do seu lado. Tirando Marcelo e Mendes, MFL está a conseguir aos poucos (re) conquistar o PSD e os seus eleitores. As autárquicas vem em bom tempo. Tanto Santana Lopes como Rui Rio podem ajudar MFL nas legislativas que certamente se realizarão logo a seguir. Adivinham-se tempos tranquilos na São Caetano á Lapa....

Já a Rosa vai ter tempos dificeis. Apesar do Primeiro-Ministro ter dito que não mudava de rumo, é obvio que as pessoas não estão contentes com as politicas sociais deste governo. Até porque um Partido que se denomina Socialista está a governar á direita. Cabendo ao BE, lutar e mostrar quais os verdadeiros poderes da Esquerda. Surpreendente o resultado do PS nestas eleições. E não há desculpas em relação á crise. Porque na maior parte dos países que foram mais afectados pela crise, os seus governos mantiveram-se (v.g Alemanha e França...).

Estas eleições europeias foram a primeira parte de um ano eleitoral bastante emotivo e que promete mudar o rumo do país.

Ontem o primeiro sinal foi dado....

Abstenção é o castigo

Os niveis da abstenção surpreendem. Não só em Portugal mas um pouco por toda a Europa. No nosso país subiu para 62,5 e no resto da Europa a percentagem é semelhante. Curiosa a análise de Paheco Pereira que comparou os elevados niveis de abstenção com a falta de democracia dentro da União Europeia.

Terá razão Pacheco Pereira?

Provavelmente. Os sinais dados pelos eleitories europeus foi a de que querem uma Europa mais democrática e que as maiores decisões não estejam nas mãos dos governos nacionais consoante os seus interesses particulares. Um exemplo disto mesmo é a forma como os tratados estão a ser impostos ás populações. Particularmente o Tratado de Lisboa. Após o não da França e Holanda á Constituição Europeia, o Tratado de Lisboa foi a solução. Aí França e Holanda optaram pela via parlamentar. Mas a Irlanda resolveu "chamar" de novo o problema. Mas em Outubro vai haver novo referendo. Irá ganhar desta o SIM?

Os niveis de abstenção são um sinal do descontentamento das populações, principalmente a estes jogos de bastidores dos governantes dos países europeus que não querem deixar os cidadãos participar "directamente" no processo de construção europeia. Daí que David Cameron tenha dito que quer um referendo ao Tratado de Lisboa se for eleito PM.

O facto de ter havido uma elevada taxa de abstenção, principalmente em Portugal pode ter sido uma resposta do povo português á mentira de Socrates em relação ao prometido referendo sobre o Tratado de Lisboa. Até nesta questão Socrates perdeu. E bem! E os portugueses não se esqueceram do que foi prometido aquando da assinatura do Tratado há um ano e meio.

Abstenção elevada foi um forte sinal de como os cidadãos europeus estão descontentes com os processos dentro da União Europeia. E um evidente sinal de que as coisas em Bruxelas terão que mudar.

domingo, 7 de junho de 2009

A primeira leitura

Ainda a quente e com muito para falar sobre as eleições nos próximos dias, já é possivel fazer uma leitura sobre estas eleições.

Em primeiro lugar , houve uma vitória clara do PSD. Manuela Ferreira Leite e Paulo Rangel estão de parabéns. Mas principalmente o segundo. Uma nova cara do PSD, embora tenha vindo do Parlamento. Quatro vice-presidentes do PSD estiveram contra a sua escolha. Teve de enfrentar um nome sonante como "Vital Moreira". Esta vitória é sua. Empenhou-se na campanha, fez propostas, falou da Europa, criticou os aspectos negativos da governação socialista sem nunca entrar em demagogias e ataques mais duros. Rangel deixou uma passadeira a MFL para esta nas legislativas poder triunfar. E se Santana Lopes e Rui Rio ajudarem nas autárquicas é possivel termos MFL como Primeira-Ministra em Novembro.

Socrates perdeu. Mas foi Vital Moreira quem ficou chamuscado. Entretido na Universidade e sendo respeitado no meio académico, Vital Moreira não só perdeu estas eleições como pode ter ficado com o seu nome "chamuscado". Voltando a Socrates vai ter que rever a sua politica. Apostar mais no desemprego, politicas sociais, tirar da cabeça os mega investimentos. E deixar de se preocupar em salvar o BPN e o BPP. Socrates vai ter que mudar de politicas e de estilo.

A esquerda subiu. Bloco e PCP tem juntos 20%. o BE cresce de uma maneira vertiginosa. É o subir dos valores de Esquerda em Portugal. O renascer desses valores. Os votos que se perdem no PS vão para o PSD. Aquelas pessoas que votavam no PS e eram de esquerda, estão a mudar.se para o BE. E dos jovens. O BE subiu nestas eleições e nas legislativas pode muito bem vir a obter um resultado ainda mais histórico. Elegerá o terceiro eurodeputado?

O CDS-PP apesar de ter ficado em ultimo conseguiu eleger 2 eurodeputados. O partido de Paulo Portas pode muito bem servir de muleta quer ao PS quer ao PSD em futuras eleições legislativas.

Resultados surpreendentes e que significa que a crise.... não é só Europeia.

E que não veio por acaso....

Para o Olhar Direito o vencedor é......

Votação ficou assim:

Paulo Rangel 37% (38v..)

Vital Moreira 30 % ( 31v..)

Miguel Portas 9% (10v...)

Ilda Figueiredo 8% (9v..)

Nuno Melo 6% (7v..)

Laurinda Alves 6% (7v...)

Vejamos como vai ser daqui a uma hora....

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O ultimo esforço

A Holanda e a Inglaterra já votaram. Portugal e mais 23 países votam no Domingo. Hoje acaba a campanha de rua para as eleições europeias. Sim, porque a campanha cibernauta não tem dia de reflexão. Hoje acabam os beijinhos, promessas, ataques, propostas, discussões e milhares de coisas. Pelo menos no que toca á Europa.

Esta campanha foi basicamente uma tentativa de culpar o governo pela crise que se alastra no nosso país. Foi pelo menos essa a intenção da oposição. Não totalmente da parte do PSD que com Rangel trouxe um novo discurso politico. Houve debate, tentou-se esclarecer as pessoas sobre o que é a Europa e qual o papel de Portugal numa Europa cada vez mais alargada e abrangente. Aumenta o numero de países na União Europeia e Portugal parece que está a perder o seu papel. Se é que alguma vez teve um verdadeiro papel.

Vital Moreira desiludiu e temo que depois desta campanha o seu nome fique bastante "manchado". Mesmo no meio académico. A Esquerda é contra a Europa mas vai a votos. Algo sinistro não?

O CDS afunda-se e é bem capaz de não eleger nenhum eurodeputado. A grande duvida para domingo é saber quem vai ganhar.

Se Rangel ou Vital, se Ferreira Leite ou Socrates, se o PSD ou PS. Tal como há 5 anos atrás, as europeias serviram para dar um amarelo (estavamos em tempo de Euro...); ao governo de Durão Barroso. Será que domingo vai acontecer o mesmo?

Durão Barroso que foi o nome mais discutido e debatido na campanha. A Esquerda não o quer, a Direito quer, o PS também mas Vital não.

Como viram esta campanha Eleitoral?

PS- Amanha divulgarei o resultado da Sondagem que foi feita no blogue. Não há restrições para os blogues no dia de reflexão

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Em Tempos de Campanha

A poucos dias da eleição para o Parlamento Europeu Nuno Melo aprende a pintar, que isto de pinturas é à séria; a Ilda entra no território dos feirantes e no meio de tanta k7 vende também a sua; Miguel Portas presta-se às arruadas com o grupo circense do Chapitô; Vital exalta-se com as emoções do bulhão; e, Rangel lá volta à sua região mater, agora melhor acompanhado dos que nos dias anteriores.

Continua o teatro e o desfile em tempos de campanha numa democracia que vive dos arquétipos e do discurso do voto útil. Talvez quando os peixes de águas profundas se elevarem a águas onde o oxigénio não é rarefeito, possamos espreitar as caudas e as barbatanas do que realmente se esconde. E aí a democracia se abra depois de um merecido pedido de desculpas pelas trafulhices todas que temos assistido. Por isso é que mais de 60% dos eleitores não votarão neste domingo; não vão escolher o voto útil, nem reconhecerão legitimidade à Ilda Figueiredo, ao Miguel Portas ou ao PNR, porque se há coisa que não mudou desde Bordalo Pinheiro foi essa grande porca que não parou de amamentar. Continuará, até que esta economia não se possa endividar mais.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O mundo Google

O Google é o maior motor de busca do Mundo. A frase "Está no Google.... ou Vou ver ao Google..."; está em todo o Mundo e utilizamo-la milhões de vezes.
O crescimento do google tem sido enorme. E após a inclusão dos blogues, maior crescimento foi.
Motores como Yahoo ou o Terravista (ainda existe?); ou mesmo o MSN Search são inexistentes ou inuteis.
O Google é nos util, porque quando queremos saber alguma coisa basta escrever o nome e o Google leva-nos lá! Faz o nosso trabalho de casa todo, porque nos não deixa pesquisar pelo site original.
Mas será esta uma forma de salvaguardar o acesso ao site? Como por exemplo a um site profissional ou pessoal?
Não estaremos a dar publicidade em primeiro lugar ao Google? e só depois ao nosso?
Com isso o Google ganha audiência e consequentemente publicidade. Visual e monetária. Daí que seja uma fonte de riqueza. Como é possivel ou motor de busca se ter transformado num gigante financeiro?
O Google está nas nossas vidas. Começamos primeiramente a pesquisar pelo Google do que pelo site indicado. Certas vezes nem sequer queremos saber o site original.
Quem ganha com isso? O Google ou nós?

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ministra Ellen Gracie Northfleet

Semana passada o Brasil perdeu sua vaga na Corte de Apelação da Organização Mundial do Comércio para o mexicano Ricardo Ramirez.

Nós concorríamos com ao cargo com a primeira mulher a ocupar o cargo de Ministra do Supremo Tribunal Federal, a Ministra Ellen Gracie Northfleet.

Entretanto, perdemos a vaga justamente por conta da inércia do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores do Brasil) que, desde que passou a ser controlado por Marco Garcia, tem assumido uma postura plenamente ideológica de esquerda, em detrimento do interesse nacional: somos melhores amigos da Coréia do Norte agora, dá para acreditar?

No último dia 27 de maio, Ellen Gracie deu uma entrevista à Folha de São Paulo, falando sobre a derrota do Brasil nesse caso. Como sempre, ela demonstrou que é uma “lady” (ainda defendeu o inepto Itamaraty), uma juíza com J maiúsculo, e acima de tudo uma “ídola” (sim, eu quero ser ela quando eu crescer). Clique aqui para ler a sua biografia.

Vejam só a entrevista da Ministra Ellen Gracie:

Folha - A Sra. considera a escolha do mexicano Ricardo Ramirez para a corte de apelação da OMC uma derrota sua ou do governo Lula?

Ellen Gracie Northfleet - Nem uma coisa nem outra. É necessário fazer um histórico. Cerca de um ano atrás, o professor Luiz Olavo Baptista me procurou pra dizer que pretendia deixar o cargo por motivos pessoais. Ele considerava importante o Brasil manter a posição. Uma candidatura de alta hierarquia poderia contribuir para isso. E ele me conhece há 30 anos. Não foi uma escolha aleatória.

Depois disso fiz contato com o chanceler Celso Amorim, para verificar a viabilidade do projeto do ponto de vista do Itamaraty. Ele concordou e trabalhou pela candidatura. Quero deixar registrado que o Itamaraty foi impecável ao longo de todo o processo. O próprio presidente da República se empenhou.

Ocorre que essas escolhas não são simples. Não são um Gre-Nal. Podemos dizer que o Brasil foi mais prejudicado por suas qualidades do que por seus defeitos. O Brasil é o "new kid on the block". E isso gera resistências, vide a posição dos EUA e da China a favor do candidato do México. Houve também resistência regional --a Argentina lançou seu próprio candidato. O Brasil já havia ocupado o cargo por oito anos. Prevaleceu a ideia de rotação. Enfim, são circunstâncias complexas.

Folha - A sra. discorda, então, da interpretação de que lhe faltava experiência técnica para o cargo na comparação com o currículo de Ramirez?

Ellen Gracie - Os quatro candidatos eram altamente habilitados [além de Brasil, México e Argentina, também a Costa Rica lançou um nome]. E trata-se de um posto de natureza quase judicial, de interpretação dos marcos legais. É um cargo de juiz. E isso eu faço há mais de 20 anos.

Eu me preparei durante estes últimos seis meses com a seriedade necessária. Respondi a todas as perguntas que me foram feitas. Não houve nada que me embaraçasse. E vale lembrar que o órgão já foi composto anteriormente por dois ministros de Corte Suprema [da Austrália e das Filipinas].

Não é como na história da raposa e das uvas. Não vou agora sugerir que as uvas estavam verdes. É claro que eu gostaria de ter sido escolhida. Mas não me sinto pessoalmente derrotada.

Folha - Sua escolha era dada no mínimo como provável no noticiário local. Houve exagero na descrição de suas chances ou reversão de favoritismo?

Ellen Gracie - Acho que atitude positiva da imprensa é natural. E, até as vésperas da escolha, as sinalizações vindas de Genebra eram favoráveis. Uma motivação mais ampla de ordem de geopolítica deve ter determinado essa reversão.

Folha - Colegas de STF estavam incomodados com suas ausências durante a campanha pela vaga na OMC. Alegavam que a situação era demeritória para o Supremo.

Ellen Gracie - Li isso na imprensa. Pessoalmente, nunca recebi reparo de colega nenhum. Até porque comuniquei previamente a eles antes de autorizar o lançamento da candidatura. Antes e agora, só recebi manifestações de apreço.

Agora, divergências de opinião acontecem em qualquer família. Sempre fui ciosa das minhas atribuições e constante na minha produção. Viajei por absoluta necessidade. Não havia como disputar o cargo sem fazer essas viagens. Elas não prejudicaram em nada o andamento do tribunal. Por isso mesmo o STF é um colegiado.

Folha - O fato de que a sra. já tentou sair por duas vezes não pode levar à conclusão de que agora ficará no STF apenas por falta de opção?

Ellen Gracie - É um bom momento para esclarecer isso. A história de Haia foi noticiada e continuou sendo repetida, mas jamais postulei aquela vaga. Desde início estava claro que o candidato brasileiro era o professor Cançado Trindade. E eu estava iniciando minha gestão na presidência do STF.

Isso não existiu. Talvez a ideia tenha se propagado porque formei no STF um grupo de estudos sobre a convenção de Haia a respeito de sequestro de menores [agora discutida a propósito do caso do menino Sean]. As pessoas confundiram. Chegou a haver uma manifestação de apoio do presidente da República. Mas eu própria nunca pleiteei.

Folha - Por que a sra. quis sair do STF?

Ellen Gracie - No âmbito nacional, o Supremo é o máximo a que se pode aspirar. Mas a vaga na OMC é uma posição importantíssima no que diz respeito ao comércio internacional. Especialmente em tempos de crise, com o protecionismo em alta, esses mecanismos têm de funcionar para impedir um retrocesso. Minha candidatura foi ditada pelo interesse nacional.

Folha - Ainda quer sair do Supremo?

Ellen Gracie - Não. Esta foi uma conjuntura especial, em razão das pessoas envolvidas, entre elas um velho amigo. Agora retomo o meu trabalho, que aliás nunca foi interrompido.

Larissa Bona

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Com a entrada na UE o país ficou?

Apesar de algum pessimismo em relação á UE, a entrada de Portugal foi positiva. E os leitores\amigos do blogue expressaram isso bem. E com larga vantagem para o MELHOR. O país evolui, houve uma melhor integração do país e dos portugueses na Europa. Hoje em dia a UE não é só um porto seguro mas também um espaço em que nos fazemos ouvir, reclamar, discutir.

Melhor 36 (61%)

Na mesma 11 (18%)

Pior 12 (20%)

Votos até o momento: 59

Verão Quente

Hoje começa o mês do Verão.

Apesar das altas temperaturas continuarem é caso para dizer que vamos ter um verão quente. Muito quente....

Na politica realiza-se domingo o primeiro de três actos eleitorais que podem mudar o rumo do país. Não que as Europeias interessem ás pessoas mas porque uma possivel vitória do PSD poderá mudar o resultado das legislativas. Mas após domingo, teremos a continuação do show politico. Santana ou Costa em Lisboa? Rio ou Elisa na Invicta? Felgueiras, Isaltino entre outros vão animar o verão nacional. E a batalha Sócrates-Ferreira Leite continua. Acaba um acto eleitoral e vamos continuar a assistir ao debate politico....

No desporto o grande interesse de verão é o Benfica. Penso mesmo que o clube da Luz é o grande "entretainer" de Verão dos portugueses. Já que despede sempre um treinador em Maio, e a motivação dos media será descobrir quem virá substituir Quique Flores. Será que Jesus vai dar paz ao Benfica? Certo é que no verão de 2010, teremos a mesma situação. Quem substituirá o substituto de Quique Flores?. A Selecção tem o jogo decisivo para confirmar se vai (ou não...) ao Mundial 2010 na África do Sul....Se não for, para o ano teremos um Verão descansado...

Teremos a questão BPN e BPP para animar o veraneio. A questão do uso de dinheiros publicos por parte de deputados ingleses, as eleições no Irão que poderão decidir o futuro da Humanidade, as transferências milionárias de jogadores e treinadores. Ah! e as festas no Algarve....

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